Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

sábado, 30 de maio de 2015

um caderno especial...(h)

Resolvi fazer a Rota do Chá e fui até à fabrica da Gorreana. Já lá não ía há algum tempo e gostei de ver algumas das alterações e o arranjo que se fez na zona da cafetaria que tem uma vista desafogada sobre a plantação e nos leva até à costa....


(Pilot G-tec-C4, ecoline e lápis de cor)                                                                                                                                       | «in situ» |


Na rocha Conde D' Óbidos


Ultimamente tenho simplificado a cor mais do que o habitual. Será que é por pura vontade ou estará relacionado com o tempo de execução? Talvez seja uma mistura de ambos, mas verdade é que na altura não penso muito nisso. O desenho vai-se fazendo como que sozinho até ao ponto em que diz: já chega. E neste caso chegou mais cedo.

Na Rua Poço dos Negros a conversa com a Oficina Colectiva

Ficamos a perceber melhor como funciona este espaço partilhado na área das artes criativas.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

9º Encontro USk Açores | Visita Guiada ao Cemitério de S. Joaquim - Ponta Delgada

Os Urban Sketchers Açores realizam o seu 9º Encontro de Diários Gráficos no dia 7 de junho, no âmbito da Visita Guiada ao Cemitério de São Joaquim, de Ponta Delgada, pelo Prof. Francisco Queiroz | Francisco Queiroz.
Venha aprender a olhar para melhor desenhar. Venha conhecer um pouco mais sobre a arte tumular e o Romantismo. Novas perspectivas de desenho nascem com o conhecimento de antigas estéticas. Um pouco de Arte, de Romantismo e da nossa História local apreendidas com o olhar, o ouvir e o saber. Evento aberto àqueles que querem desenhar ou simplesmente ouvir e saber.
Uma iniciativa realizada em parceria com a Associação Histórias Sábias.

Devendra Banhart e Andy Cabic

Um concerto fantástico no Auditório de Espinho com Devendra Banhart e Andy Cabic dos Vetiver. Pouquinha luz, quase às cegas, mas o pincel negro lá deu uma ajudinha para perceber minimamente o que estava a fazer :)
Mais desenhos AQUI

Primeiro desenho de praia


Primeiros desenhos de praia





Rua Poço dos Negros, 119


Os sketches dos Açores - 7

 


O que eu gostei da Biblioteca de Ponta Delgada!

Ainda por cima, logo à entrada, fui presenteada com uma exposição de sketchbooks.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Jazz em Belém



Quem é quem na Torre de Belém?


Não deram por nada durante mais de 2 horas... =)

Rabiscos no ITQB


Partilho alguns dos desenhos do Zé Ricardo Salvado que organizou comigo os "Rabiscos no ITQB". Mais desenhos ALI.

Conversas Fascinantes com David Crespo sobre plantas e pastagens

Conversas Fascinantes com Jorge Paiva
sobre mitos e fabulações em redor das plantas

Conversas Fascinantes com Silas Pego sobre melhoramento
do milho tradicional português e a quase ausência de fascínio dessa área
dentro comunidade científica



Le Due Torri

Uma viagem de trabalho à Toscana sabe sempre um bocadinho a lazer. Que sorte! Depois de sete anos sem lá voltar, eis que um intercâmbio docente Erasmus me faz regressar a Florença em pleno Maio - um mês em que já há muitos turistas, mas não tantos como no Verão. Primeiro parei em Bolonha, onde fiz alguns esboços que, agora, pude aguarelar. O primeiro mostra as "Duas Torres" no coração da cidade, inclinadas uma para a outra como que a cumprimentar-se. Sim, não é só em Pisa que os italianos erraram nos cálculos do fio de prumo! Aqui deixo a minha visão das torres Garisenda (à esquerda, a mais baixa) e Asinelli, datadas do séc. XII, sobre uma rua caótica captada a partir da Praça de Neptuno:


Fotografias do local e o passo-a-passo da aguarela podem ver-se em A Caçadora de Desenhos. Os outros desenhos virão depois.

Monção

por terras de Deu la deu 

algarves


Quinta das Conchas

 

Arbusto grande das Conchas nas suas cores primaveris.

XirArte de Rua_Mai15_I

Devido ao meu atraso não fiz a primeira proposta (nº 3 da Dina) com que iniciaram esse Encontro

II PARTE após o almoço livre, deslocamos à majestosa e contemporâneo edifício da Biblioteca FÁBRICA DAS PALAVRAS, onde assistimos a um recital da pianista Lali Asanashvili e, finalmente, trabalhamos a última proposta do dia "Vistas DA e PARA...." 

