Calcorrear as ruas do Porto com um pequeno caderno e uma caneta. “Com uma absurda sensação de descobridor” (frase do arq. Siza Vieira) registar o que nos surpreende por meio de rápidos desenhos e pequenos apontamentos. São memórias desta cidade tão bela, tão complexa e tão variada.
O livro “Caderno do Porto” (no prelo), editado pelas Edições Afrontamento (14,5x21 cm), tem este pequeno texto na contracapa. No seu interior, além de 70 desenhos em dupla página, tem um texto meu e outro de Mário Bismarck, professor da Faculdade de Belas Artes do Porto (textos traduzidos em 4 línguas).
Em baixo dois dos desenhos: o primeiro da Alfândega de Lisboa, onde se irá realizar o Simpósio, o segundo a rua Costa Cabral onde se situa a editora e a capa do livro.
Dia 13 de Julho às 21h30 lançamento do livro, em simultâneo com uma exposição, no espaço Mira Forum (Rua de Miraflores 155, Campanhã, Porto).
Apareçam!
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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
segunda-feira, 2 de julho de 2018
VESTIR AS PALAVRAS
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| Depois da derrota de Portugal no mundial eu, que não aprecio futebol, fiquei esmorecida... lá fomos «VESTIR AS PALAVRAS». Fica aqui o único registo que fiz na inauguração da exposição coletiva na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada. |
Por Évora
Évora tem sempre mais para desenhar do que o tempo de que dispomos, por maior que ele seja!
Alguns desenhos de um fim-de-semana em que a Fundação Eugénio de Almeida dava o mote.
Fiquei fascinada com a Galeria das casas pintadas, que fica no jardim do museu de Arte Moderna!
Transumância II
Desenhos da manhã, desenhando e andando.
Uma bela caminhada entre as brumas e o negro das árvores, na sua grande parte ardidas...
A atmosfera merecia detalhes de uma hora e a magia da aguarela, mas tinhamos três rebanhos que não paravam e mesas mais acima na aldeia, cheias de iguarias da serra para degustar. :D
domingo, 1 de julho de 2018
Transumância
De novo lá fomos, serra acima, por entre rebanhos e Pastores.
Uma fantástica organização das ALDEIAS DE MONTANHA e CM Seia.
A chuva e o vento dificultaram um pouco mais o desenho...
Uma fantástica organização das ALDEIAS DE MONTANHA e CM Seia.
A chuva e o vento dificultaram um pouco mais o desenho...
Quintas de Torres Vedras - Macheia
Macheia. EN9, Troço que liga Torres Vedras ao Sobral. Junto à localidade de Ordasqueira, entre a EN e a A8, encontramos a Capela de Santo Amaro, à beira de uma rua que liga a EN à Quinta da Macheia - Rua de Santo Amaro.
Seguimos a Rua de Santo Amaro e encontramos a antiga Quinta da Macheia, que pertenceu à família Dias Neiva, os mesmos proprietários das Termas dos Cucos. A Quinta está abandonada e parte dos edifícios já se encontra em ruína. Apesar do estado de degradação e abandono absoluto, ainda é reveladora da beleza e importância de outrora. Macheia. Este desenho representa a Casa principal, aquela que ainda se mantém em melhor estado de conservação. Pela rua ainda passam alguns carros, a única vida que resta naquele Lugar.
Aqui represento um caminho particular, em calçado que nos leva a um conjunto de casas de apoio à actividade agrícola.
Aqui vemos novamente a Rua de Santo Amaro que atravessa a Quinta e que separa a Casa Senhorial (direita), das casas de apoio: casas dos empregados, arrumos, animais, depósitos..etc.. À direita sobrevive uma antiga trepadeira que agora invade toda a construção. Para lá desse muro, encontramos o pátio privativo da Casa, com uma escadaria de acesso à mesma. Quando descemos a rua, encontramos um enorme conjunto edificado, que demonstra que esta Quinta tinha uma vida semelhante a uma aldeia, totalmente autossuficiente. Em breve partilho mais desenhos.
Transumância I
Preparação para a transumância, o vale de Seia deixa-se inundar por uma nuvem espessa de chuva, a paisagem é agora uma nuvem pontuada por pequenos pontos de luz incandescentes ao longo das estradas vazias...
Desenhar com (X) Vítor Silva
Vítor Silva, professor
do ensino básico e sketcher indisciplinado. Vê o diário gráfico como uma poderosa
ferramenta educativa e tratamento para a dependência do telemóvel.
Neste encontro será
proposto um roteiro pela Reserva Florestal de Recreio do Pinhal da Paz, também conhecido por Mata das Criações, que culminará com a realização de um
piquenique.
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INSCRIÇÃO GRATUITA mas exige confirmação de presença: urbansketchersazores@gmail.com
EQUIPAMENTO: Calçado confortável, caderno e utensílios de registo Água, refeição ligeira (a cargo de cada um) PONTO DE ENCONTRO: Parque de estacionamento à entrada do Pinhal da Paz 11:00 - Inicio do roteiro (passeio por diversas zonas do parque) 13:00 - Partilha de desenhos com foto de grupo 13:30 - Piquenique 15:00 - Partilha de desenhos e foto de grupo Nota: O convívio é aberto a todas as idades (podem levar familiares e/ou amigos). |
Agenda dos Sketchers - Julho 2018
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Desafio 91 - à beira do mar
"à beira do mar" é o tema do novo desafio. Bons mergulhos e... desenhos! Não esqueçam a etiqueta: Desafio91. Atenção às regras dos desafios.
Até 25 de Julho.
Até 25 de Julho.
Piquenique no Jardim da Tapada das Necessidades
Obrigada aos rabiscadores piqueniqueiros que apareceram no Jardim da Tapada das Necessidades. A ameaça de chuva não nos demoveu :-)
Estivemos num lugar privilegiado com vista para o relvado principal e entre duas despedidas de solteira que também resolveram fazer um piquenique naquele jardim tão calmo e cheio de recantos a descobrir.
Quero deixar um obrigado, também à Olga e à Paula que apareceram mais tarde e que já não entraram na foto porque o piquenique já tinha terminado.
Ficou combinado, caso o tempo não estrague os planos, regressarmos num outro piquenique em Setembro.
Estivemos num lugar privilegiado com vista para o relvado principal e entre duas despedidas de solteira que também resolveram fazer um piquenique naquele jardim tão calmo e cheio de recantos a descobrir.
Quero deixar um obrigado, também à Olga e à Paula que apareceram mais tarde e que já não entraram na foto porque o piquenique já tinha terminado.
Ficou combinado, caso o tempo não estrague os planos, regressarmos num outro piquenique em Setembro.
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