Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Quarto também desarrumado!



Em resposta ao Hugo Pereira também o fiz aqui há uns tempos atrás... aqui vai um quarto também arrumadinho: o meu. Fui captando tudo o que achei que poderia caracterizar o meu quarto, o que via da minha cama e voilá!



Literatura & Desenho (2)


“Benito aproveitava aquelas ausências para encher o caderno de desenhos que o padre Oyarbide classificou como silvestres: a mãe estendendo roupa na corda, o quintal com o pildatório, a ovelha e o cordeiro, o campanário da igreja de Guifariz entrevisto ao longe. Numas folhas que arrancou para guardar no baú havia o perfil incrivelmente perfeito de uma rapazinha sua colega, a Maruxa Otero, magra como uma agulha de pinheiro, cujo amor disputava a Gabino e a Artemio.” (p. 47)

Fernando Assis Pacheco, Trabalhos e Paixões de Benito Prada (1993)
No carnaval para mim, a "máscara", é quebrar a rotina do dia-a-dia e tentar "desaparecer" uns dias. Num desses passeios fui até ao Alqueva.


Um lindo dia de Sol, não muito calor, sem vento... um dia fantástico, o Domingo que, pela embalagem do sábado no mercado correu bem. Sentado e em boa companhia, sairam vários desenhos da marina e da vista deslumbrante que se tem deste local.

Carnaval





Este carnaval tive a melhor máscara de todas as máscaras que já tive.



Fui arrancar uns cisos!



Decidi aproveitar da melhor forma a situação.



Ficou com um ar um pouco sofrido

Quarto



No outro dia quando me mandaram arrumar o quarto (não me apetecia nada) reparei que toda aquela desarrumação era bonita demais, para ser arrumada.

Pois então desenhei-a, se o quarto estivesse arrumado não teria interesse nenhum.

Desta forma consegui "perder" algum tempo antes do inevitável.

E assim o desenho final não ficou mau, mas no final tive mesmo que fazer desaparecer toda a desarrumação.



Casa de Fado

O dono da Casa de Fado é fantástico com a guitarra portuguesa, toca de uma forma... O melhor a fazer é ir ouvir.





























Fui no outro dia a uma casa de fados, neste caso foi à Casa de Fado, onde o fado é vermelho.

Foi a primeira vez, e é uma experiência a repetir.

Aula

Exercício de Aula baseado no trabalho do Wil Freeborn
Perfil e frente ficou registada a minha colega









Há quem diga que se reconhece as pessoas pelo que calçam.

Não sei...







Ainda no bairro...


O primeiro desenho foi feito no encontro de diários.

O segundo é um desenho do café infusão onde esteve uma exposição, feita pelo museu do carmo, com os desenhos feitos durante os workshops

Norte (Braga, Guimarães, Amares, Viana do Castelo) - parte II



Norte (Braga, Guimarães, Amares, Viana do Castelo) - parte I








Alguns desenhos feitos já o ano passado no bairro alto.


Viagem pelo Minho

Viana do Castelo

Pousada de Santa Maria do Bouro

Guimarães

Largo Andaluz



No Largo Andaluz em Lisboa existe um pequeno Jardim que sempre esteve presente na minha memória, porque em pequeno costumava lá passar quando ia ter com o meu pai ao emprego. Sempre achei piada ao pequeno jardim, encafuado no meio dos prédios. Quando decidi lá passar para o desenhar percebi que o jardim era mesmo pequeno (só tem 2 árvores num canteiro), só que visto pelos olhos de criança é que parecia grande.

Acabei por me fascinar mais pelos edificios em redor, mas foi um bocado bem passado e até me apercebi que o pequeno jardim tem uso. Pelo menos os empregados do hotel mesmo em frente vão lá para conversar um pouco e fumar um cigarro.

Na loja do Cidadão

Como o meu ponto fraco é a figura humana, ontem decidi começar a praticar mais esse lado, enquanto esperava na Loja do Cidadão.

Tóbis




A Tóbis já foi vendida e estou com muito medo que aquilo venha abaixo para fazer mais uns quantos edifícios ou outra coisa qualquer.

Já há uns tempos que andava com vontade de a desenhar. Aproveitei a nova caneta Parallel Pen e desenhei-a. Quando cheguei a casa resolvi usar a aguarela julgando que a tinta era fixa. Assustei-me com o resultado mas resolvi tirar partido dele. Ficou um registo que, para mim, é importante como o foi a Tóbis durante muito tempo neste país. Como fica aqui muito perto penso voltar e gostava de ter garras para a desenhar pelo outro lado. A ver vamos...

O desenho deve muito ao Luís Ançã que pacientemente no Work in Progress de Dezembro me explicou as vantagens da caneta e como a utilizar e até me deixou trabalhar um pouco com ela. Obrigada, Luís!