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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
domingo, 25 de novembro de 2018
Desenhar por Desenhar a 2 de Dezembro!
É já no próximo domingo que terá lugar o "Desenhar por Desenhar" de Dezembro!
Vai ser no Campo de Santa Clara onde, do Mercado ao Panteão próximo, dos palacetes da rua ao próprio largo, muito temos para nos entreter a desenhar. Mas, mais importante, é encontrarmo-nos, conviver e desenhar... por desenhar.
O ponto de encontro é junto ao portão nascente do Mercado de Santa Clara (se chover estamos no quentinho do Coppenhagen Coffe Lab, mesmo ali ao lado).
Apareçam!!
Vai ser no Campo de Santa Clara onde, do Mercado ao Panteão próximo, dos palacetes da rua ao próprio largo, muito temos para nos entreter a desenhar. Mas, mais importante, é encontrarmo-nos, conviver e desenhar... por desenhar.
O ponto de encontro é junto ao portão nascente do Mercado de Santa Clara (se chover estamos no quentinho do Coppenhagen Coffe Lab, mesmo ali ao lado).
Apareçam!!
Conferências
Apetece-nos sempre desenhar as conferências (ou comunicações, ou simples conversas ou mesas redondas). Acho que para memorizar o momento. No entanto os resultados nem sempre são dos mais interessantes.
Em baixo o João Santos no “Vamos desenhar com...” no Museu do Carmo, ontem, a dizer-nos como retomou com toda a força a prática do desenho. E o Rui Tavares no Museu Teatro Romano, anteontem, a falar-nos em como o Terramoto de Lisboa acelerou a Modernidade.
Em baixo o João Santos no “Vamos desenhar com...” no Museu do Carmo, ontem, a dizer-nos como retomou com toda a força a prática do desenho. E o Rui Tavares no Museu Teatro Romano, anteontem, a falar-nos em como o Terramoto de Lisboa acelerou a Modernidade.
Lesk #009 Sketching Glamour
A convite dos LESK Leiria Sketchers, no Aeródromo de Leiria,
desenhando modelos maravilhosamente maquilhados e penteados, num encontro a que a chuva não tirou o brilho.
https://www.facebook.com/events/1083907571770239/
https://www.facebook.com/groups/132786837354011/
Como não consigo trazer para aqui o conjunto de todos os desenhos publiquei um zine que fica aqui:
https://issuu.com/home/published/zine_lesk_g50_20181124
Araçal Vermelho
Parámos na Borda da Ladeira em Santo António do Nordestinho - onde a vista é ampla e infinita - e ainda apanhámos uns araçais vermelhos que aguardavam pela nossa visita numa árvore plantada por mim há uns anos atrás, estavam uma delícia.
(Aguarela, caneta caligráfica e grafite) «in situ»
(Aguarela, caneta caligráfica e grafite) «in situ»
Cinquenta
Um número tão redondo, que assinala o número de encontros do PoSk, merecia ser celebrado com uma meteorologia menos intempestiva, mas foi com esta que fomos brindados: Chuva e um vento frio e desconfortável. Enfim, nada que estragasse a festa...
O verdejante jardim da Arca D'Água foi o local escolhido para o encontro. Confortavelmente sentado num banco, capturei esta esquina com um variado conjunto de elementos. O "timing" foi perfeito: A última pincelada coincidiu com a primeira gota de chuva.
Depois da foto de grupo, com direito a bolo e onde o nosso estimado companheiro Jorge Guedes foi presenteado com a notícia de que acabara de ser avô pela segunda vez, teve lugar o habitual repasto que se foi prolongando, pois estava-se bem e através das janelas continuava a ver-se água a cair...
Abrigado numa paragem, o risco da tarde teve lugar no desenhável Largo do Campo Lindo, que pede novo encontro para dias mais soalheiros. Os tons pardacentos convidavam menos às cores e mais a umas experiências com grafite aguarelável.
No Centro Cultural de Paranhos, situado ali mesmo, terminou-se a tarde da melhor maneira, com a abertura da exposição "Mar-À-Vista", que reúne trabalhos das nossas PoSkianas Alberta Rangel, Ana Lencastre e Maria João Freitas: A fria tarde de Outono deu lugar a um caloroso e acolhedor par de horas, com talentosas vistas de mar!
