Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

quinta-feira, 23 de Outubro de 2014

Letra D -Docas

...desenhar ,à noite, a preto e branco...sketch muito rápido...

Rota Vicentina

Praia da Bordeira
Neste passeio da ROTA VICENTINA (ainda deixei uma parte do percurso para futuras oportunidades) tive a sorte de apanhar uns maravilhosos dias de outono.
A água estava mais quente do que em agosto no sotavento.
Mesmo com algumas chuvadas valia a pena acabar o dia com um mergulho. E que maravilhosas praias por ali há!

45th world wide sketchcrawl - Águeda

No dia 18, pelo 45th world wide sketchcrawl, o ASK - Aveiro Sketchers - deu uma voltinha até Águeda, uma cidade com uns lugares bem interessantes para desenhar, a pedir novamente um regresso...
Mais AQUI

Foto de Helena Zália

Durante a viagem, no "Vouguinha"

Desenhos na estação da CP de Águeda. Um azulejo de um edifício na zona antiga da cidade.

Numa simpática visita guiada pela "Casa do Rio" um edifício antigo sobranceiro ao rio, cheia de pormenores a pedirem para ser desenhados e a melhor vista sobre o rio. Eu fechei-me na casa de banho :D

[D]ocas


Na letra D do Alfabeto Lisboeta durante o anoitecer na Gare Marítima de Alcântara.

Torres Vedras pela manhã


Um esquisso rápido do castelo de Torres Vedras visto da várzea, logo pela manhã. Foi feito a correr porque o autocarro não espera ;)

Exposição USkP


Depois do 1.º e 2.º ciclos de comunicações e workshops, eis que surge uma exposição com os trabalhos realizados na altura.

A inauguração é a não perder! Apontem na agenda: 29 de outubro, pelas 18h.

Quarentena! "Uma viagem clandestina a um lugar onde não se pode voltar".


Florença

 
 


Das pontes e nas pontes de Florença. A primeira não precisa de legenda. A segunda tirada da mesma ponte que a anterior mas para o lado contrário sobre as colinas de Florença num final de tarde magnífico.

Vitra em Weil


Dancing House do Gehry em Praga


quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

Rota Vicentina

Numa volta do trilho vejo um belíssimo medronheiro e, ao lado, um jeep todo inclinado (aquilo não era sítio nem mesmo para jeeps) e dois funcionários parados, a olhar para mim.

A situação era tão insólita que me cheguei e meti conversa:
“Que belos medronhos.”
Um dos guardas (o único falante) respondeu:
“Ah esta árvore… esta árvore…”
E começámos os três a comer desalmadamente medronhos, com muitas recomendações de não comer demais porque podiam fazer mal, bebedeiras, indisposições, ressacas, … (sempre era mais uma boca a comer…)
O medronheiro era notável e lindo. Ainda com muita fruta por amadurecer mas já tinha quilos de fruta madura e não havia nenhum daqueles medronhos pequenos e escuros, secos e com pintas pretas que ficam a trabalhar nos dentes.
Todos os medronhos que comi eram deliciosos, tenros, carnudos, dos que se soltam da árvore ao primeiro toque, e docíssimos.
O jeep tinha um sarilho de mangueira e uma bomba de água e eu perguntei:
“Andam aqui por causa dos fogos?”
Ao que o guarda, com um gesto muito vago, respondeu:
“Vigilância… vigilância…” (Era de poucas palavras mas repetia-as sempre) e eu, para dizer qualquer coisa continuei:
“Pois… este ano foi muito clemente em fogos” mas cá para mim fiquei a pensar “vigilância mas é dos medronheiros”
Fiquei contente por perceber que estes guardas conhecem a serra árvore a árvore. É mais do que o papel deles e é para isso que servem estas voltas na serra. Este conhecimento é-nos fundamental em inúmeras situações.
Comam medronhos, comam e muitos!

À PROCURA DOS PEUGEOTS e de um gato escondido....

 O 64.º Encontro de Diários Gráficos

Fomos desafiados pela Peugeot, na Av. da República em Lisboa e diga-se bem recebidos pela casa (empresa). Com imensos instantâneos já recebidos, o que se agradece (isso não vale - eu fui apanhada!). Mas foi um  acontecimento aprazível e numa tarde sem chuva.

Curiosamente, um gato dentro de um motor também entrou nesse desafio.
OS MEUS REGISTOS DO ENCONTRO DO DIA 18 OUT14.

Gente que espera

Alguns sketches rápidos e simples, apenas com linha.






terça-feira, 21 de Outubro de 2014

Odeceixe

Caminhando a Rota Vicentina.
Durante o dia andam dispersos mas ao pôr do sol são como os pardais.
Juntam-se nos locais preferidos para passar a noite e é vê-los sossegados, jantando com os olhos postos no mar.

Verão de S. Martinho

Ontem voltei ao paredão de Carcavelos. Com o calor, a praia encheu-se de gente, as esplanadas ficaram sem lugares e, com mais amigas ou mais solitárias,  as senhoras voltaram a pôr os seus fatos de banho. Os mesmos,  mais uma vez, de muitas que ainda  hão-de vir…


Fins de tarde

Gosto muito de fazer uma pausa para desenhar ao fim da tarde. 
Da minha varanda, as vistas são largas. 
Desenhos do passado fim de semana.
Tenho começado pela mancha de cor e depois trato da linha!



