Uma rena.
Já tinha saudades de desenhar anatomia e por isso visitei a exposição Body Worlds - Animals Inside Out, na Cordoaria.Menu superior
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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blog só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
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domingo, 2 de setembro de 2018
segunda-feira, 11 de junho de 2018
Residência Artística de Sara Simoes em Ponte da Barca - 1
Aqui fica um vídeo para mostrar o meu último caderno, que foi construído por mim.
Fiz os desenhos no âmbito da Residência Artística em Ponte da Barca, de 1 a 6 Junho de 2018, integrada no projeto "Sketching com História", promovido pelos Urbansketchers Portugal em parceria com o CIM (Comunidade Intermunicipal do Alto Minho).
sábado, 10 de março de 2018
One Week, Only Ten People
Só soube do desafio #oneweek100people2018 no penúltimo dia mas ainda deu para fazer 10 pessoas.
Junto aqui mais algumas das últimas semanas, para mostrar o que tenho andado a explorar, embora não contem para a estatística. :)
sexta-feira, 2 de março de 2018
Convento dos Capuchos, Caparica - 3 de Março às 15h
Caríssimos desenhadores:
Amanhã, sábado 3 de Março não é possível fazermos a habitual sessão de desenho livre no jardim da Casa da Cerca, pelo que venho propor-vos um programa alternativo no CONVENTO dos CAPUCHOS, na Caparica.

Vamos continuar a observar a chegada da primavera, mas desta vez nos jardins do convento, olharemos o oceano a partir do miradouro e, como o sábado será molhado, poderemos abrigar-nos da chuva no interior e esboçar alguns recantos e perspetivas. Será um encontro informal em que eu própria também vou para desenhar. Por isso desta vez não irei propriamente como formadora mas é claro que podem contar com o meu apoio. ;) Estarei lá entre as 15h e as 17h. Apareçam!
Amanhã, sábado 3 de Março não é possível fazermos a habitual sessão de desenho livre no jardim da Casa da Cerca, pelo que venho propor-vos um programa alternativo no CONVENTO dos CAPUCHOS, na Caparica.

Vamos continuar a observar a chegada da primavera, mas desta vez nos jardins do convento, olharemos o oceano a partir do miradouro e, como o sábado será molhado, poderemos abrigar-nos da chuva no interior e esboçar alguns recantos e perspetivas. Será um encontro informal em que eu própria também vou para desenhar. Por isso desta vez não irei propriamente como formadora mas é claro que podem contar com o meu apoio. ;) Estarei lá entre as 15h e as 17h. Apareçam!
Fonte das fotografias: TripAdvisor
sábado, 16 de dezembro de 2017
quarta-feira, 25 de outubro de 2017
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
Gulbenkian - Encontro USK no dia 16 de Setembro
Desenhar na Gulbenkian é coisa que faço de vez em quando, principalmente quando revejo a minha querida amiga Lena de Londres.
Quando soube do encontro agendado para Setembro marquei logo na agenda para voltar até lá e rever alguns sketchers que não costumam atravessar o Tejo para ir à Oficina mensal de Desenho no Jardim da Casa da Cerca. :)
Levei a minha nova caixa de pastéis aguareláveis que já tinha estreado com um dragoeiro do outro lado do rio (ver aqui). Fui aos laguinhos redondos que espelham uma zona de bosque frondoso e cheio de sombras, que eu já tinha vontade de desenhar há muito tempo.
Estive cerca de 3 horas envolvida neste desenho, em que tentei tornar o reflexo mais real do que a realidade que lhe deu origem. O problema foi ter-me demorado demasiado e só ter encontrado os sketchers mesmo no fim do encontro (além de ter ganho um rabo esborrachado pelo chão).
Quando soube do encontro agendado para Setembro marquei logo na agenda para voltar até lá e rever alguns sketchers que não costumam atravessar o Tejo para ir à Oficina mensal de Desenho no Jardim da Casa da Cerca. :)
Levei a minha nova caixa de pastéis aguareláveis que já tinha estreado com um dragoeiro do outro lado do rio (ver aqui). Fui aos laguinhos redondos que espelham uma zona de bosque frondoso e cheio de sombras, que eu já tinha vontade de desenhar há muito tempo.
Estive cerca de 3 horas envolvida neste desenho, em que tentei tornar o reflexo mais real do que a realidade que lhe deu origem. O problema foi ter-me demorado demasiado e só ter encontrado os sketchers mesmo no fim do encontro (além de ter ganho um rabo esborrachado pelo chão).
