Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

Mostrar mensagens com a etiqueta Workshop UskP Todos pelos ares. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Workshop UskP Todos pelos ares. Mostrar todas as mensagens

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Workshops no Museu do Ar, Granja do Marquês_25 JAN15_II

Publicadas oportunamente três imagens relativas ao WKS mencionado,faltaram ainda dois momentos que registaram nessa ocasião:

A) AS GEMINAÇÕES (Módulo do João Catarino e do José Louro) em  que se estabelecia - construir um avião juntando partes dos vários que ali estavam presentes

                                                   Fig1. Um projecto disparatado

B) AS PEÇAS SOLTAS (Módulo do Eduardo Salavisa e do Pedro Cabral).

Fig 2. Conhecendo e juntando peças variadas

Daí a concluir que sem esses dois registos a minha intervenção não estaria completa.
.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Todos pelos Ares

O exercício do Eduardo Salavisa:
Levantar voo sem levantar a caneta do papel.
Museu do Ar, Encontro USkP

Todos pelos Ares

Uns desenham aviões e outros desenham desenhadores de aviões. todos a aviar cadernos.
Com os USkP no Museu do Ar.
Mais desenhadores nos Bonecos de Bolso

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Todos pelos Ares

Mais peças soltas.
Quando fui ao Museu do Ar para preparar o workshop não sabia bem o que propor mas fui desenhando e, quando de lá saí, já tinha a certeza.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Todos pelos ares

Passei um dia fantástico no museu do ar. Adoro aviões por isso o museu foi uma agradável surpresa. Nunca pensei que no meio de nenhures houvesse um acervo tão interessante. O grupo de participantes também ajudou a criar um ambiente descontraído. Não me canso de dizer bem alto que esta forma de estar na vida é saudável e poder partilha-la é uma dádiva. Também gostei muito deste modelo rotativo de workshops porque nos faz mudar a forma de pensar o desenho. Esta ginástica mental é muito interessante. Os mestres formadores, amigos que admiro, propuseram várias atividades. Foram as seguintes:

Comecei pelo exercício proposto pelo Mário Linhares. Achei muito interessante a sua explicação, a empatia que cria com o objeto nesta perceção|reflexão lenta e contemplativa. Comecei o desenho pelo meio (o puxador da porta) e fui construindo o desenho a partir daí. Chegada a hora de almoço estava em transe. Fui a correr comer uma sandes e regressei para terminar.


De seguida fui ter com o Eduardo Salavisa e com o Pedro Cabral.

O Eduardo propôs um exercício rápido e descontraído quase sem levantar a caneta do papel. Para quem tinha estado quase 2 horas noutro registo, foi quase como um "choque térmico", mas daqueles que nos fazem sentir vivos.




De seguida parti para o exercício proposto pelo Pedro. Desenhar peças soltas numa dupla página. Ir colecionando imagens como ele costuma fazer ao longo do dia. Tive pena de não me ter apercebido deste exercício logo no início do dia, pois acho que teria ficado mais rica a mistura de desenhos de vários momentos e não pequenos desenhos feitos todos de seguida. Mas acho esta ideia muito interessante e vou experimentar mais vezes.



O tempo fugia-me das mãos e tinha mais dois exercícios pela frente. Primeiro foi o João Catarino que explicou como devemos olhar para as formas, tocar-lhes com as mãos, compreender a sua volumetria e até a sua textura e temperatura. E depois desse toque, voltar a tocar mas agora com as pontas dos dedos convertendo essas sensações em linhas. Esta forma de ver intriga-me e por isso este exercício foi um exploração  de um mundo desconhecido.

Finalmente o Rui Louro propôs um exercício com o nome geminações mas que rapidamente foi rebatizado de frankenstein. A ideia era fazer desenhos de vários aviões criando uma desenho resultante dessa mistura. Foi um desenho curioso porque me pôs a observar as formas como se fossem transparentes para tentar perceber que outras formas poderiam encaixar nelas.

E assim se passou um dia que soube a pouco. De coração cheio e de alma elevada regressei a casa com aquele sorriso que só os urbansketchers compreendem.

Todos pelos Ares

Peças Soltas

museu do ar - fotografias dos desenhadores



Não costumo colocar aqui fotografias, mas como são de desenhos e dos desenhadores, não resisto!

Workshops no Museu do Ar, Granja do Marquês_25 JAN15_I


Um notável percurso do que ocorreu dentro do Museu do Ar, em Sintra, cujos desenhos foram registados no meu diário  gráfico, acompanhados  de formadores nas respectivas sessões:

I. a) FUSELAGENS (com José Louro).
Como nota oportuna e importante, aqui vai uma dica do Mestre José Louro: "Saber parar é preciso!"...

