Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Tanjung Pinang - vistas da janela

"Life is what happens to you while you're busy making other plans." disse o John Lennon.

Eram para ser 15 dias na Malásia... Já passaram 30, já não estou na Malásia mas na Indónesia e sem previsões de regressar. Isto do virus apanhou-me (felizmente) fora da China com uma mochila às costas e um caderno na mão e olhem, vou desenhando e passando o tempo e esperando que tudo melhore e que possa regressar. 



Tanjung Pinang é uma cidadezinha pequenina numa ilha do arquipélago de Riau, na Indónesia. As pessoas são muito simpáticas, o tempo é maravilhoso e ando deliciada com os frutos estranhos que aqui se vendem (já ouviram falar de frutos serpente? tenho de fazer outro post sobre isso).
Mais desenhos em breve! 

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Por Uma Nesga

Oficina CORREDOR VERDE DE LISBOA (Monsanto), integrada na Lisboa Capital Verde 2020.  A Virgínia sugeriu, muito bem, o termo "vislumbre".
Desenho já publicado no CADERNO DE LISBOA, Ed Afrontamento.

Café a Brazileira de Torres

A Brasileira de Torres
Em 1915, nascia o Café a Brazileira, tendo como primeira morada a rua Serpa Pinto. O visionário foi o Sr. Luiz Pinto. 15 anos depois, em 1930, mudava-se para o Largo de S. Pedro, para este edifício de esquina, entre as ruas 9 de Abril e Almirante Gago Coutinho. Esta casa ganhou fama através dos seus pastéis de feijão, como o comprova a fachada norte do edifício. Os últimos proprietários foram o Sr. Ricardo Lopes e a Sra. Maria do Carmo, que estiveram à frente desta casa mais de 40 anos. Em 2015, falecia o Sr. Ricardo, vítima de doença. Começava o fim da Brasileira, confirmado com a morte da sua esposa, passado pouco tempo. O Largo e a cidade ficaram mais pobres e tristes. O edifício de 3 pisos, actualmente devoluto, em tempos, para além do café, albergou a habitação do proprietário, a Pensão Abegão, a Papelaria e Livraria Imperio e a Sapataria Gomes.
Este desenho é dedicado ao Sr. Ricardo e à Sra. Maria do Carmo, que juntos, escreveram uma bela página do património imaterial do centro histórico de Torres Vedras.



Corredor Verde de Monsanto

Antes da "Oficina", de dentro do carro, a vista para o Parque Eduardo VII.

No corredor Verde de Monsanto, a "Mesquita de Lisboa".

Do Corredor Verde de Monsanto, entre os edifícios do Palácio da Justiça, a EPL.

Varatojo III

Ao pé da rua do Castelo fica a Rua do Arante, no Varatojo.
Começei mal com a perspectiva mas também não me chateei com isso, o melhor destes sítios é aparecer sempre alguém que conhece alguém que fez um desenho e tal, conversa...



O Corredor Verde de Monsanto

A introdução da Engenheira Agrónoma Alexandra Berger, responsável por aquele espaço verde, e as sugestões do Pedro Cabral foram muito sábias. No entanto estive mais atento ao que se ia passando: pessoas a correr e a andar, ciclistas, os aviões a passarem de 3 em 3 minutos, namorados a namorar, cães a saltar.




No Corredor Verde de Lisboa

Junto os meus contributos, em resultado da 1ª Oficina USkP - no âmbito da Lisboa Capital Verde Europeia 2020 - que tão bem conduzida foi pelo Pedro Cabral!





Viana do Castelo

Vista do primeiro andar, da janela da Biblioteca Municipal. Aqui esperei uma boa meia hora pela minha filha.
Se há sítios inspiradores para desenhar...este é um. Invejáveis como só as janelas de Serralves, esta biblioteca oferece generosas janelas, como que enormes telas para a vida lá fora. Vê-se o que vai ..mas nada se ouve...
Podemos ver sem ser vistos. Desenhar sem ser vistos. Só não podemos ouvir.
  Debruçado num peitoril desenhado pelo grande Siza..., desenho o que vejo,  desenho o som da cidade,
ou melhor, na sua ausência, apenas o imagino. 

Lisboa Capital Verde Europeia




Corredor Verde de Lisboa (ou Monsanto)


Ontem foi dia de encontro no Corredor Verde de Lisboa, com uma proposta de exercícios do Pedro Cabral muito bem "esgalhada", que encaixei numa dupla página.

Corredor verde de Monsanto, a mesquita e o aqueduto

 A Mesquita
O Aqueduto

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Varatojo II

Mais um desenho do Varatojo.
Existem sempre conjuntos de volumetrias interessantes nas aldeias, casas com um crescimento mais orgânico que se vão adaptando às necessidades dos seus habitantes.
Estas parecem pobres, mas na realidade, são as traseiras de um conjunto bem maior, onde o muro com portão e brasão revelam uma família importante, aqui, provavelmente entravam os empregados ou caseiros com as suas famílias e animais.



1ªOficina – Corredor Verde de Monsanto

No decurso do evento “Lisboa Capital Europeia Verde 2020 decorreu hoje a 1ªOficina com o formador Pedro Cabral no Corredor Verde de Monsanto.

Pedimos a todos os desenhadores para enviarem os desenhos que vão fazendo (um por encontro ou oficina e devidamente identificado com o autor e o local) para o email uskp.actividades@gmail.com. Faremos todos os possíveis para incluir no livro ou na exposição pelo menos um desenho de cada autor.

Podem ver aqui toda a programação


Grená



Durante o passeio à Grená e de regresso ao ponto de partida, por entre a vegetação que nos cercava, abriu-se uma janela de luz e de vislumbre para a Lagoa. As Furnas não deixam de me surpreender e este novo recanto, que se encontra ainda em processo de modelação encantou-me.

(Lápis de cor, aguarela e caneta caligráfica)                                                                                                                                            «insitu»     

Lx Factory num dia assim...



sábado, 15 de fevereiro de 2020

Varatojo I

Um excelente Encontro Oeste Sketchers, à volta do Convento Franciscano do Varatojo, cheio de história, com 550 anos. Depois da visita guiada, desenhos pelos largos e ruas da aldeia.



Rua da Beneditina/Rua S. João da Foz


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

O guloso e a guloseima

Debate "As portas de Algés", Palácio Anjos, Algés, 16.1.2020

Garrafão

Garrafão de vinho tinto :  Herdade do Mouchão : Corrente
Lápis : Marcador : Canetas de Feltro

 
 


Gosto imenso destas queijadas. Recebi por mão amiga uma caixa com elas. Quando cheguei à última resolvi que a haveria de pôr no meu sketchbok.