Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blog só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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domingo, 3 de outubro de 2010

Challenge XXXI, Viva a República!

Não sei se era esta a história que queriam ouvir, mas era uma vez uma jovem chamada Mariana, como a sua avozinha que era francesa. A Mariana, porém, poucos anos de vida descuidada viveu. Foi atacada de um mal muito comum, mas para o qual não se conhece a cura.

Chama-se a transfusão.


Se alguém conhecer um remédio, por favor, mande dizer, aqui ao cuidado dos Urban Sketchers.




quinta-feira, 24 de junho de 2010

Challenge Vêcê

Para esta compincha que está por cá a passar uns dias, é um dos locais mais interessantes da casa.
Ainda não consegui explicar-lhe que não é o sítio ideal para beber água.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

domingo, 2 de maio de 2010

Encontro no Largo de Camões

O Quiosque era simpático, mas eu do que gosto é desenhar pessoas.
Como esta menina que não desistia de apanhar um pombo.
Eles é que não estavam muito dispostos a colaborar.
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Esta senhora, com o seu balandrau, parecia cheia de pressa e pouco interessada nos nossos desenhos.
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E este senhor, pronto, era o dia do trabalhador.
Pareceu de bom tom comparecer também.
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segunda-feira, 29 de março de 2010

segunda-feira, 8 de março de 2010

Challenge XIII, atrasado, como de costume

Do interior para o interior, através da completa exterioridade, julgo eu.
Nota: Hoje estou de luto por um menino chamado Leandro Filipe.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Challenge XI

O Carnaval já passou e eu, este ano, não me mascarei.
Mas, para o ano, não hei-de faltar,
entre os cabeçudos e os gigantones,
no preparo que aí vai vai junto.
E o que é que vai a dizer o senhor que vai encarrapitado lá em cima?
Pois vai a dizer «antes quero burro que me pague do que cavalo que me derrube».

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Horta

Lisboa, não sei bem como se chamam aqueles sítios, não muito longe do cemitério da Ajuda.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Challenge IX, ainda

Eu sei que é deselegante chegar atrasado.
Ainda por cima quando se é o próprio desafiante.
Mas, como sabem, nem sempre somos nós quem está ao leme dos acontecimentos.
Posto isto, este bonequinho era para ilustrar (mais ou menos) uma frase ouvida um dia destes ao Pedro Cabral e que eu anotei assim (ele que me desculpe se não estiver correcta):
«Os desenhadores sofrem do síndrome da galinha da vizinha, o que os leva a experimentar e aprender uns com os outros».
E isto, para mim, tem sido verdade. Por exemplo, quando viajo para cima e para baixo neste blog.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Challenge VIII, creio eu

Os pardais de Madrid são muito hospitaleiros.
Não quiseram que comessemos sozinhos e vieram fazer-nos companhia.
Não ligaram nenhuma às cervejas, mas aceitaram algumas migalhas de pão.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Challenge IV: quase montra

Foi uma experiência inédita: tentar fazer um desenho debaixo de chuva (obrigado Urban Sketchers).
O que está na montra própriamente dita, no entanto, terá de ficar para outro dia: as goteiras nem sequer me deixaram aproximar.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Um cão e mais que se lhe seguiu

Agradeço imenso o convite para participar no Urban sketchers de Portugal, mesmo se, de urbano tenho muito pouco.
Como moro no campo, da minha janela o que vejo mais frequentemente é o meu cão.
Hei-de tentar ver mais coisas.



O que, por aqui, mais se aproxima de um ambiente urbano é a «vila» a alguns quilómetros: mas aí o que me fascina são as pessoas.
De vez em quando há um «pintas» que se deixa apanhar sem dar por isso.
Normalmente faço uns risquinhos muito rápidos, a lápis ou a esferográfica, tomo nota das cores e, um dia, quando me lembro, dou-lhe uns toques a aguarela.Nada de muito grave, espero eu.