Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Corredor Verde de Lisboa

O Corredor Verde estende-se para além da zona onde decorreu a oficina da LISBOA CAPITAL VERDE 2020, ligando os Restauradores a Monsanto. De certa forma continua pelo dédalo de trilhos em Monsanto. É um agradável percurso que vale a pena explorar.

Corredor Verde de Monsanto


Definitivamente olhar e ver são duas coisas totalmente diferentes. O percurso que já fiz dúzias de vezes, fi-lo como se fosse a primeira vez que o via, seguindo a interessante sugestão do Pedro Cabral, nesta fantástica oficina.


ida às Furnas


A ida às Furnas hoje em dia impõe algumas paragens obrigatórias e uma delas é na Fábrica de Bolos Lêvedos Glória Moniz.

(Lápis de cor e caneta caligráfica)                                                                                                                                                                             «insitu»     

Lisboa - Corredor Verde de Monsanto

Por uma nesga e mistério

Talvez Misterio , Talvez Nesga


Por Uma Nesga


" A Apoteose"


Lisboa verde corredor verde de monsanto


Tanjung Pinang - vistas da janela

"Life is what happens to you while you're busy making other plans." disse o John Lennon.

Eram para ser 15 dias na Malásia... Já passaram 30, já não estou na Malásia mas na Indónesia e sem previsões de regressar. Isto do virus apanhou-me (felizmente) fora da China com uma mochila às costas e um caderno na mão e olhem, vou desenhando e passando o tempo e esperando que tudo melhore e que possa regressar. 



Tanjung Pinang é uma cidadezinha pequenina numa ilha do arquipélago de Riau, na Indónesia. As pessoas são muito simpáticas, o tempo é maravilhoso e ando deliciada com os frutos estranhos que aqui se vendem (já ouviram falar de frutos serpente? tenho de fazer outro post sobre isso).
Mais desenhos em breve! 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Por Uma Nesga

Oficina CORREDOR VERDE DE LISBOA (Monsanto), integrada na Lisboa Capital Verde 2020.  A Virgínia sugeriu, muito bem, o termo "vislumbre".
Desenho já publicado no CADERNO DE LISBOA, Ed Afrontamento.

Café a Brazileira de Torres

A Brasileira de Torres
Em 1915, nascia o Café a Brazileira, tendo como primeira morada a rua Serpa Pinto. O visionário foi o Sr. Luiz Pinto. 15 anos depois, em 1930, mudava-se para o Largo de S. Pedro, para este edifício de esquina, entre as ruas 9 de Abril e Almirante Gago Coutinho. Esta casa ganhou fama através dos seus pastéis de feijão, como o comprova a fachada norte do edifício. Os últimos proprietários foram o Sr. Ricardo Lopes e a Sra. Maria do Carmo, que estiveram à frente desta casa mais de 40 anos. Em 2015, falecia o Sr. Ricardo, vítima de doença. Começava o fim da Brasileira, confirmado com a morte da sua esposa, passado pouco tempo. O Largo e a cidade ficaram mais pobres e tristes. O edifício de 3 pisos, actualmente devoluto, em tempos, para além do café, albergou a habitação do proprietário, a Pensão Abegão, a Papelaria e Livraria Imperio e a Sapataria Gomes.
Este desenho é dedicado ao Sr. Ricardo e à Sra. Maria do Carmo, que juntos, escreveram uma bela página do património imaterial do centro histórico de Torres Vedras.



Corredor Verde de Monsanto

Antes da "Oficina", de dentro do carro, a vista para o Parque Eduardo VII.

No corredor Verde de Monsanto, a "Mesquita de Lisboa".

Do Corredor Verde de Monsanto, entre os edifícios do Palácio da Justiça, a EPL.

Varatojo III

Ao pé da rua do Castelo fica a Rua do Arante, no Varatojo.
Começei mal com a perspectiva mas também não me chateei com isso, o melhor destes sítios é aparecer sempre alguém que conhece alguém que fez um desenho e tal, conversa...



O Corredor Verde de Monsanto

A introdução da Engenheira Agrónoma Alexandra Berger, responsável por aquele espaço verde, e as sugestões do Pedro Cabral foram muito sábias. No entanto estive mais atento ao que se ia passando: pessoas a correr e a andar, ciclistas, os aviões a passarem de 3 em 3 minutos, namorados a namorar, cães a saltar.




No Corredor Verde de Lisboa

Junto os meus contributos, em resultado da 1ª Oficina USkP - no âmbito da Lisboa Capital Verde Europeia 2020 - que tão bem conduzida foi pelo Pedro Cabral!





Viana do Castelo

Vista do primeiro andar, da janela da Biblioteca Municipal. Aqui esperei uma boa meia hora pela minha filha.
Se há sítios inspiradores para desenhar...este é um. Invejáveis como só as janelas de Serralves, esta biblioteca oferece generosas janelas, como que enormes telas para a vida lá fora. Vê-se o que vai ..mas nada se ouve...
Podemos ver sem ser vistos. Desenhar sem ser vistos. Só não podemos ouvir.
  Debruçado num peitoril desenhado pelo grande Siza..., desenho o que vejo,  desenho o som da cidade,
ou melhor, na sua ausência, apenas o imagino. 

Lisboa Capital Verde Europeia




Corredor Verde de Lisboa (ou Monsanto)


Ontem foi dia de encontro no Corredor Verde de Lisboa, com uma proposta de exercícios do Pedro Cabral muito bem "esgalhada", que encaixei numa dupla página.

Corredor verde de Monsanto, a mesquita e o aqueduto

 A Mesquita
O Aqueduto

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Varatojo II

Mais um desenho do Varatojo.
Existem sempre conjuntos de volumetrias interessantes nas aldeias, casas com um crescimento mais orgânico que se vão adaptando às necessidades dos seus habitantes.
Estas parecem pobres, mas na realidade, são as traseiras de um conjunto bem maior, onde o muro com portão e brasão revelam uma família importante, aqui, provavelmente entravam os empregados ou caseiros com as suas famílias e animais.