Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

Quinta-feira, 23 de Maio de 2013

Drunk-Walker

Lançamento do último livro de Nuno Moura, Drunk-Walker.
Um livro muito belo, casamento divino entre poesia e arte.
O lançamento decorreu na livraria Sá da Costa e a edição é da Milena Olissipo.

Milagre da multiplicação

Na margem do rio Séqua em Tavira.

Gigantes encantados na serra algarvia

                                          Gigantes encantados...

 

Ericeira - Furnas

 


 
Quer na  serra quer  no sapal, cores e traços revelam  um caldeirão de sentimentos. A representação vai para lá da paisagem visível.

 
 
 
No sapal em Tavira com a cidade a surgir timidamente.
A natureza permite-me  libertar emoções.  

Casa da Guia


Durante um almoço na Casa da Guia de Cascais tive oportunidade de fazer um desenho um pouco mais paciente, a levar o seu tempo, para contrapor os desenhos mais rápidos que tenho feito ultimamente na correria do dia-a-dia.
Parece que nunca estou contente: se faço muitos desenhos rápidos seguidos sinto falta de desenhar devagar e vice-versa.
Mas no fundo, no fundo, sempre que estou a desenhar estou contente.

Quarta-feira, 22 de Maio de 2013

"A leitura e a música abrem-nos uma janela para o mundo..."

Panthéon de Paris

Que não saiba a tua mão direita o que faz a mão esquerda.

37º. ENCONTRO DOS USKP no MAC_Lx_mai13

 
  NO MUSEU DO CARMO,

.                                                        Uma imagem de São João Nepomuceno
 

Dois seres mumificados (masculino e feminino do Peru), dentro das respetivas vitrinas e em boas condições de conservação.

Terça-feira, 21 de Maio de 2013

7º Festival Islâmico de Mértola

Terminou no domingo, mais um Festival Islâmico em Mértola. Um ambiente excelente que adoro e que não perco desde a 3ª edição. A paisagem é maravilhosa e é como uma viagem ao norte de àfrica e à herança árabe do sul do país.

Um desenho rápido num momento de descanso de um grupo que animou as ruas com música tradicional.

No sábado à noite um concerto psicadélico com Mad Sheer Khan e no domingo um concerto com o grupo de adufes de Proença-a-velha num espaço bem improvisado. Em 2015 há mais!

37º Encontro Diários Gráficos Igreja do Carmo 18 Maio


Trafaria (no caminho para a Casa do Vapor)


Trafaria

Desenho feito na chegada à margem Sul de barco: Trafaria, antes de partir para a Cova do Vapor.

Casa do Vapor - Work in progress




Aqui estão os meus desenhos de hoje, que documentam a evolução da construção da Casa do Vapor, na Cova do Vapor, que está, por sinal, bem mais avançada do que na visita anterior.

Casa do Vapor

Aqui fica o meu contributo ao desafio lançado pela Casa do Vapor, de documentar a evolução da construção das suas instalações.



Amizade

 
A minha querida amiga S. que ontem fez 36 anos.
No comboio a caminho da praia.
15/4/13.

Türk Postallar vol 02: Três de (Şanlı)Urfa


A cerca de 50km da carnificina que grassa por terras Sírias, Urfa (ou Şanlıurfa, se assim o preferirem) parece passar ao lado do conflito. Parece— mas que conclusões de turista acidental terão a mínima relevância para o que quer que seja? Mas voltemos a Urfa (ou Şanlıurfa, lá está, parece que os nativos a páginas tantas acharam que Urfa não bastava, e toca de aditivar o nome do burgo com o termo şanlı, ou gloriosa), um dos berços da civilização plantado em pleno Crescente Fértil. E, até ver, berço da religião, com o mais antigo templo conhecido: Göbekli Tepe Razões de sobra para uma visita.


Göbekli Tepe, gravuras de Grous (e Avestruzes?), antes de uma valente bátega

~

Urfa (ou, não sei se terei referido já, Şanlıurfa) tem História para dar e vender. É no que dá ser cidade que vem lançadíssima lá do princípio dos tempos (históricos). Diz que é terra de profetas, que foi ali que Abrão escapou por milagre à fogueira: do braseiro fez-se lago e assim nasceu o Balıklı Göl (ou Lago dos Peixes). Diz também que foi aqui que Deus se entreteve um pedacinho a atormentar, ou melhor dizendo, a deixar atormentar Job. Outros tempos. Mas para lá do reboliço de bazares e Renaults 12 brancos, Urfa (ou Şanlıurfa, fica ao critério do leitor), desenrola-se um labiríntico emaranhado de ruas e ruelas onde flui Árabe, Curdo e Turco. E se Dorothy confidenciava a Toto que lhe parecia já não estar no Kansas, a mim palpitava-me que já não estava na Turquia que (mal) conheço.

