Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

terça-feira, 21 de Outubro de 2014

Odeceixe

Caminhando a Rota Vicentina.
Durante o dia andam dispersos mas ao pôr do sol são como os pardais.
Juntam-se nos locais preferidos para passar a noite e é vê-los sossegados, jantando com os olhos postos no mar.

Verão de S. Martinho

Ontem voltei ao paredão de Carcavelos. Com o calor, a praia encheu-se de gente, as esplanadas ficaram sem lugares e, com mais amigas ou mais solitárias,  as senhoras voltaram a pôr os seus fatos de banho. Os mesmos,  mais uma vez, de muitas que ainda  hão-de vir…


Fins de tarde

Gosto muito de fazer uma pausa para desenhar ao fim da tarde. 
Da minha varanda, as vistas são largas. 
Desenhos do passado fim de semana.
Tenho começado pela mancha de cor e depois trato da linha!



60x2x12 dimensão do pórtico Museu Brasileiro da Escultura

caneta preta 0,05 e 0,4 | caneta pincel de feltro cinza

Gelados artesanais

Além dos gelados serem óptimos é muito interessante ver fazer os gelados! No espaço há equipamentos lindíssimos, desde umas máquinas amarelo nápoles, as formas das cassatas, etc..etc..

Costa leste / costa sul


A diversidade da costa de Lagos contabiliza muita da beleza da região. A costa leste, mais próxima do centro da cidade, é acidentada, com falésias de arenito e calcário que cedem inverno apos inverno. Pequenas praias de areia grossa podem ser encontradas nos meandros da falésia. Diz-se que estas praias rochosas terão sido portos de abrigo para os navios piratas que assolavam a zona séculos atrás. A praia Dona Ana é uma dessas praias. Dividida em dois por um maciço natural, nesta pequena praia funcionam vários ambientes diferentes. A zona central mais movimentada é ocupada por famílias e é donde partem os botes motorizados das visitas às grutas. A parte escondida só é acessível na maré baixa e por isso é um pouco mais resguardada. Mas à medida que se aproxima o meio-dia, não há zona que fique sossegada por muito. A pacífica neblina matinal é substituida rapidamente por um brilho contrastante do sol, por gritos de crianças e conversas em várias línguas. É das poucas praias em Portugal onde se pode apreciar o nascer do sol no horizonte do mar.


O Porto de Mós é uma única praia que ocupa a maior parte da costa sul. As falésias continuam na paisagem, mas a areia mais macia domina o território. Esta praia costuma ser o ponto de encontro de grupos de amigos que frequentemente se interligam. As dimensões do areal proporcionam ampla área para desportos de praia. O mais comum é as famigeradas raquetes - ou ténis de praia - instrumento de percussão mais usual das praias de Portugal, com o seu característico tac! tac! tac! Algo como um enorme e preguiçoso pica-pau que, volta e meia, faz uma pausa no trabalho.

Bela vida a do sul!

(http://pedromacloureiro.com/2014/08/east-coast-south-coast/)

Vida nocturna de Lagos


Durante o inverno, Lagos é só uma pequena cidade no sul de Portugal. Fora do trabalho, os nativos confraternizam com família e amigos, normalmente em bares, cafés e esplanadas, se o tempo o permitir. No verão, a pequena cidade é invadida por dezenas de milhar de turistas que alimentam a economia local por mais um ano e transformam a localidade num movimentado resort à beira-mar. O comércio local trata de acumular para o inverno, como diligentes esquilos, enquanto dura o sol. Uma data de lugares dedicados a turistas abre negócio justamente nesta altura.


A diáspora de nativos que vem passar as suas férias em casa procuram os prazeres simples (e às vezes secretos) que funcionam todo o ano. O B.A. é um porto de abrigo nesse sentido. Um pouquinho fora do trilho batido, esta pequena taverna tem álcool a preços de amigo, um pátio aconchegante e uma tribo de rostos conhecidos.


A recém-aberta Esquina do Fado foi uma agradável surpresa. Um bar de vinho / vendedor de conservas / bar de música atrai uma boa misturada de pessoal e tem frequentes jam sessions de músicos locais que passam lá a noite. Tocam músicas ianques na maioria. Não me queixo - curto à brava um bom blues.


