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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
sábado, 28 de fevereiro de 2015
Lisbon Week - Campo Grande e Cidade Universitária
Aqui fica a minha contribuição para a Lisbon Week, mesmo no cair do pano, como é típico em mim :P É preciso haver greve de Metro para eu desenhar enquanto ando a pé...
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Experiência Digital
É claro que não há melhor que os tradicionais materiais para rabiscarmos no nosso dia-a-dia mas às vezes é bom experimentar novas técnicas... usando uma aplicação de desenho no meu quadrado mágico saiu este esboço de uma maçã, como gostei do resultado decidi partilhar-lo.
Bons desenhos a todos!
Meu blog: http://boundsketches.blogspot.pt/
Pedro e Inês
Conhecem a história de Pedro e Inês? Eu nunca a tinha conhecido em pormenor. Aqui vai:
Dentro do mosteiro de Alcobaça repousam os sarcófagos de Pedro e Inês, os protagonistas de uma história de amor trágica da idade média - com derramamento de sangue e traição ao nível do Game of Thrones!
D. Pedro, príncipe herdeiro no séc. XVI foi dado a casar-se com Constança de Castela. Quando primeiro se encontraram, Pedro só tinha olhos para uma das aias de Constança: Inês de Castro, uma nobre galega com ligações à corte Castelhana. Pouco tempo depois, apaixonaram-se um pelo outro.
Pedro prosseguiu com o seu casamento com Constança, de quem teve três crianças. Contudo, o amor entre Pedro e Inês nunca esmoreceu e continuaram a encontrar-se em segredo. Rumores deste romance espalharam-se pela corte e, depois de Constança morrer dando à luz, o escandalizado rei D. Afonso baniu Inês - já mãe de quatro filhos de Pedro - da corte, para um convento em Coimbra. A Pedro não era permitido entrar, mas conseguia fazer passar cartas à sua amada.
Vendo a futilidade de manter os amantes separados, e temeroso por pretensões ao trono dos filhos de Inês, o rei enviou três nobres para assassinar Inês, decapitando-a. Pedro, enraivecido pela sede de vingança, gastou anos a caçar os assassinos da sua amada, capturando dois deles. Executou-os em praça pública, arrancando os corações do peito e imolando os corpos.
Reza a lenda que, depois de ser coroado rei, Pedro exumou o corpo de Inês, declarando ter-se casado com ela em vida e obrigando toda a corte a reconhece-la rainha e a beijar a sua mão.
Hoje, os amantes descansam em pedra para a eternidade, sob as abóbadas da igreja do Mosteiro de Alcobaça
É um conto de amor impressionante, repleto de sangue, tragédia e traição. Não menos impressionante é a chaminé das cozinhas do mosteiro, uma potente obra arquitectónica revestida de belos e simples azulejos.
Dentro do mosteiro de Alcobaça repousam os sarcófagos de Pedro e Inês, os protagonistas de uma história de amor trágica da idade média - com derramamento de sangue e traição ao nível do Game of Thrones!
D. Pedro, príncipe herdeiro no séc. XVI foi dado a casar-se com Constança de Castela. Quando primeiro se encontraram, Pedro só tinha olhos para uma das aias de Constança: Inês de Castro, uma nobre galega com ligações à corte Castelhana. Pouco tempo depois, apaixonaram-se um pelo outro.
Pedro prosseguiu com o seu casamento com Constança, de quem teve três crianças. Contudo, o amor entre Pedro e Inês nunca esmoreceu e continuaram a encontrar-se em segredo. Rumores deste romance espalharam-se pela corte e, depois de Constança morrer dando à luz, o escandalizado rei D. Afonso baniu Inês - já mãe de quatro filhos de Pedro - da corte, para um convento em Coimbra. A Pedro não era permitido entrar, mas conseguia fazer passar cartas à sua amada.
Vendo a futilidade de manter os amantes separados, e temeroso por pretensões ao trono dos filhos de Inês, o rei enviou três nobres para assassinar Inês, decapitando-a. Pedro, enraivecido pela sede de vingança, gastou anos a caçar os assassinos da sua amada, capturando dois deles. Executou-os em praça pública, arrancando os corações do peito e imolando os corpos.
Reza a lenda que, depois de ser coroado rei, Pedro exumou o corpo de Inês, declarando ter-se casado com ela em vida e obrigando toda a corte a reconhece-la rainha e a beijar a sua mão.
Hoje, os amantes descansam em pedra para a eternidade, sob as abóbadas da igreja do Mosteiro de Alcobaça
É um conto de amor impressionante, repleto de sangue, tragédia e traição. Não menos impressionante é a chaminé das cozinhas do mosteiro, uma potente obra arquitectónica revestida de belos e simples azulejos.
Demolição em plena Avenida
Em plena Avenida de Liberdade, em Lisboa, perto do cinema S. Jorge procede-se à demolição de um edifício que já foi café-restaurante e outros adjacentes que estão virados para uma rua atrás. Já tinha visto as entranhas dos edifícios outro dia, mas hoje na pausa de almoço, fui desenhá-los.
