Um dia cheio de sol, de desenhos, de bom convívio e uma sardinhada com "efeitos especiais" de fumo. Agradeço ao Pedro Loureiro por esta fantástica ideia que nos levou a percorrer miradouros e ruas de Alfama. Aqui fica o registo da primeira paragem.
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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
quarta-feira, 29 de julho de 2015
El Rocio e mais calor
Desenhar pode ser uma profissão de risco - Lamego #3
Mais uma ida a Lamego para registar esta magnifica casa Quinhentista antes de se iniciarem as obras. Deu para perceber que houve evoluções quanto à sua degradação, alguns elementos que desenhei na visita anterior já não existiam. Desta vez fiquei mesmo com a sensação que desenhar também pode ser uma profissão de risco, eheh :D
As fotos são da Alíce.
Mais desenhos desta casa em http://suzananobredesenhos.blogspot.pt/search/label/Lamego


As fotos são da Alíce.
Mais desenhos desta casa em http://suzananobredesenhos.blogspot.pt/search/label/Lamego


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| "Único pedido, desenhar este buraco, de resto desenhas o que quiseres." Fiquei mesmo com a sensação de uma profissão de risco eheh :) |
instantes com pessoas dentro
um deste dias a minha vizinha do toldo nem deu por nada e eu, ainda assim, a medo, fiz uns traçosem casa completei a tinta e coloquei o jornal
mas os pés ficaram abonecados...
e eu atrevi-me
(havia um terceiro, mas censurei-o, que onde já se viu apenas dois cavaqueando?!)
SINGAPURA ( 5 )
Pequeno almoço: Kaya bun and coffee por 2,4 dólares em Berseh Food Center. Tempo para experimentar a hero pen comprada na véspera.
Workshop com Marina Grechanik e Ea Ejersbo: "Face the city".
Um fim-de-semana em Londres (parte 2)
A paragem seguinte foram os Kensigton Gardens. Enquanto esperávamos por uns amigos, tive tempo para desenhar o Royal Albert Memorial com os seus detalhes intermináveis e o Royal Albert Memorial, do outro lado da rua.
Não houve espaço para mais desenhos nesse dia. No dia seguinte, antes de seguirmos para o aeroporto, ainda tivemos tempo para uma visita ao Museu de História Natural. Enquanto esperávamos para entrar, captei a bela portada. Francamente, o edifício revelou-se o melhor do museu e despedimo-nos desta bela cidade. Até breve!
Lisbonne, la visiter c'est l'adopter parte #2
Depois do almoço, juntámo-nos, debaixo do arco do triunfo da Rua Augusta, com um segundo grupo de desenhadores que tinham estado na oficina do Eduardo Salavisa na Casa-Museu Vieira da Silva, e que também tinham uma convidada do estrangeiro - a Nathalia do Brasil. Com renovados efectivos e energia, o grupo do cheiro a sardinha e o grupo da oficina juntaram-se e lançaram-se em excursão para explorar os recém-inaugurados Terraços do Carmo, um espaço público em plataformas no sopé das ruínas do Carmo, sombreadas, com vista sobre a parte norte do centro histórico.

Lá, pusemo-nos confortáveis, convivemos e desenhámos, até chegar a hora de terminar.

