Faço tantos desenhos que, quando me sento em frente do computador, tenho dificuldade em escolher qual publicarei. Por vezes, desisto. Habitualmente desenho todos os dias. E dias há em que passo várias horas a desenhar. Até dias inteiros.
Estas praias, conheço-as desde que nasci. E tenho acompanhado a sua erosão, processo natural. E também a sua destruição, processo artificial devido à intervenção de homenzinhos imbecis que têm poder.
Ainda consigo travar com esta parte da Natureza um diálogo construtivo. Conhecemo-nos bem. As memórias são imensas e eternas. Mas também acredito que o que foi mal feito, possa ser corrigido. E acredito igualmente que o poder dos homenzinhos imbecis possa ser erradicado. Sempre um utopista, pois claro.
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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
8 comentários:
Luís, a tua reflexão e pensamento transporta-nos muito para além daquilo que o desenho mostra. Gostei muito.
utopia sempre :)
...gosto muito...
...o que vale é que o mar é imenso...
Gostei muito dos seus comentários, gosto de uma história por trás de um desenho, dá-lhe uma vida e e um sentido para além da imagem. Um amigo, disse-me recentemente "Estranha a vida que fica nas fotos" e eu em relação ao desenho penso sempre "Que vida, que estória esconderá este desenho?"
Gostaria de começar por sublinhar aquilo que a Maria Celeste afirmou: "o que vale é que o mar é imenso". O que nos deixa sempre o horizonte como uma utopia ao nosso alcance, Rita.
Nelson, para além do desenho, as questões que me apoquentam são questões humanas, éticas, de preservação do património, do planeta and so on, transversais a ideologias, se ainda se pode falar nesse conceito.
Suzana, nem me perguntes algum dia a história por detrás deste desenho. É que eu sou mesmo capaz de responder...
A estória deste só pode ser: Não consegui desenhar deitado porque não via nada para lá do céu azulinho.
Tá bom. Gosto das cores mt naturais.
Só sei que gosto de olhar este mar, este desenho!
Não faz mal nenhum sonhar... muitas vezes também me acusam de ser um sonhador, eu agradeço pois sonhar é das coisas mais bonitas que podemos fazer, e tem sido o combustível para muita coisa boa que tem acontecido portanto... dream on!
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