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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
domingo, 30 de julho de 2017
Ainda e sempre o Porto
Não estando a funcionar o video, aqui fica uma foto copyright Gabi Campanário:

Porto! Porto! Porto!
Adivinhem onde vai ser o 9 Symposium Urban Sketchers: Porto! Porto! Porto!!!!
Parabéns Urban Sketchers Portugal!
Foto de grupo
A inevitável foto de grupo, com mais de 600 pessoas entre inscritos, formadores, organizadores ... meteu filmagem de drone e tudo.

Brevemente disponível no blog USk.
"... Em cada esquina um Amigo..."
Se Chicago fosse em Grandola seria um sketcher em cada esquina.

Foi assim o sketchwalk/ sketchcrawl final. Aberto mesmo a não participantes eram mais de 600 sketchers espalhados pela Michigan Ave.
"... em cada esquina um sketcher..."
sábado, 29 de julho de 2017
Workshops
Coincidiram os workshops do José Louro e João Catarino junto do "Flamingo" do Calder.


Ambos foram um sucesso!
Palacete Leite Pereira, Porto
At Rua das Taipas, 74, is this
wonderful old residence started in the 17th century (but with later additions
and changes) of Viscondes de Alcobaça. It is a rare example of a house of
nobility within Porto’s city walls, and was apparently used for a time early in
the 20th century as the English Club.
I had a
parked car as my worktable and nobody seemed to object. There was lots of noisy
banter between neighbours as my soundtrack on upper floors but very few
tourists passed by at ground level.
10 x 10 Porto
I’ve been
fortunate to catch two of the 10 x 10 sessions in Portugal—with Pedro Loureiro
in Lisboa (Mercado de Campo de Ourique) and with Tiago Cruz on 15 July in the
Praça do Leões (which I discovered is called Praça de Gomes Teixeira on all the
maps!).
Tiago’s theme was
‘composition’ and our first exercise was to use an object in the foreground
(light pole, power box, parked car) to firstly give a reference point for an
object in the background, and secondly to give an indication of relative depth
to our sketch. Fifteen 2-minute sketches was our aim (I got to about 8 or 10 in
the allotted time).
I’ve been
fortunate to sketch alongside many of my favourite sketchers in Portugal on
this visit, including Filipa Antunes, Mário Linhares, Pedro Alves, Pedro Loureiro,
and Tiago Cruz. After the 10 x 10 session I asked Tiago if he would sign my
copy of Liz Steel’s great new book Five-Minute
Sketching: Architecture (to which he contributed some guest sketches). I
felt like a middle-aged groupie asking Sting to sign a concert programme.
roygbiv
Hugo Costa
Na segunda conferência de sábado o Hugo Costa arrasou tudo e todos com uma fantástica colecção de desenhos. A qualidade dos desenhos só é comparável com a quantidade, que é imensa. Um contacto a não perder.

Rita Sabler
Na primeira conferência de sexta-feira a Rita Sabler, que vem da Rússia mas vive nos USA, veio falar do urban sketching enquanto testemunho de protestos e manifestações.

sexta-feira, 28 de julho de 2017
ENcosta de telhados e escadas
Para além da fantástica experiência social onde tive oportunidade de estar com pessoas únicas, ter tempo para conversar com elas e estar ali sem pensar em mais nada, tive também a experiência de desenhar muito, durante vários dias. A Encosta tem todos os ingredientes necessários para o que gosto de fazer no desenho: Casas antigas cheias de histórias para contar, os altos e baixos que me permitiram encontrar perspetivas arrojadas, telhados e escadas, muitas escadas. Redescobri também o guache que me deixou muito apaixonado. Por tudo isto, na sexta feira, dia 21 estava muito mais enriquecido. Enriquecido pelas pessoas que conheci e pelas suas histórias. Enriquecido porque também tive oportunidade de me escutar a mim.
É por isso que estou grato ao André Duarte Batista e à Câmara Municipal de Torres Vedras por terem acreditado no nosso trabalho. A Encosta ficará para sempre no meu coração. Espero poder regressar um dia destes para reencontrar amigos.
Numa semana enchi um caderno A4 de desenhos. Para não vos aborrecer muito vou colocar todos os desenhos que fiz AQUI.
Onde está o meu workshop?
Meia hora antes dos workshops há grande ajuntamento onde os monitores agitam um letreiro com o nome. Juntos os "students" pelos respetivos grupos divide-se o rebanho pelos vários locais.

Chicago Reflections Hunt
Com o João Catarino à caça de reflexos, em Chicago.


