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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
sábado, 3 de junho de 2017
Pastéis de nata e pessoas
Os pastéis de Belém sabem mesmo bem acabadinhos de sair do forno, e apesar de estar sempre cheio de gente vale bem a pena esperar por uma mesa e comê-los mesmo ali.
O lugar é especial, e a sua proximidade com o rio dá-lhe aquela luz muito clara de Lisboa, que em Belém é esplêndida.
Depois de fazer o desenho, senti que o devia mostrar à família que está na imagem, e a senhora, que falava em francês, disse que eram "Ferreira" por parte do marido (ele tinha-se ausentado da mesa nesse momento), mas que não falavam português.
Ainda que a maior parte das vezes não fale com as pessoas que desenho, sabe bem de vez em quando descobrir um pouco mais sobre quem são, mesmo que apenas um pequeno detalhe.
Porque no fundo todos somos como os pastéis de Belém, poucos sabem o segredo do que nos faz ser tão especiais.
10 x 10 Lisboa - Largo de S. Domingos
Ainda não tinha conseguido partilhar a terceira e última sessão de pequenas histórias, desta vez com o Pedro Loureiro, que nos conduziu de forma admirável o olhar e pensar objectos de domínio público.
Escolhi um candeeiro e neste último exercício o objectivo era analisar/reflectir sobre a relação do objecto com as pessoas.
Feira do Livro de Lisboa
Uma das minhas alturas preferidas da feira do livro, a montagem.
Marcador Sakura : Canetas de Feltro
Faculdade de Ciências_Campo Grande _Lisboa
DG_FAC CIÊNCIAS_ABR17: o exterior dos edifícios na Cidade Universitária, Lisboa.
Nesse encontro de domingo, tivemos uma visita guiada encaminhada pelo Prof Doutor Pedro Ré, Seguidamente, findo o conhecimento do espaço comecei a desenhar. Iniciei pelas escadas exteriores de cor azul. Depois seguiram-se o anfiteatro, a biblioteca e, no laboratórios registei os vertebrados seguintes, mortos e devidamente acondicionados.
A. NO EXTERIOR DO EDIFÍCIO
1. AS ESCADAS
2. O PATAMAR
No dia 2ABR17 os USKP foram convocados para desenharem na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
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| UM DOS PATAMARES DO EDIFÍCIO, junto à BIBLIOTECA |
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| EQUIPAMENTO Á DISPOSIÇÃO NA BIBLIOTECA |
A. NO EXTERIOR DO EDIFÍCIO
1. AS ESCADAS
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| PLEURODELES |
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| LIMULUS |
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| SQUAMATA (Reptília |
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| ANURO |
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| SQUAMATA (Reptilia) |
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| Craneo da RAPOSA |
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| Craneo da RAPOSA (as duas peças), em várias posições |
Centro de Interpretação da Judiaria
25_maio_2017
Torres Vedras
A inauguração foi no dia 18, mas só consegui lá voltar no dia 25 para desenhar. Um final de tarde com sol, inesquecível. Vale a pena visitar, incluindo o interior, que para além da qualidade do espaço, conta ainda com um conjunto de ilustrações do Bruno Vieira - um excelente trabalho.
sexta-feira, 2 de junho de 2017
Inauguração da exposição (a)Riscar o Património no Museu da Marioneta
Imagens da inauguração da exposição (a)Riscar o Património, dia 30 de Maio, no Museu da Marioneta, em Lisboa. Uma parceria Urban Sketchers Portugal - Património Cultural.
A marginal é por ali
A jornada foi preparada
de véspera. Enquanto uns levantavam os dorsais que dariam acesso à Mais Bela
Corrida do Mundo, um pé lesionado e uma preguiçosa inteiravam-se dos horários dos comboios Peso da
Régua – Pinhão – Peso da Régua.
Chegado o dia, havia um certo
nervoso miudinho mesmo para quem só iria correr para apanhar o comboio.
Na margem esquerda do
Rio Douro, milhares de pernas davam tudo para chegar ao fim. Na margem direita,
o comboio levava-nos por um passeio admirável.
O Pinhão tem aquela
graça de localidade pequena em que os locais, viciados em tanta beleza,
desvalorizam “a marginal é por ali, e é isto, não há mais nada”. E é isto?
Miguel Torga disse que o
Douro era um “poema geológico”, um “excesso de natureza”.
Ah se eu pudesse
contar-vos sobre o Gaivão Branco 2013... (isto sou eu que digo)
Viana do Castelo
quinta-feira, 1 de junho de 2017
Dia da criança
Hoje o fim do dia incluiu visita ao parque infantil, andar de patins e jantar no mac. E se no parque infantil e com os patins não houve sobressaltos, com jantar já foi diferente. É que tal como eu estavam lá mais mil pais a cumprir a promessa para com a pequenada. E como nesta altura desistir está fora de questão lá ficámos na fila à espera do tão apetecido happy meal.
Cemitério da Ajuda
Sem qualquer sentimento mórbido, gosto de cemitérios.
O silêncio que se adivinha por trás dos portões, sugere uma serena quietude que não existe em nenhum outro lugar e é por isso mesmo irresistível.
Ajuda a pôr ordem na desordem, acalmia nos sobressaltos, sossego
no desassossego. Foi o que aconteceu hoje!
Açores uma viagem de sonho VI
No último dia, e por ainda termos carro, fomos conhecer Água de Pau, Caloura, Ribeira Chã, Vila Franca do Campo, onde comemos muito bem no restaurante "AV eventos VA", onde as empregadas pediram para ver os nossos cadernos e nos pediram autógrafos (surreal). Fomos ainda a Ponta Garça e regressámos a Ponta Delgada. Na tarde tivemos a companhia da Alexandra, que se veio despedir de nós.
E avião para casa...
E avião para casa...
Fim de viagem !
Agenda dos Sketchers - Junho 2017
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