Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blog só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

domingo, 23 de fevereiro de 2014

...desenhar na casa joão do rio...

...desenhado em 26 de Janeiro pela Margarida Ornelas...

Alsácia

Ontem pela manhãzinha decidi ir à beira rio desta cidade romântica que é Estrasbourgo. Fiz este desenho das casas tipicamente Alsacianas.

Vintage

Participei no Flea Market de Aveiro (feira de vendas de peças em 2ª mão) este sábado e enquanto havia movimento e não havia ainda, houve oportunidade de desenhar algumas peças expostas. O tema era o "Vintage".

Ericeira





Fui à Ericeira, numa corrida, na passada 6ª f de manhã. Estava vento e o tempo ameaçava chuva. Queria fazer um desenho mas só consegui do parque de Sta. Marta protegida do vento, tanto quanto era possível, pela parede que estava atrás de mim. Sem desenho prévio, foi o que saiu.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

PRAIA DO CASTELO

Reparei hoje por acaso que faz hoje 8 anos que fiz este desenho...

Fados no picadeiro

Fim de semana em Almada para o aniversário da sobrinha e do irmão mais velho. A festa foi num picadeiro e houve tarde de fados.

Viagem Aveiro-Lisboa
À espera do cacilheiro
Tarde de fados
Enquanto se ouviam os fados...

muhnac

munhac - parece uma onomatopeia mas é designação de museu.



sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Passagem de nível


Já consegui por 2 ou 3 vezes ver o comboio que passa nesta linha. Só tem uma carruagem, mas imagino que seja importante para quem o usa, seja na viagem diária para o emprego ou na viagem ocasional para ir ao mercado da região ou para aquela consulta que está marcada à meses.

no metro de Madrid




Num dia de sol , apetece logo desenhar, e a Vila da Ericeira é sempre um bom local.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Castelo de Monsaraz

«Considerada uma das mais antigas vilas de Portugal, Monsaraz regista indícios de povoamento desde tempos pré-históricos, sendo inicialmente um castro fortificado.» (IGESPAR)

Auto-retrato

A Rita Dias e a Filipa Antunes já tinham aqui dado o mote e eu, cheio de inveja, decidi voltar a fazer um auto retrato, depois de o ter experimentado pela primeira vez no workshop da Inma Serrano em Sevilha. Pura diversão, em frente do espelho da casa de banho, experimentando expressões e perspectivas diferentes. E achei piada olhar para o desenho e achar que estava a desenhar com a mão esquerda.


Dia de chuva.

Desafiando algumas perspectivas.

Sines

Depósito de Tabacos de Sines. Mesmo no centro da cidade, com uns bonitos azulejos
Marcador Sakura Micron 05 : Canetas de Feltro

Rua que vai dar ao Largo do poeta Bocage
Marcador Sakura Micron 05

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Eu


No espelho da porta, infinitas possibilidades de auto-retratos.
Diferentes expressões, diferentes estados de espirito de uma mesma pessoa.

Mais sol no Castelo


                    Mais desenhos no Castelo de São Jorge, num sábado de sol memorável.


Candeeiro na Casa João do Rio


Mais uma passagem pela Casa João do Rio, que desta vez originou um belo candeeiro entrelaçado nas páginas do meu caderno, desenhado entre 2 (ou 3) dedos de conversa e o chá chinês do Pedro Cabral.

Nova casa, nova vida, novas pessoas para desenhar!

Mudei de casa, sem grandes motivos para lá do facto de no meu último apartamento estar sempre sozinha (vivia com uma espécie de fantasmas que ouvia de vez em quando a meio da noite ou muito cedo de manhã). Agora tenho companhia para tomar o pequeno-almoço e às vezes mesmo um jantar surpresa, porque oh! fiz comida a mais...
Apresento-vos então as minhas futuras musas, as gentes que vão começar a habitar os meus diários gráficos, e a minha vida ;)

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

No jardim da Gulbenkian


Aproveitando os espectáculos gratuitos, rapidamente esgotados, muita gente acorreu este sábado à reabertura do grande auditório da Fundação Gulbenkian. A meteorologia ajudou com a paragem da chuva convidando a descobrir as esculturas do Rui Chafes espalhadas pelo jardim e que são uma extensão da exposição Peso do Paraíso presente até 18 de Maio no CAM.

Faro