Fonte junto a uma mesquita, desenhada sob olhar atento de Ahmet, o Sírio

~

Urfa (que muito antes de ser sequer Şanlıurfa foi Edessa), mais parece um queijo suiço. Ele é cavernas e cavernitas por toda e qualquer encosta. Gente dada ao trogloditismo já antes de Alexandre, o Grande, por ali ter passado. Gente dada que após a sua passagem, continuou a apostar nesta modalidade urbanística. E foi numa encosta esventrada, com escombros por todo o lado depois de uma expropriação à la Turka (que são de arrepiar, como foi no caso das evacuações em Tarlabaşı) que numa das muitas grutas a céu aberto entrámos numa necrópole Grega, com relevos talhados no calcário macio. E lixarada, como não podia deixar de ser. Ainda fomos convidados pelos donos de uma garagem mesmo ao lado a visitar a caverna deles, à qual se acedia pelas traseiras. Um grande painel de mosaicos, diziam-nos os mecânicos, mesmo no fundo da gruta. Ainda pusemos um pézinho nas escadas que desapareciam no breu, mas os escombros, o punjente cheiro a mijo e lixo e o facto de não se ver ponta de um corno levaram-nos a diplomaticamente declinar o convite. "Sabe como é, gostávamos, mas falta-nos lanterna..." Porque estas coisas, todos sabemos como começam, mas ninguém sabe como elas acabam...


Relevo Grego de um Centauro-hipocampo, durante saraivada grossa
 
 
 


Quinta das Conchas e quinta dos Lilazes.

Fonte

Velha fonte de ferro fundido frente ao Colégio do Espírito Santo em Évora. Está marcada como sendo de 189?. Verifiquei, ainda funciona.

O mau feitio de Paris

Paris é uma cidade com mau-feitio. É chata, gosta que lhe dêem atenção. É uma cidade mimada. Gosta de ser vista, gosta de vislumbrar. E é teimosa. É bonita, tem um olhar triste, mas é bonita. E esta tarde voltou a confirmar. Com chuva, com frio e vento, mostra-se assim. Eternamente inacessível. Não se deixa apanhar, não se deixa desenhar. Escapa-se. Seduz escapando-se. É chata. Gosta que lhe dêem atenção. És bonita, mas tens mau-feitio.


37º Encontro dos USK no MAC



Estava sol e chuva e sol e chuva...
até que me sentei na loja com vistas
para o Castelo de São Jorge.
E fiquei finalmente sossegada a desenhar.


Mais rabiscos AQUI


subúrbios


Segunda-feira, 20 de Maio de 2013

Rua Santa Cruz, Proença-a-Nova


João Rafael

João Rafael Dionisio, a ler alguns dos seus textos na Soc. Guilherme Cossoul durante a Edita (encontro de editores independentes).17/5/13

Pai

Pai a ler revista Libero.12/5/13

Ofir

Ofir, Portugal, 18.03.2013
 
 


Passeando em Lisboa na bela trama de ruas que circundam o Castelo de S. Jorge. Descobrir a cidade é do que mais gosto.

Uma das casas mais antigas e, ao fundo, a bela igreja do Menino de Deus.

LISBOA PANORÃMICA_ JAN13

Workshop de diários gráficos com Richard Câmara:
                                    1.Miradouro de São Pedro de Alcântara, em Lisboa às 20 h
2. Junto à Fonte do Miradouro. 
        3. Entre o Elevador de Santa Justa e o Convento do Carmo às 23h.
 
Tinha sido uma noite gélida, com muita chuva. Apesar da intempérie, procuramos estar o melhor possível abrigados, protegidos até ao último momento nessa atividade, bem como no difícil retorno a casa. Correu tudo da melhor forma e foi deste modo uma experiência diferente com resultados positivos. Agradeço ao Coordenador a amabilidade por nos ter sempre acompanhado assim como ao Promotor cujo nome por questões de ética não é possível divulgar, pela colaboração em nos ajudar a ultrapassar as dificuldades naquelas citadas circunstâncias.

Domingo, 19 de Maio de 2013

E o verão vai chegar!


...falta um mês para o verão...

Hoje,num dia de frio e chuva,imaginei papoilas vermelhas,flores amarelas,o verde dos campos e principalmente o céu azul.
Resolvi partilhar esta experiencia ,feita no caderno grafico.embora não resulte de uma observação direta.Gostei sobretudo de usar as cores da aguarela livremente.É uma simples experiencia à espera do verão.



Lisboa, 18 de Maio de 2013. O Museu Arquelógico do Carmo foi o palco do 37º encontro dos Urban sketchers Portugal. Os Serviços Educativos do Museu acolheram com entusiasmo esta iniciativa, que como se tem visto por aqui, teve resultados de grande nível.

Grifo


Tenho a convicação de que algumas aves, sobretudo as de maior porte, têm um pacto de solidariedade com os UrbanSketchers, pois presenteiam-nos com uma calma e virtuosismo na pose, que nos permite fazer o registo com o tempo todo do mundo.

Conferência na Biblioteca Municipal de Castelo Branco



Conferência na Biblioteca de Castelo Branco


NOVA MENSAGEM
(membros)
CONTACTO
diariosgraficos[at]gmail.com
FORMAÇÃO

Mário Linhares | 2.jun

Richard Câmara | 7 e 8.jun



José Louro e Sara Simões | 8.jun
Dois urbansketchers na floresta Laurisilva

Alexandra Belo e Vítor Mingacho | 15.jun
Uma semana em Berlim

Manuela Rolão | 29.jun
Pequenas grandes viagens

Luís Ançã | 6.jul
Viagem pelo Alentejo

Mónica Cid | 27.jul
Viagem de estudo a Paris

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38º Encontro de Diários Gráficos | 26 de maio

38º Encontro de Diários Gráficos | 26 de maio
Lisboa | topo do Parque Eduardo VII

Gaveta de rascunhos

 
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