O Workshop do JC era mesmo à frente do "Flamingo" do Calder, refletido no enorme envidraçado da central dos correios.
Da floresta portuguesa e da natureza domesticada
A artificialidade cansa-me (e às vezes desgosta-me até) e por isso refugio-me em locais onde ainda há vestígios da natureza ibérica mais autêntica.
Aqui perto da cidade onde vivo encontro um desses refúgios - a Quinta Nova de Queluz. Tem uma diversidade apreciável de espécies vegetais, incluindo muitos sobreiros e medronheiros, os maiores pilriteiros que já vi, um par de carvalhos-alvarinhos e um castanheiro, que depois de ter secado no tronco e nos grandes ramos, rebentou cheio de força: nas varas que brotaram da terra agora exibe ouriços a amadurecer. Gostava que a "gestão" florestal deste espaço fosse mais eficaz a defender as nossas árvores, mas infelizmente as intervenções de "limpeza" acabaram por favorecer a invasão por acácias e por isso uma das áreas mais bonitas e selvagens da quinta transformou-se radicalmente nos últimos quatro anos.
Depois, na semana passada estive a explorar a Tapada de Mafra durante dois dias e o javali foi o tema a que consegui dar mais atenção. Na parede da sala do pequeno-almoço uma grande cabeça espreitava-nos. Visto de lado podia parecer-nos um animal feroz, mas olhando-o nos olhos postiços, podíamos adivinhar que afinal talvez fosse só um porquinho peludo e brincalhão.
Lá fora, percorremos a ribeira, que se manterá seca enquanto for verão, e no areão do leito encontrámos uma coleção de ossos de gamo e uma mandíbula de javali. Um tesouro cuja primeira peça foi encontrada pelo meu filho de quatro anos. E tudo o que precisámos de fazer foi caminhar ribeira acima em vez de seguir pela estrada.
Às vezes basta mudarmos o nosso ponto de vista para encontrarmos qualquer coisa maravilhosa, que nos escaparia se nos mantivéssemos a olhar o mundo a partir do sítio do costume. :)
Finalmente, esta semana, chegou uma pequena cadelinha a casa dos avós. Exausta com a transição para a sua nova morada, fez a primeira soneca e aproveitei a oportunidade para ajudar a povoar de sangue quente o meu caderno habitualmente repleto de vegetação. Apresento-vos a Irina.
Se acham que, para variar, gostariam de ser sketchers sem urban, por três dias vou estar em retiro de field sketching e tenho vagas para quem queira alinhar, a 4, 5 e 6 de Agosto em Tramagal. Vamos começar no meio de vinhas domesticadas, depois percorrer uma ribeira selvagem e finalmente olhar o Tejo a partir de Tramagal (Abrantes) no lugar onde natureza e civilização se encontram.
Para mais informações podem espreitar:
http://velhadaldeia.blogspot.pt/2017/07/retiro-de-desenho-e-aguarela-2017-45-e.html
https://www.facebook.com/events/2002123253407210/
Ramo de castanheiro com ouriços
Aqui perto da cidade onde vivo encontro um desses refúgios - a Quinta Nova de Queluz. Tem uma diversidade apreciável de espécies vegetais, incluindo muitos sobreiros e medronheiros, os maiores pilriteiros que já vi, um par de carvalhos-alvarinhos e um castanheiro, que depois de ter secado no tronco e nos grandes ramos, rebentou cheio de força: nas varas que brotaram da terra agora exibe ouriços a amadurecer. Gostava que a "gestão" florestal deste espaço fosse mais eficaz a defender as nossas árvores, mas infelizmente as intervenções de "limpeza" acabaram por favorecer a invasão por acácias e por isso uma das áreas mais bonitas e selvagens da quinta transformou-se radicalmente nos últimos quatro anos.
Bagas de pilriteiro
Depois, na semana passada estive a explorar a Tapada de Mafra durante dois dias e o javali foi o tema a que consegui dar mais atenção. Na parede da sala do pequeno-almoço uma grande cabeça espreitava-nos. Visto de lado podia parecer-nos um animal feroz, mas olhando-o nos olhos postiços, podíamos adivinhar que afinal talvez fosse só um porquinho peludo e brincalhão.
Javali caçado na Tapada de Mafra
Lá fora, percorremos a ribeira, que se manterá seca enquanto for verão, e no areão do leito encontrámos uma coleção de ossos de gamo e uma mandíbula de javali. Um tesouro cuja primeira peça foi encontrada pelo meu filho de quatro anos. E tudo o que precisámos de fazer foi caminhar ribeira acima em vez de seguir pela estrada.
Crâneo de javali encontrado no Pulo do Lobo (Mértola)
Irina recém-chegada
Se acham que, para variar, gostariam de ser sketchers sem urban, por três dias vou estar em retiro de field sketching e tenho vagas para quem queira alinhar, a 4, 5 e 6 de Agosto em Tramagal. Vamos começar no meio de vinhas domesticadas, depois percorrer uma ribeira selvagem e finalmente olhar o Tejo a partir de Tramagal (Abrantes) no lugar onde natureza e civilização se encontram.
Para mais informações podem espreitar:
http://velhadaldeia.blogspot.pt/2017/07/retiro-de-desenho-e-aguarela-2017-45-e.html
https://www.facebook.com/events/2002123253407210/
Chão da Ribeira, Madeira
"Boca de assobio"
"Boca de assobio" podi ser o ome desta fonte, numa zona mesmo central de Chicago.