Apesar de a maior parte do grupo estar a caminhar e a desenhar desde as 10 da manhã, ainda havia malta com vontade de continuar! Assim, alguns sobreviventes desceram a colina até outra área recentemente renovada - a Ribeira das Naus - que era, até há pouco tempo, sem nome e pouco hospitaleira, mas é agora um passeio agradável à beira-rio, entre o Terreiro do Paço e o Cais do Sodré, onde nativos e turistas vão para disfrutar do marulhar e da frescura da água. Pelas 8 da tarde, separámo-nos relutantemente. Foi um bom dia, e com sorte, terá sido uma forma bonita de dar as despedidas à Evelyn e à Alejandra, e também de dar as boas vindas à Nathalia.
Rabiscos de restaurante
Jantar com um grande grupo de pessoas mais a minha filha é uma tarefa que roça o impossível... Felizmente, ando sempre com o bloco e tudo o que são materiais de pintura para que o leque de opções seja vasto... muito vasto... Enquanto que uns se contentam com videos no iPad (reconheço agora a sua importância) a Lia apenas gosta dessas coisas por uns meros 5 minutos... Depois tem de se expressar de outra forma, a forma que vêem no desenho de cima em grande evidência. Ficam estes desenhos a duas mãos, que espero um dia mais tarde terem melhor qualidade (da minha parte claro ;)
terça-feira, 28 de julho de 2015
SINGAPURA ( 4 )
Workshop da tarde do primeiro dia: "religions and popular devotion in multicultural singapore" com Simo Capecchi. O workshop estava muito bem estruturado e logo no início Simo explicou-nos, com a ajuda de duas asiáticas que estavam no grupo, alguns dos rituais que se praticam no interior do templo Budista. Depois fomos desenhar para o interior do templo.
No final ainda houve tempo para desenhar no exterior do templo Hindu, situado mesmo ao lado.
No último desenho Luisa Hung está recebendo uma massagem no braço enquanto conversa com o casal de "terapeutas". Mais tarde escreveu o diálogo entre eles.
Alguns dos participantes em frente ao templo: Luisa Hung, Marina Grechanik, Simo Capecchi e Richard Alomar. Não sei o nome da colega que estava sentada.
Calorzinho bom !
Quando ao calor do Verão se junta o calor humano ... sai desenho feliz! Os amigos ficaram do lado de cá ... no papel ficou a tentativa de captar o que a vista alcançava. Estava CALOR! O desafio já passou, mas o desenho ficou. E que bom que é ser desafiada. Lá temos um motivo para partir em busca do desconforto. Bom mesmo é quando encontramos ninho nos rabiscos :-)
Sobreposições...#10
Foi o nosso pimeiro dia de praia chegámos cedo, e foi um dia muito agradável. Eu e o António divertimo-nos à grande. Ainda deu tempo para uns desenhitos.
(Caneta caligráfica EF, Windsor & Newton Water colour Marker, Faber-Castel PITT artist pen White 101*** a) | «in situ» |
Lisbonne, la visiter c’est l’adopter parte #1
Roubei o título deste post da Alejandra. Foi algo que ela escreveu no seu facebook, depois de regressar da sua viagem, que nunca me tinha ocorrido, mas que provavelmente está presente nas mentes de pessoas que não são de Lisboa, mas que vivem, já viveram ou a visitaram, mesmo que por um curto período de tempo. Eu adoptei a cidade de Lisboa também, sem nunca me aperceber plenamente disso.
A manhã do sábado passado viu um grupo de Urban Sketchers Portugueses juntos em Alfama, prontos para passar o dia a desenhar e a conviver com a Evelyn e a Alejandra, as duas desenhadoras Parisienses em visita a Lisboa.
Visitámos o topo e a base de Alfama – o miradouro das Portas do Sol e o outrora-à-beira-rio Largo do Chafariz de Dentro. Entre a manhã e o princípio da tarde, o grupo dispersou e serpenteou pelas travessas estreitas e pelos odores característicos da Lisboa medieval.
Ao almoço, a coisa ficou nebulosa. O vento empurrava o fumo da gordura das sardinhas assadas na nossa direcção, no restaurante-pátio onde o grupo almoçou. As sardinhas estavam uma delícia, mas ainda foi uma delícia maior respirar o ar puro fora da influência do fumo da grelha!
A manhã do sábado passado viu um grupo de Urban Sketchers Portugueses juntos em Alfama, prontos para passar o dia a desenhar e a conviver com a Evelyn e a Alejandra, as duas desenhadoras Parisienses em visita a Lisboa.
Monumental cidade de Ronda
As meninas e os leões
Não resisto a mostrar um desenho, feito no zoo já há uns tempos e já mostrado aqui, de que me lembrei quando estava a fazer o desenho de cima. Este foi feito nos terraços do Carmo, sábado passado. As meninas e os leões estavam a descansar ao sol depois de uma bela refeição.
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