Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Desenhando em redor da Sé

Foi este desenho que fiz para a exposição do PONTO DE LUZ
Mas há lá muitos outros desenhos que vale a pena ver.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Desenhar a REABILITAÇÃO URBANA

REMINDER para o nosso próximo encontro, já este Domingo 29 de Março.

Este encontro, inserido nas actividades da Semana da Reabilitação Urbana de Lisboa, vai ter o patrocínio da CBRE, e o donativo reverte para a Associação USKP. Vamos ter a Inma Serrano connosco nessa tarde, autora de verdadeiros Monstros Arquitectónicos em cadernos. 

No dia 15 de Abril, inaugurará na Sociedade de Geografia uma exposição com os nossos desenhos, feitos nessa tarde, ou noutra altura, desde que enviados para o uskp.actividades@gmail.com e com o mesmo tema, como este que o Pedro Cabral já me enviou.

Atenção que este fim de semana muda a hora! Não se atrasem.

Mais informações sobre o encontro aqui.


Desenho: Pedro Cabral

Seminário sobre o Projeto Fénix

Não fica na categoria do urban sketching. 
O que é certo é que passei o dia a desenhar (ai se a chefe sabe!)...




De Gillete em punho

Mesmo que fique mal, o que mais gosto é de desenhar as pessoas que, por um ou outro motivo chamam a minha atenção e me levam a imaginar a sua história de vida.
Foi o caso deste senhor, de fato coçado e gravata amarrotada, que estava hoje às 9 da manhã junto ao Marquês de Pombal, a fazer a barba em seco.  Não tive mais que 1 minuto...

Estacionamentos e Telhados de Torres Vedras


Em Torres Vedras, à semelhança do resto país, quando um edifício cai, enquanto não se decide o que construir (porque a crise ainda anda aí e não há dinheiro ao contrário do que os "lobistas" dizem), faz-se um parque de estacionamento... É chato porque ter um lote forrado a carros em plena zona histórica não é bonito, mas por outro lado, podemos explorar vistas nunca antes conseguidas... Em tempos não muito remotos, aqui era o ringue do Sporting Clube de Torres (hockey), de dimensão considerável, impedia qualquer contacto visual com o castelo, o que agora já não acontece. Cidades com castelos têm sempre muita pinta, como eu costumo dizer, e quando temos um contacto sempre permanente com os mesmos, ainda melhor. Estas "ilhas" de betão e asfalto facilitam essa tarefa ;)

Esculturas do Palácio do Marquês, Oeiras


Gosto muito do resultado desta dupla página, porque é um bom exemplo para me relembrar uma e outra vez que para desenhar como gosto necessito de "aquecimento" para libertar o traço e o medo da folha em branco...

Nenhuma das esculturas está muito parecida com as originais, mas isso não importa nada, porque o que me interessa mesmo é seguir um processo de desenhar que traga algum consolo.

Desenhos feitos da esquerda para a direita


Presuntos pintados a vinho


Depois de andarmos às voltas,  e já decidas por rabiscos de comidas, fomos direitas às mesas em frente à loja dos presuntos descobri-los todos de formas e cores diferentes.

A Ani não resistiu e foi buscar um "trio" e vinho. Foi com esse mesmo vinho que pintámos uma parte dos nossos desenhos. Depois de seco neste caderno o vinho passou a ser roxo...



Postais

Estavam esquecidos estes postais! Por altura do Natal fiz estes postais para oferecer, acabaram por ser experiências, o desenho foi feito por observação das plantas, sob as manchas de cor.

Mais alguns sketches rápidos no metro

Confesso que já tinha algumas saudades das páginas brancas. Duas amigas à conversa na estação da Baixa-Chiado e, já no metro, uma pequena composição de cabeças durante a hora de ponta.





 


Ao meu caderno a primavera chegou um dia mais tarde e ali ficou esquecida no meio do vento.
As cores ficaram muito mais intensas... Tal era a vontade do sol e da luz de Lisboa.

Os presuntos não são todos iguais...





...foi o que saboreei ontem no Mercado da Ribeira, com a Rita Caré e o Vítor.

Aniversário USk Portugal


Hoje, dia 26 de março, faz 6 anos que foi publicado o primeiro post neste blogue.
É muito tempo sempre em crescimento. Impressionante...

É inquestionável a influência que este grupo teve na minha vida. 
Obrigado Gabi Campanario por teres acordado um dia com o sonho de juntar estas pessoas todas que desenham o seu quotidiano!
Obrigado também ao Eduardo Salavisa, porque foi depois de um workshop dele que nos metemos nesta aventura...

quarta-feira, 25 de março de 2015

A roupa gosta de vento

Esta semana há vento e os estendais estão mais bonitos.  A roupa, ora balança suavemente, ora rodopia aos pinotes como num tango argentino...Uma coisa é certa: a roupa gosta de vento!


Parque dos Poetas

Estrelícia, ou "Pride of Madeira".


73º Encontro - Parte dos Poetas - desenhos dos mais novos

Não podia deixar de colocar aqui os desenhos dos mais novos que me acompanharam neste encontro

por José Miguel (10 anos)

 por João Pedro (12 anos)

Diferentes interpretações, a mesma personagem.

Hospital do Barro - Capela

 
Em breve, esta capela do antigo Sanatório do Barro (Torres Vedras) vai fechar as portas e não se sabe quando voltará a abri-las. Este antigo sanatório pertence ao ministério da saúde que decidiu encerrar todo o equipamento, apesar das ultimas obras levadas a cabo nos últimos anos.
 
Mais um edifício público que ficará fechado à espera de melhores dias... ou não...

A letra W do alfabeto lisboeta...


... levou-nos para uma sessão mais conceptual à boleia de experiências com materiais novos...

Campo Pequeno

Não consegui participar na sessão do Alfabeto Lisboeta dedicada ao 'P' de Campo Pequeno, por isso aproveitei uma meia hora de espera para desenhar esse edifício tão invulgar da nossa Lisboa. Comecei por "desenrolar" metade da fachada circular, sobre a qual desenhei uma perspectiva da entrada principal, desenvolvendo o estilo que já tinha ensaiado para a Sé de Leiria e para uma máquina no Museu da Electricidade. Gostei do resultado!

Estacione que é grátis... agora compra! (Int 46)


Não é hábito ver hipermercados no centro da cidade a arruinar com todo e qualquer comércio de Rés-do-Chão, típicos das cidades nacionais, mas que eles andam aí, isso andam... Estacionem o carro de borla (e muitos só não entram com o carro dentro da loja porque não cabem na porta) mas comprem, comprem, almocem e já agora comprem mais umas coisinhas... Realmente os preços são baixos, mas a que custo?
Jardim do Arco Do Cego (Lisboa): A Primavera chega muito lentamente.