Ainda estava no início quando um americano me perguntou se eram edifícios com importância histórica. Contei-lho do que conhecia e que se tratavam de prédios devolutos muito degradados. E que se a Câmara tinha dado autorização, em princípio estava tudo ok para avançar com a demolição.
Junto a estas obras há sempre uns "engenheiros" mais velhos a observarem e a dizerem algo sobre a contrução. Este americano era mesmo engenheiro e estava a gostar de ver as entranhas dos prédios. Eu disse-lhe que era esse o motivo pelo qual estava a desenhar.
Pérolas Informáticas dos anos 1980
Mais museus poderiam abrir em sessão nocturna pelo menos uma vez por mês, tal como faz o Mudeu das Comunicações - FPC! =)
Para angariar mais visitantes poderiam juntar-se vários e fazer divulgação massiva disso mesmo.
Expostos no meio de vários objectos de vez em quando aparecem estes cabos com umas formas arbóreas. Acho-os muito giros para rabiscos.
Passeio ocular...
De uma das janelas cá de casa avisto os telhados da cidade e viajo até ao mar....
eu vou espreitar pelas outras janelas para os olhos «desentediar», para os levar a passear...
NO BAIRRO DE ALVALADE_ montras e veículos de Bombeiros Voluntários_0
De seguida entrei no edifício ao lado e tirei os apontamentos sobre os pesados e enormes veículos antigos que se encontravam acondicionados no hangar dos Bombeiros Voluntários de Alvalade. Tomei nota de algumas peças antigas junto dos carros, a maior parte delas em desuso, conforme restantes imagens aqui expostas.
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| Fig 2. O CARRO ANTIGO DOS BOMBEIROS DE ALVALADE |
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| Fig 3. A SINETA_BOMBEIROS DE ALVALADE |
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| Fig 4. A SIRENE DO ANTIGAMENTE |
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| Fig. 5. VÁLVULA DE ENTRADA DE ÁGUA NA VIATURA |
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Fig, 6. UMA LUVA DE FOGO
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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
A melhor Francesinha de Lisboa
Comer uma Francesinha é algo que pode ser encarado como uma relação amor/ódio. Para alguns é odioso porque é um abuso de carne e excesso proteico, é uma bomba calórica que arrasa com tudo o que é triglicérido, o molho picante é tramado para o sistema digestivo, enfim... Mas o que é facto, é que a Francesinha é uma das 10 melhores sandwiches do mundo, é espectacular e (anotem sff) se for esta Francesinha em particular, da pastelaria Gelanel na Rua Latino Coelho em Lisboa, é ainda mais espectacular, estonteante, deliciosa... (ficava aqui a noite inteira)! E tudo isto por apenas 6,20€... Saímos todos a rebolar, com a sensação de dever cumprido... comemos a melhor Francesinha de Lisboa!
Alvalade #1. Lisbon Week
Desenhar em Lamego - encontro ASK
Um sábado bem passado em Lamego com um grupinho pequeno mas muito entusiasmado pelo registo desta linda terra. Como começamos a desenhar já era quase hora do almoço, ficou vontade de voltar e já temos programa para mais umas duas visitas :) E juro que o resultado do desenho da chaminé não é consequência do "Lamecos" tinto :D



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| Foto de Hermano Noronha |
Largo Camões_ Ponta Delgada
Na escadaria da Academia das Artes, em Ponta Delgada, o Busto de Camões reside sereno e dá o nome ao sítio.
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(...)
Impressa tenho na alma larga história
Deste passado bem, que nunca fora; Ou fora, e não passara: mas já agora Em mim não pode haver mais que a memória. Vivo em lembranças, morro de esquecido De quem sempre devera ser lembrado, Se lhe lembrara estado tão contente.
(...)
Luís Vaz de Camões, in "Sonetos"
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Matemáticos Portugueses no sec XVI
Na Livraria Almedina.
A dificuldade nas conversas do Prof Henrique Leitão é que não sobra atenção nenhuma para os desenhos...
A dificuldade nas conversas do Prof Henrique Leitão é que não sobra atenção nenhuma para os desenhos...
Na Oficina / Museu do Carnaval de Loulé
Na chegada à oficina / museu encontramos uma série de bonecos com uma escala incrível, o panda sem orelha e o Aguiar Branco a brincar com a sua fisga são alguns dos grandes guardiões, no exterior deste magnifico espaço.
Lá dentro encontrei artistas e trabalhadores a terminarem os bonecos e carros alegóricos, para o desfile de Carnaval de 2015. Don Duarte, também queria ser Charlie e levava os últimos retoques no cabelo.
Junto à estufa de secagem, enquanto se trabalhava em moldes e pinturas de novos bonecos, encontrei vários despojos de outros carnavais, sendo o Sócrates um dos de maior destaque. Mais aqui.
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