II. a) COMO SE CONSTRÓI UM AVIÃO ( com Eduardo Salavisa)

Este desenho não ficou bem proporcionado.Serve apenas como experiência.

III. A LINHA QUE VOA E ATERRA (com Mário Linhares).
Reconheço que inicialmente errei na aplicação desse item. Mário Linhares veio em "meu socorro"o que lhe agradeço. Fiz outro desenho na página seguinte aqui presente para o mesmo avião. Contudo, ainda não ficou bem, mas sempre fica a lembrança desse erro para recordar e emendar.


Faltam mais dois registos ainda não concluídos e que virão oportunamente que são: AS GEMINAÇÕES e AS PEÇAS SOLTAS.

Museu do Ar

Foi com estes dois desenhos que exemplifiquei a minha proposta: a partir de um ponto pouco habitual, começar o desenho sem levantar a caneta. De uma só linha até chegar ao mesmo ponto. Experimentar fazer dois desenhos partindo de pontos diferentes. O primeiro comecei pela roda lateral. O segundo da ponta onde está a hélice.



Museu do Ar II






O primeiro foi o desafio que o Pedro Cabral nos lançou - colecionar pormenores em folha dupla. Gostaria de ter tido mais tempo pois a página poderia e deveria ter ficado mais cheia e com algumas sobreposições. Fica para a próxima que o "bichinho" ficou cá dentro.

O segundo foi feito no módulo do Mário Linhares e, para mim, o mais difícil, mas lá fui tentando e o Mário deu-me duas dicas preciosas que fizeram com que este desenho, pelo erro, me tenha ensinado tanto! Continuo a achar que desenhar precisa, acima de tudo, de saber olhar e compreender a forma e, seguidamente, desenhar, desenhar, desenhar.

Peço desculpa ao meu amigo Eduardo de não colocar aqui o que fiz do desafio que ele apresentou. Desculpa lá, Eduardo, mas o que fiz não tinha ponta por onde se pegasse! ;(

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

"Todos pelos Ares"

Um grande domingo, com um sol maravilhoso, o típico frio de inverno e nós ali num silencio viciante.  Talvez desde o "Museu do Caramulo" que fiquei com a curiosidade de desenhar aviões, ontem foi o dia.
Obrigado aos 5 magníficos.

 Módulo do João Catarino e do José Louro.

                                    Módulo do João Catarino e do José Louro. (Metamorfose)


 Módulo do Mário Linhares. (o Luis Frasco diz que se nota bem que foi no módulo do Mário - pormenores é comigo :)

Módulo do Eduardo Salavisa e do Pedro Cabral.

Acabei por ter de me ir embora depois da "foto de família" e não me despedi de todos. Boa semana. E  obrigada pelo Domingo! E obrigada aos USKP pela excelente iniciativa.

"Todos pelos Ares"

Que grande workhop e uma dupla estreia em beleza: o primeiro organizado pela Associação USKP e o meu primeiro com cada um dos 5 formadores.
O Museu do Ar é um poço sem fundo de objectos interessantíssimos para desenhar e as propostas dos monitores foram excelentes desafios.
Deixo o primeiro que fiz em resposta ao tema do João Catarino, "Fuselagens".
Os restantes estão no meu blog - avercomasmaos.blogspot.com


Todos Pelos Ares




Todos pelos Ares até chegar às nuvens com o acompanhamento dos 'cinco magníficos'. Para eles o merecido obrigado por um dia que apetece que seja repetido.

"Todos pelos Ares"


 



Ainda o workshop dos UskP no Museu do Ar, de onde o sol e uma bruminha davam aos arredores de Lisboa ares meio féericos.
E depois, achei que os desenhos, os resultados, espalhados juntos na mesa do bar, tinham forças que nem sempre têm. Será das máquinas que, mesmo em terra, ainda falam de de sonhos e de poder. Com uma ajudinha dos cinco moços e os seus exercícios...

Museu do Ar. 25 de Janeiro 2015



Museu do Ar






O primeiro desenho foi de observação paciente; desenharmos tudo por onde a caneta passava. Para mim, muito difícil, mas não me furto a desafios; só a tampa da caneta ficou ainda um pouco mais mordida!

O último desenho foi um desafio que muito me agradou - geminações. Construir um avião juntando partes dos vários que ali estavam presentes. Só este desenho poderia ter ocupado toda a manhã. Em bom tempo o Zé me disse que era melhor parar.