São dois enormes paralelipípedos onse se vão sucedendo fotos de caras de "chicagianos" (será assim que se diz?) que "assobiam" um forte repuxo de água.
O pavimento é todo em pedra preta e fica com um lindo espelho de água com 2cm. Uma alegria para os veraneantes de todas as idades.
Sketch Tour Portugal - Açores #13
Estar no grupo central do arquipélago dos Açores permite sentir a presença constante das outras ilhas. No Pico, São Jorge e o Faial fazem-se notar.
(Cont.)
Tapas Mitra
De Calcuta veio o Tapas Mitra, falar-nos de urban sketching na Índia.

O fenómeno espalhou-se por todo o mundo.
Mark Leibowitz
O Mark Leibowitz coleciona soluções. Soluções para todos os tipos de problemas e dificuldades que podem surgir a um urban Sketcher. Foi sobre isso que falou na conferência de hoje (continuando o mesmo tema do ano passado).

Desenhar à chuva, desenhar à noite, pranchetas, caixas e sacos de material... é escolher. Em qualquer parte de mundo um sketcher já arranjou solução e enviou-a para o Mark.
MoSk no Festival do Rebuliço
No dia 23 de Julho os MoSk a convite do Festival do Reboliço realizou um encontro de desenho. Foi passado um dia a desenhar esta localidade de Reveles que já foi vila e sede de concelho.
Estes são alguns dos desenhos pois os restante encontram no álbum do grupo MoSk no FB
Estes são alguns dos desenhos pois os restante encontram no álbum do grupo MoSk no FB
Foto de grupo
Desenho de Ana Luisa
Desenho de Elsa Cunha
Desenho de Jorge Antunes
quinta-feira, 27 de julho de 2017
Encontro mundial de dois cavalos
Este fim de semana acontece na Ericeira na praia de Ribeira d'Ilhas o Encontro Mundial de dois cavalos. Há citroens por todo o conselho. Não é difícil encontrar um para desenhar. Este estava junto ao Convento de Mafra. É Alemão. Quando o seu dono chegou ainda ia a meio do desenho. Disse-me que ia beber um café para eu ter tempo de o terminar. Quando regressou explicou-me que na Alemanha chamam a estes dois cavalos patos. Por isso colou um no capot.
Draw Less Show More
"Less is more" dizia o Mies Van der Roe. "Quase tudo com quase nada" dizia (?). "Draw less show more" diz o José Louro.

Um DEMO estupendo e muito concorrido em que ele mostrou como só ele abe desenhar. Agora já há mais quem conheça o segredo. Veremos se o sabem aproveitar.
Aqui no Symposium além dos workshops, que envolvem exercícios , conversas, explicações e correcções há também estes "demos" em que os autores explicam exemplificando ao vivo e no momento como olham, como vêem e como desenham. É uma horita a desenhar em voz alta para a maralha.
ENcosta: O Bairro da Floresta
Ao longo da semana estivemos em três bairros: O Bairro do Forte, o Bairro da Floresta e o Bairro Reis. Estão todos muito perto uns dos outros mas a encosta, com os seus socalcos, criou entre eles barreiras naturais. Os residentes têm os seus caminhos em terra batida pela encosta, mas nós não nos aventurarmos por aí, excepto um dia em que o Bruno Vieira foi connosco. Nos restantes dias descemos sempre até ao choupal para depois voltar a subir ou até ao matadouro no caso dos Bairros Reis e Floresta.
A Rua da Floresta percorre o bairro e vai aumentando a sua inclinação à medida que avançamos. É comum vermos pedras debaixo dos pneus, não vá o travão falhar.
Os dois primeiros desenhos foram feitos no início da rua. A Suzana foi desenhar a Senhora Maria mas teve de regressar mais cedo porque a Senhora Maria queria ir fazer o almoço. Eu registei a sua casa e as rosas de que tanto se orgulha.
Entretanto a Suzana apaixonou-se por uma quantas caixas do correio.
Foi nessa altura que subi para cima do meu banquinho para conseguir ver até onde as escadas iam.
O emaranhado das escadas ficou assim:
É uma confusão de escadas cada uma a dar para casas diferentes. E o mais curioso é que depois de subir a encosta descobri que os telhados que se vêm neste desenho são os mesmos que desenhei neste:
Na rua do Sr Augusto Baltazar encontramos moradias térreas (pensamos nós)com os seus vazos de flores. Mas na realidade por baixo vivem outras pessoas em casas totalmente independentes. As escadas que desenhei no início da rua da floresta vão dar a essas casas. É o engenho humano e a criatividade a funcionar.
desfila aqui o mundo
e eu entre o CCB (onde fugi da exposição de fotografias de arquitectura do Fernando Guerra, que chega a meter nojo de tão culto-da-personalidativo, e mal iluminada, que é) e a eterna linha verde.
Follow Your Senses
Follow your senses é o (excelente) nome do workshop do Nelson.

Todos os (500 e tal) participantes se distribuem pelos respetivos workshops identificados pelo letreiro que foi distribuído a cada monitor. Segue-se um passeio até ao local do crime, onde o monitor dá as primeiras explicações sobre o workshop. Um sucesso.
Recriação da batahla do Vimeiro
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