Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


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domingo, 21 de setembro de 2014

Gulbenkian_61

Também fiz uns desenhos no encontro 61.
Mantenho a mesma sensação que tive no encontro de Junho, e julgo que continuo a padecer do mesmo mal: não tenho efectivamente queda para desenhar árvores e verduras, fico meio perdido, exagero para o mais e para o menos, e fico ruim comigo mesmo quando decido meter cor no desenho.
Depois da frustração que arrelia, vem a boa sensação de saber que o futuro é melhorar.
 


 

6 comentários:

Maria Celeste disse...

...como és o homem do movimento deve- te custar desenhar tantas coisas mais ou menos verdes paradas...
...mas não desanimes que isso passa...

António Procópio disse...

Só tinha visto o primeiro. Grande tarde de trabalho.

Rosário disse...

Gosto particularmente da bolota encarnada que o Filipe Pinto está a desenhar!Sempre bom ver os teus desenhos!

Filipe Pinto disse...

Não era uma bolota, era uma rosa-de-cão e foi o Pedro Cabral que me ensinou o nome assim que olhou para o caderno. Muito interessante a forma como 'comprimiste' o espaço do lago e da fachada do museu na folha de papel. Parece captado com uma grande angular.

Luís Ançã disse...

Belos trabalhos. A animação da cor é uma constante que muito aprecio.

Fernanda Lamelas disse...

Gosto muito destes "exageros"!