Depois há a mesa de matraquilhos na mezanine do Black Cat, a 50 cêntimos. Os 22 valentes sportinguistas e benfiquistas de metal já levaram muita pancada ao longo dos anos, mas ganham e perdem estoicamente enquanto os treinadores vão e vem. O sistema de bota fora manteve os tipos da direita na mesa durante toda a noite. Eram verdadeiramente imbatíveis e era quase injusto tê-los por lá, mas pelo menos assim, pude acabar o desenho.

(http://pedromacloureiro.com/2014/08/lagos-by-night/)

Dourada com arroz e legumes salteados

Comecei a desenhar simplesmente porque sim, sem grande propósito... e na verdade acabei com duas páginas que resumem o processo de realização do jantar de ontem.
E já agora, gostei da experiência de usar pastel em papel preto.

Ps. Também ajudei, mas ontem menos...

A minha namorada no sofá, enquanto a Bimby salteava os vegetais...

A Bymbi ainda não tinha terminado...

Já a grelhar a dourada...

Finally, the big picture.

Cinque Terre

 






Passeio desde Florença às Cinque Terre - Património da Unesco. Alguns dos rápidos sketches que lá fiz.
Os 3 primeiros - Monterrosso, sendo que o último foi feito de Manarola.
4º Manarola junto ao porto.
5ª Vernazza.
6ª Riomagiore...
Só não fomos a Corniglia, o que seria impossível num passeio de um dia. Tive pena que fosse tudo a "mata cavalos". Gosto de ter tempo para o olhar e aqui tive pouco. Mas há oportunidades que não se podem perder.


desenhar carros




no laboratório...



Medeia Café



Praça Duque de Saldanha vista do Medeia Café, no Monumental. Para comer, um Medeia Burger e para acompanhar, uma belga ruiva, Maredsous! O hamburger é bom, mas aquela cerveja é qualquer coisa ;)

http://intervalosalmoco.blogspot.pt/

segunda-feira, 20 de Outubro de 2014

Odeceixe

Caminhando a Rota Vicentina, a saída de Odeceixe faz-se pela subida até ao moinho, mesmo por cima dos telhados, de onde há uma vista soberba sobre o rio.

selfie...

os desenhos vão acontecendo...vou alternando de caderno. Porque vou fazendo uns, comprando outros e porque gosto de experimentar...

Participantes 63º Encontro



Infelizmente não apanhei os nomes de todos os participantes que desenhei, quem reconhecer alguem ou a si próprio faça o favor de se identificar. Foi uma bela manhã.

64º encontro - Peugeot City

Encontro na Avenida da República em frente ao stand da Peugeot.

Selva urbana


Num domingo muito quente em Lisboa, o Jardim da Estrela encheu-se de gente a fazer pic-nics, deitados na relva, miúdos a correr por todo o lado... mas eu senti-me mais atraído por todo aquele verde, por toda a calma das árvores que nos rodeavam.


domingo, 19 de Outubro de 2014

Odeceixe

Caminhando a Rota Vicentina.
O Moinho de Odeceixe, em modo de pausa.

Caderninhos...

De volta dos meus caderninhos... 

64º encontro - Peugeot City



Os carros são sempre graficogénicos. Mais desenhos aqui.

64º Encontro_Peugeot






2014.10.11, Instuto Gulbenkian de Ciência, Oeiras


Desenho Cru de Outubro

A primeira parte do Desenho Cru deste mês foi preenchida por Malenga, um músico moçambicano que nos embalou com as músicas da sua autoria, cantadas em maconde, uma língua de Moçambique cheia de sons nasalados.
Sem mudar de posição, Malenga permitiu-me desenhar calmamente, e fiquei entretido a registá-lo com o pincel de água com tinta azul Waterman diluída e também com a caneta BIC 1.6.


              

Paisagem interior

Saiu-me bem esta paisagem interior do lobby do Hotel Corinthia, em Lisboa. Gosto da forma como me saiu a pintura do quadro que lá estava.


63ª Encontro





Foi uma manhã esplendida, uma bela ideia da Rita Caré. Colegas simpáticos, um guia maravilhoso o Dr.Jorge Carneiro  e só tive pena de não poder ficar para a tarde, porque aqueles laboratórios mereciam mais desenhos. Não resisti a desenhar o colar havaiano e a comentar "que os ciêntistas também se divertem".