Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


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quarta-feira, 9 de março de 2016

Oficina/Museu do Carnaval de Loulé - 2016

Este ano fiz 3 visitas à oficina/ museu do Carnaval de Loulé, durante três manhãs acompanhei os trabalhos de preparação do Carnaval.

Na primeira visita, como tinha acontecido no ano anterior fui logo muito bem recebido pelos responsáveis da  oficina, que me  relembraram as regras e me deixaram à vontade. 

Encontrei um espaço em constante  mutação, cheio de vida, com trabalhadores de um lado para o outro, em que não se percebia o que era nova e velho;  reciclavam-se alguns dos bonecos e  carros alegóricos  de outros carnavais, pois à que reutilizar todos os recursos disponíveis.
Debrucei-me um pouco mais sob os trabalhadores e artistas, uns cortavam madeiras para os carros e raspavam restos para serem novamente aplicados, Vasily para aqui, Vasily para ali,  era o nome que mais se ouvia  na oficina.

Captei uma artista que esculpia no esferovite, as asas do que viria ser uma águia associada a uma sátira sobre futebol e ao Benfica.
No segundo dia concentrei-me mais em captar os diferentes trabalhos desenvolvidos pelos artistas, escultores e pintores.
Na zona de pintura uma das cabeças em destaque era dum desenhador de banda  desenhada, Louletano que tinha falecido  e que se prestava homenagem durante o Carnaval.
No fundo da oficina, atrás dos carros alegóricos já prontos,  encontrei despojos de outros carnavais, que por ali vão ficando à espera de quem sabe serem reciclados e usados novamente.

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