Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Convento do Beato


A aragem fresca de Urumo, e a presença da Rita Catita




A oficina de Urumo em Lisboa, no início de Setembro, foi uma lufada de ar fresco por toda a sua filosofia de vida e de trabalho.
Ele trouxe consigo o ar fresco de quem se questiona sobre o próprio trabalho, não ficando apenas pela bela roupagem dada ao que vê, procurando um verdadeiro encontro com a vida.
Ao seguir a sua proposta de trabalho com duas cores em dois planos diferentes,  e mudando de posição para integrar outros elementos a fim de não representar literalmente o que víamos, dei por mim a fazer um desenho em que o resultado não parecia ser feito seguindo as indicações.
Mas por dentro de mim senti manifestar-se o que mais tarde compreendi ser o que de mais importante ele trouxe consigo, um forte sentido de liberdade e respeito.
Por sentir que estava a viver um daqueles raros momentos em que sou completamente livre, deixei o desenho decidir por mim. Mudei de ângulo, sim, mas sem me importar que isso fosse evidente.
Ao final ele deu-me conselhos mas disse-me para aplicar mais tarde em outro exercício.

Sem competição, sem ter que se mostrar que se cumpre... aceitando o que vem como aprendizagem.
O que se aprende com cada um é sempre algo mais profundo. As técnicas estão por aí, em milhares de livros e outras plataformas de informação, mas o que se aprende com alguém é sempre uma dimensão humana, um olhar por dentro da vida.
E as afinidades trazem-nos alegria e profundidade ao nosso próprio trabalho.

O desenho está sempre entre o que se diz e o que não se diz, o que está e o que não está.

Cada linha é algo mais que dizemos, quando muitas vezes já está tudo dito.

Teatro Ibérico


Beco dos Toucinheiros



Árvore Mágica

Um fim de tarde no jardim botanico do Monteiro-Mor(Museu do Traje)
Leonor Janeiro

"Tipuanas"em Benfica



"Tipuanas", em Benfica.
O parque de estacionamento do Centro Comercial do Fonte Nova, tem sido sofrido uma requalificação, que muito necessitava. Foi reduzido para metade e criaram-se zonas de lazer e convívio. Bancos de cimento em círculos, com algumas costas aqui e ali, mas de tal modo inclinadas e salientes, que constituem um perigo para a circulação dos utilizadores destes novos espaços.Felizmente as lindíssimas " Tipuanas", foram mantidas. Mas as obras na zona, parecem nunca mais terem fim!

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Bairro das Artes

Desenhar à Flor da Pele, Casa Museu Vieira da Silva, com Valentina.



Retratos à lá 5 minute

Passageiros no metro, 14 e 15 de Setembro...







Travessa Alameda do Beato

Em Lisboa Oriental:

Tabaqueira - Lisboa Oriental


Beco dos Toucinheiros


Cerealis


Abel Pereira da Fonseca


Gaivotas na Falésia

A Praia da Falésia é sempre bela...mas no fim do Verão, com a rentrée, são mesmo as gaivotas que mais se aproveitam dela.

Estava assim em 15 de Setembro:


Lisboa Oriental

Fui convidada a visitar o maior navio de cruzeiros da Europa que estacionou na passada terça feira em frente a Santa Apolonia.
O dia estava magnifico e a encosta, mesmo à minha frente, convidou a desenhar. É uma perspectiva que não tenho habitualmente pois não uso este meio de transporte. Escolhi o piso das piscinas e sentei-me! Passageiros  que optaram por não sair do barco, mergulhavam e tomavam banhos de sol alheios ao cenário....É a minha cidade mas não me canso de a contemplar. O almoço, ainda no barco teve uma outra surpresa: tenho um convite para visitar Lisboa de helicoptero!
Afinal foi dois em um.
Para o proximo ano, quando o navio vier, lá estarei!
Leonor Janeiro