Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Escondidinho em Lisboa I


No cruzamento da Rua da Metade com a Rua do Cardal de São José, dou conta das traseiras de um edifício escondidinho por detrás de um muro alto. Tal como o Filipe Almeida diz, a dificuldade é a escolha do melhor ângulo e que por vezes obriga-nos a ficar junto a caixotes do lixo com moscas à volta ou junto a uma janela com alguém à espreita.
Gosto muito de desenhar os detalhes - desde a tijoleira de uma chaminé antiga, às antenas que ainda existem em milhentos telhados de Lisboa ou a mistura de cabos telefónicos - que surgem no campo visual.

3 comentários:

Maria Celeste disse...

...gosto deste amontoado tão escondidnho...
...é um bocado caça ao tesouro...

Suzana disse...

Ficou muito bonito, belo enquadramento!

Alexandra Baptista disse...

que bonita que é esta «moldura». Acho interessante e muito Alfacinha!!!