A fotografia do desenho está muito fraca mas, onde estou, o melhor que consegui. Desenhos rápidos que o frio estava barbeadinho.
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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blog só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
O mundo num segundo
O título do post é tirado de um livro delicioso do Planeta Tangerina.
Não tenho a certeza se estes desenhos que fazemos nas sessões de Desenho CRU são urbansketching. Se desenhamos pessoas durante um espectáculo de teatro, um concerto de jazz ou em alguma conferência, talvez sejam. Então acho que estes também são. São é feitos com hora marcada. E num registo singular e original, com gin tónico e fatias de bolo caseiro à mistura.
Gosto de ver a interpretação dos outros e olhar para os seus desenhos. Como os desenhos do Eduardo. Os olhos vêm coisas diferentes de coisas iguais. Gosto de voltar aos sítios que já desenhei. Gosto desta foto, tirada no mesmíssimo momento em que fazia o desenho. A pose é a mesma, única no serão, e não mais se voltou a repetir. Este momento irrepetível é aquilo que me fascina neste par de imagens. Parece que o mundo parou uns segundos para que eu fizesse o desenho e um telemóvel de alguém disparasse. Naquela posição. Só naquela.
(Actuação de Carlos Vargas e foto de António Araújo, que descansava entre desenhos).
Paris, Les Halles
Paris, 5 de Outubro de 2013. Diante do famoso centro Georges Pompidou, onde a sã convivência entre a cidade antiga e o recente quarteirão, apesar do alto constraste (ou talvez por isso), impressiona.
Bar Cru
Mais uma sessão das primeiras segundas-feiras do mês. Uma iniciativa da Sara. É sempre bom treinar a mão enquanto o modelo se movimenta devagar.
À espera...
Desde que comecei a andar sempre equipada com o "kit de emergência" (caneta, bloco e caixa de aguarelas), os momentos de espera deixaram de ser aborrecidos.
Regresso ao preto no branco
Desenhar diariamente na berma da estrada torna-se repetitivo, assim como os desenhos, apesar dos modelos poderem variar enormemente. Assim, a necessidade de tentar inovar a cada desenho e torná-lo diferente do anterior impôs-se, surgindo naturalmente no caderno um desenho a preto e branco, à moda antiga, como há muito não fazia.
Mais pessoas
Uma esperava no café, a outra é uma tentativa mal conseguida de desenhar a minha sobrinha (que é muito mais gira). Feitas no tablet.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
Paris, Sorbonne
Paris, 5 de Outubro de 2013. Quando em 1622 se tornou provedor do colégio de Sorbonne, o Cardeal Richelieu, antigo aluno, sabia que as velhas instalações se encontravam num estado de irrecuperável decrepitude. Promove projectos para novos edifícios e em 1635 inicia-se a construção. Hoje a memória do primeiro ministro de Luís XIII prevalece na atmosfera do pátio da famosa Universidade de Paris.
No Seixal...
Propostas tentadoras de explorar novos materiais com o Richard Câmara: usar a caneta de aparo de bambú molhada nas écolines apenas das cores primárias, tirando partido de todas as suas potencialidades (1); mudar de cor cada vez que o aparo deixar de riscar (2 e 3); desenhar com uma rolha de cortiça (4) (porque o ambiente era uma antiga fábrica de transformação de cortiça, a Mundet). Este último vale como experiência mas não me adaptei nada ao material riscador. No entanto, o aparo veio para ficar...Experimentem, custa menos de 0,70 €!
Praia do Magoito
Nesta altura do ano os dias frios mas límpidos convidam-nos a dar um passeio junto ao mar. As praias estão desertas, a calma impera. A Praia do Magoito é um sítio fantástico cheio de rochedos e pedras que nos fazem ir à procura de tesouros escondidos. Em dias como este consegue-se ver até ao Cabo da Roca.
Mais uma viagem na linha de Cascais
Mais um fim de semana por Lisboa, e uma oportunidade de observar e desenhar pessoas sem ser muito incómoda...
domingo, 1 de dezembro de 2013
Et voilà, Paris!
Vincennes, 30 de Setembro de 2013. O castelo medieval impõe-se na paisagem urbana de Vincennes; com o bosque vizinho faz do bairro um dos mais apetecidos pelas famílias parisienses para viver. À chegada, já de noite, não quis deixar de desenhar rapidamente a vista da janela do quarto.
Seixal
No Seixal existem inúmeros motivos de interesse para desenhar. Para além da paisagem natural e da arquitectura local também os vários núcleos do Ecomuseu Municipal merecem ser visitados. Se a visita for ao núcleo da antiga fábrica de cortiça Mundet aconselho a optar pela visita guiada.
Os desenho foram feitos com cana de bambu, ecolines das três cores primárias e na Mundet também com uma rolha de cortiça.
Aquela estrada
A saga dos desenhos na estrada continua. Tenho tentado manter uma certa variedade nestes desenhos, mas o que torna este diferente dos outros que tenho feito surgiu por acaso.
A ideia enquanto desenhava o traço a caneta era deixar o fundo em branco para depois preenchê-lo com a mancha de aguarela, como já tenho feito por vezes.
No entanto, à medida que a plicava a aguarela mais o fundo branco me fazia sentido. E assim acabou por ficar, um fundo em branco para que possa ser imaginado à medida de cada um que o queira contemplar.
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