Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

O SOL na penúltima tarde de Outono à beira Tejo com... peripécias...


Na semana passada eu e a Marilisa numa decisão abençoada fomos desenhar para a beira do Tejo, ali ao lado do Cais das Colunas, porque o sol estava bem estava instalado a invadir Lisboa e esteve até desaparecer.  


Sentámo-nos naqueles degradaus muito largos, em frente ao rio e em frente ao relvado. Estava um jovem lá deitado  numa posição muito estranha, mas apresentava umas boas cores nas faces... Sugeri várias vezes à Marilisa se não deveríamos ir lá ver se ele estava mesmo vivo... Passada mais de meia hora descobrimo-lo aparentemente bem, a dormir profundamente,  talvez com problemas respiratórios notórios... pelo que tivemos que terminar os nossos desenhos ao som do seu dormir e ainda viemos embora e ele lá continuou no seu sono muito sonoro num belíssimo final de tarde da penúltima tarde de Outono...


2 comentários:

Maria Celeste disse...

......que ressonar panorâmico.... .
...se calhar é o dono das ceroulas azuis...

Manuela Rolão disse...

Histórias alegres e desenhos felizes como estes para o teu ano!