Perguntei mas não vi o programa mas reconheci o repertório (pelo menos de uma delas) 
Fig 1. Um momento do recital

Fig 2.  No auditório da Biblioteca Fábrica das Palavras

Distraidamente, uns apontamentos desse espaço da Biblioteca....

Basílica Estrela, Lisboa


 a cúpula da Basílica, vista do Jardim da Estrela

XirArte de Rua_Mai15_0

Encontro de Desenho de Rua e Outras Artes

17 Maio 2015 (Domingo) - 10 às 17h30
Org. Rita Caré, Isabel Alegria e Dina Domingues

I parte - Desenhos baseados em três propostas que nos foram distribuídas  respetivamente pelas três Organizadoras.
               Fig 1. O CORAÇÃO DESENHA SEMPRE BEM. ( UM DOS TEMAS).


De seguida,  " Duas vistas DA e PARA a Biblioteca Fábrica das Palavras" - Proposta da Rita Caré.

Fig 2.  Último DESAFIO do dia 

Fig 3. Apenas aproveitando um fugaz registo de momento das terras de Soeiro Pereira Gomes....

quarta-feira, 27 de maio de 2015

S Bartolomeu de Messines

Afinal ainda havia um desenho do Encontro 76.
É o último (o último desenho, não o último Encontro).

Dia da Biodiversidade - Gulbenkian


Rua Poço dos Negros,123

A Companhia Portugueza do chá

Quiosque


O quiosque do Príncipe Real num fim de tarde, com os últimos raios de sol a espreitar por entre as árvores. É disto que é feita a Primavera!


Rabiscos no ITQB para celebrar o Fascínio das Plantas

Na semana passada foram organizados "Rabiscos no ITQB" para celebrar o Dia do Fascínio das Plantas no Instituto de Tecnologia Química e Biológica da Universidade Nova de Lisboa . Os participantes foram desafiados a desenhar durante as "Conversas Fascinantes"(com investigadores já reformados e sobre o motivo que os levou a dedicarem as suas vidas a estes seres vivos), numa visita a um laboratório e em estufas. Houve ainda oportunidade para desenhar as vistas no topo do edifício e ainda numa visita à Casa da Pesca, monumento nacional, que se localiza dentro da antiga Estação Agronómica Nacional, e que se vai degradando com os anos praticamente ao abandono. 

Será organizada uma exposição online. Mais informações sobre este projecto ALIEsperamos que em breve se possam organizar mais "Rabiscos no ITQB". 

Mais desenhos meus ACOLÁ

Conversas Fascinantes com Silas Pego
e o "seu" estimado milho tradicional Português

Investigação em plantas do trevo para pastagens

Micropipeta multicanal para uso em vários tubos de ensaio
em simultâneo

Câmaras de crescimento (estufas) de milho e feijão
e vistas para Oeiras e Bugio

A Urban Sketcher Teresa Ruivo a desenhar na Casa da Pesca



mais uma greve do metro...

e eu com tempo. 4 paragens na Almirante-Reis. O quarto desenho é mais uma pequena prova que nem sempre se devem levar a cabo os planos inicíais.

Os sketches dos Açores - 6

 

A puxada humana

Lembram-se do Desafio 43?

Fiz anteontem um estudo do sono e tornei-me, durante uma noite, numa verdadeira puxada humana. Instalaram-me, creio, 15 sensores na cabeça, cara, tronco e pernas. Foi uma instalação de uma hora e meia no centro clínico, mais uma divertidíssima caminhada até ao taxi - ponderei a hipótese de ir de metro, mas como andam os ânimos e com a barba, pensei melhor - uma noite sem muito descanso e uma sessão de descolagem com acetona, que ainda hoje não acabou. Ainda encontro a ocasional crosta de cola dos terminais no cabelo.


out jazz / vamos desenhar a Torre de Belém?


terça-feira, 26 de maio de 2015

Largo Raphael Bordalo Pinheiro



Andava há anos para desenhar este belíssimo largo de Lisboa. Hoje foi o dia ;) 

Fuseta


"Fazer Praia"

Diz-se que nada melhor que a praia para desenhar pessoas. É verdade. Mas eu prefiro uma coisa ligeiramente diferente. Adoro desenhar pessoas a fazer praia. "Fazer praia"  - algo que pode ocorrer todo o ano mas que, apesar de tudo, requer um mínimo de bom tempo - tem algo de vagamente terapêutico, em que semânticamente se misturam iodo, vitamina D, fémures e cervicais. Exige fatos de banho velhos, desbotados e com elásticos lassos e caídos. Envolve frequentemente  adereços, normalmente  anos 50, em particular se se trata de chapéus.
Pode fazer-se acompanhado, mas é maioritariamente uma actividade solitária. Pratica-se preferencialmente em rochas, ou junto a paredes ou pontões. É ainda uma actividade quase exclusivamente matinal.