60x2x12 dimensão do pórtico Museu Brasileiro da Escultura

caneta preta 0,05 e 0,4 | caneta pincel de feltro cinza

Gelados artesanais

Além dos gelados serem óptimos é muito interessante ver fazer os gelados! No espaço há equipamentos lindíssimos, desde umas máquinas amarelo nápoles, as formas das cassatas, etc..etc..

Costa leste / costa sul


A diversidade da costa de Lagos contabiliza muita da beleza da região. A costa leste, mais próxima do centro da cidade, é acidentada, com falésias de arenito e calcário que cedem inverno apos inverno. Pequenas praias de areia grossa podem ser encontradas nos meandros da falésia. Diz-se que estas praias rochosas terão sido portos de abrigo para os navios piratas que assolavam a zona séculos atrás. A praia Dona Ana é uma dessas praias. Dividida em dois por um maciço natural, nesta pequena praia funcionam vários ambientes diferentes. A zona central mais movimentada é ocupada por famílias e é donde partem os botes motorizados das visitas às grutas. A parte escondida só é acessível na maré baixa e por isso é um pouco mais resguardada. Mas à medida que se aproxima o meio-dia, não há zona que fique sossegada por muito. A pacífica neblina matinal é substituida rapidamente por um brilho contrastante do sol, por gritos de crianças e conversas em várias línguas. É das poucas praias em Portugal onde se pode apreciar o nascer do sol no horizonte do mar.


O Porto de Mós é uma única praia que ocupa a maior parte da costa sul. As falésias continuam na paisagem, mas a areia mais macia domina o território. Esta praia costuma ser o ponto de encontro de grupos de amigos que frequentemente se interligam. As dimensões do areal proporcionam ampla área para desportos de praia. O mais comum é as famigeradas raquetes - ou ténis de praia - instrumento de percussão mais usual das praias de Portugal, com o seu característico tac! tac! tac! Algo como um enorme e preguiçoso pica-pau que, volta e meia, faz uma pausa no trabalho.

Bela vida a do sul!

(http://pedromacloureiro.com/2014/08/east-coast-south-coast/)

Vida nocturna de Lagos


Durante o inverno, Lagos é só uma pequena cidade no sul de Portugal. Fora do trabalho, os nativos confraternizam com família e amigos, normalmente em bares, cafés e esplanadas, se o tempo o permitir. No verão, a pequena cidade é invadida por dezenas de milhar de turistas que alimentam a economia local por mais um ano e transformam a localidade num movimentado resort à beira-mar. O comércio local trata de acumular para o inverno, como diligentes esquilos, enquanto dura o sol. Uma data de lugares dedicados a turistas abre negócio justamente nesta altura.


A diáspora de nativos que vem passar as suas férias em casa procuram os prazeres simples (e às vezes secretos) que funcionam todo o ano. O B.A. é um porto de abrigo nesse sentido. Um pouquinho fora do trilho batido, esta pequena taverna tem álcool a preços de amigo, um pátio aconchegante e uma tribo de rostos conhecidos.


A recém-aberta Esquina do Fado foi uma agradável surpresa. Um bar de vinho / vendedor de conservas / bar de música atrai uma boa misturada de pessoal e tem frequentes jam sessions de músicos locais que passam lá a noite. Tocam músicas ianques na maioria. Não me queixo - curto à brava um bom blues.


Depois há a mesa de matraquilhos na mezanine do Black Cat, a 50 cêntimos. Os 22 valentes sportinguistas e benfiquistas de metal já levaram muita pancada ao longo dos anos, mas ganham e perdem estoicamente enquanto os treinadores vão e vem. O sistema de bota fora manteve os tipos da direita na mesa durante toda a noite. Eram verdadeiramente imbatíveis e era quase injusto tê-los por lá, mas pelo menos assim, pude acabar o desenho.

(http://pedromacloureiro.com/2014/08/lagos-by-night/)

Dourada com arroz e legumes salteados

Comecei a desenhar simplesmente porque sim, sem grande propósito... e na verdade acabei com duas páginas que resumem o processo de realização do jantar de ontem.
E já agora, gostei da experiência de usar pastel em papel preto.

Ps. Também ajudei, mas ontem menos...

A minha namorada no sofá, enquanto a Bimby salteava os vegetais...

A Bymbi ainda não tinha terminado...

Já a grelhar a dourada...

Finally, the big picture.

Cinque Terre

 






Passeio desde Florença às Cinque Terre - Património da Unesco. Alguns dos rápidos sketches que lá fiz.
Os 3 primeiros - Monterrosso, sendo que o último foi feito de Manarola.
4º Manarola junto ao porto.
5ª Vernazza.
6ª Riomagiore...
Só não fomos a Corniglia, o que seria impossível num passeio de um dia. Tive pena que fosse tudo a "mata cavalos". Gosto de ter tempo para o olhar e aqui tive pouco. Mas há oportunidades que não se podem perder.


desenhar carros




no laboratório...