O verdejante jardim da Arca D'Água foi o local escolhido para o encontro. Confortavelmente sentado num banco, capturei esta esquina com um variado conjunto de elementos. O "timing" foi perfeito: A última pincelada coincidiu com a primeira gota de chuva.
Depois da foto de grupo, com direito a bolo e onde o nosso estimado companheiro Jorge Guedes foi presenteado com a notícia de que acabara de ser avô pela segunda vez, teve lugar o habitual repasto que se foi prolongando, pois estava-se bem e através das janelas continuava a ver-se água a cair...
Abrigado numa paragem, o risco da tarde teve lugar no desenhável Largo do Campo Lindo, que pede novo encontro para dias mais soalheiros. Os tons pardacentos convidavam menos às cores e mais a umas experiências com grafite aguarelável.
No Centro Cultural de Paranhos, situado ali mesmo, terminou-se a tarde da melhor maneira, com a abertura da exposição "Mar-À-Vista", que reúne trabalhos das nossas PoSkianas Alberta Rangel, Ana Lencastre e Maria João Freitas: A fria tarde de Outono deu lugar a um caloroso e acolhedor par de horas, com talentosas vistas de mar!
Voltando a Santiago, e aqui ao blog
Voltando a publicar, depois de uma longa ausência... desenhando em Santiago de Compostela uma manhã durante o Compostela Ilustrada, depois de ouvir Javier Mariscal falar do seu trabalho nas arcadas do Museu das Peregrinações.
O que me cativou foram os cavalos da fonte desta praça. Para mim, nesta imagem tudo o resto gira à volta disso.
O que me cativou foram os cavalos da fonte desta praça. Para mim, nesta imagem tudo o resto gira à volta disso.
sábado, 24 de novembro de 2018
Passeio ao Nordeste
![]() |
| Aproveitámos um dia de inverno solarengo e fomos até à Vila de Nordeste... |
(Aguarela, caneta caligráfica e grafite) «in situ»
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
Rua de Entecampos
Mais propriamente ao fundo da Rua de Entrecampos existe um chafariz datado de 1851 que me faz imaginar quão diferente seria todo aquele cenário, agora rodeado de prédios, entre o fumo dos escapes e o chiar dos comboios mesmo ali ao lado.
Magnifico e soberano mantém a sua imponência ainda que escondido quase num canto onde já ninguém passa para descansar naquela magnifica sombra e matar a sede ou dar de beber aos animais que há muito desapareceram. Por outro lado ele, o Chafariz, já não deita água sequer. Mantém apenas a pose, ressequido e inútil. Como uma memória sem dono, já que ninguém que se podia lembrar dele no seu esplendor ainda é vivo. Deixou-me triste.
Magnifico e soberano mantém a sua imponência ainda que escondido quase num canto onde já ninguém passa para descansar naquela magnifica sombra e matar a sede ou dar de beber aos animais que há muito desapareceram. Por outro lado ele, o Chafariz, já não deita água sequer. Mantém apenas a pose, ressequido e inútil. Como uma memória sem dono, já que ninguém que se podia lembrar dele no seu esplendor ainda é vivo. Deixou-me triste.
Lisboa que vai mudando XI
Novidades na rua onde trabalho. Na antiga sapataria Caciano abriu uma "Luggage Storage" destinada a guardar as malas dos turistas em cacifos e também comprar uma pequena lembrança. A renda da loja é alta e não sei se o negócio dá para pagar as despesas, mas enquanto houver turistas, há lucros.
No número 128 da rua de São José, onde havia sido uma loja de antiquidades e uns tempos antes um cabeleireiro, o espaço foi renovado e agora é um espaço para aluguer de bicicletas e scooters vintage. Ficou bem bonito e as motos são lindas. Apetece alugar uma.
Abaixo coloco o desenho feito em Janeiro quando a sapataria estava em liquidação e o senhor Caciano já tinha ido para um Lar.
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
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