Laguinhos redondos da Gulbenkian
Entretanto soube pela Isabel Alegria que nesse dia iria haver uma atividade acerca de aves, integrada no programa Encontros da Paisagem - Aves Jardineiras dos Jardins - pelo professor João Rabaça. Consegui juntar-me ao grupo no último momento. Aprendemos curiosidades como o facto de os gaios enterrarem sementes para assegurar a sua despensa para a eventual escassez de alimento no inverno, e que afinal deixam umas quantas bolotas esquecidas que germinam, dandoo uma importante ajuda na regereração da floresta. E a cereja no topo do bolo foi encontrar no fim da atividade uma garça noturna ou goraz já aninhada para dormir em cima de um pinheiro manso e muito perto de um local onde há meia dúzia de anos fiz o desenho abaixo. Seria o mesmo goraz que fui reencontrar? :)
Goraz desenhado na Gulbenkian em 2010
Tenho de voltar a um novo encontro para acabar de por a conversa em dia, mas terá de ser em Novembro porque em Outubro já tenho os fins-de-semana preechidos com a formação em aguarela e desenho de campo que vou dar.
segunda-feira, 4 de setembro de 2017
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
Gulbenkian
Tronco de carvalho-alvarinho no meio do bambu
Já vi que há encontro agendado para 16 de Setembro na Gulbenkian e eu quero ir! Verdura é comigo. Até lá. :)
terça-feira, 1 de agosto de 2017
Do água para o caderno
Desenhando com os pés fresquinhos, na ribeira de Pucariça (Aldeia-do-Mato, Abrantes)
Rã na margem da ribeira
Desta vez não consegui apanhar uma rã para desenhar,
mas apanhei dois filhotes girinos no tanque do sr. Rodrigues.
Depois de desenhado debaixo da lupa, o girino voltou ao tanque.
Foi assim no retiro de 2017. Se quiserem saber mais sobre a experiência, espreitem:
http://velhadaldeia.blogspot.pt
ou:
https://www.facebook.com/sara.simoes.ilustracao
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Da floresta portuguesa e da natureza domesticada
A artificialidade cansa-me (e às vezes desgosta-me até) e por isso refugio-me em locais onde ainda há vestígios da natureza ibérica mais autêntica.
Aqui perto da cidade onde vivo encontro um desses refúgios - a Quinta Nova de Queluz. Tem uma diversidade apreciável de espécies vegetais, incluindo muitos sobreiros e medronheiros, os maiores pilriteiros que já vi, um par de carvalhos-alvarinhos e um castanheiro, que depois de ter secado no tronco e nos grandes ramos, rebentou cheio de força: nas varas que brotaram da terra agora exibe ouriços a amadurecer. Gostava que a "gestão" florestal deste espaço fosse mais eficaz a defender as nossas árvores, mas infelizmente as intervenções de "limpeza" acabaram por favorecer a invasão por acácias e por isso uma das áreas mais bonitas e selvagens da quinta transformou-se radicalmente nos últimos quatro anos.
Depois, na semana passada estive a explorar a Tapada de Mafra durante dois dias e o javali foi o tema a que consegui dar mais atenção. Na parede da sala do pequeno-almoço uma grande cabeça espreitava-nos. Visto de lado podia parecer-nos um animal feroz, mas olhando-o nos olhos postiços, podíamos adivinhar que afinal talvez fosse só um porquinho peludo e brincalhão.
Lá fora, percorremos a ribeira, que se manterá seca enquanto for verão, e no areão do leito encontrámos uma coleção de ossos de gamo e uma mandíbula de javali. Um tesouro cuja primeira peça foi encontrada pelo meu filho de quatro anos. E tudo o que precisámos de fazer foi caminhar ribeira acima em vez de seguir pela estrada.
Às vezes basta mudarmos o nosso ponto de vista para encontrarmos qualquer coisa maravilhosa, que nos escaparia se nos mantivéssemos a olhar o mundo a partir do sítio do costume. :)
Finalmente, esta semana, chegou uma pequena cadelinha a casa dos avós. Exausta com a transição para a sua nova morada, fez a primeira soneca e aproveitei a oportunidade para ajudar a povoar de sangue quente o meu caderno habitualmente repleto de vegetação. Apresento-vos a Irina.
Se acham que, para variar, gostariam de ser sketchers sem urban, por três dias vou estar em retiro de field sketching e tenho vagas para quem queira alinhar, a 4, 5 e 6 de Agosto em Tramagal. Vamos começar no meio de vinhas domesticadas, depois percorrer uma ribeira selvagem e finalmente olhar o Tejo a partir de Tramagal (Abrantes) no lugar onde natureza e civilização se encontram.
Para mais informações podem espreitar:
http://velhadaldeia.blogspot.pt/2017/07/retiro-de-desenho-e-aguarela-2017-45-e.html
https://www.facebook.com/events/2002123253407210/
Ramo de castanheiro com ouriços
Aqui perto da cidade onde vivo encontro um desses refúgios - a Quinta Nova de Queluz. Tem uma diversidade apreciável de espécies vegetais, incluindo muitos sobreiros e medronheiros, os maiores pilriteiros que já vi, um par de carvalhos-alvarinhos e um castanheiro, que depois de ter secado no tronco e nos grandes ramos, rebentou cheio de força: nas varas que brotaram da terra agora exibe ouriços a amadurecer. Gostava que a "gestão" florestal deste espaço fosse mais eficaz a defender as nossas árvores, mas infelizmente as intervenções de "limpeza" acabaram por favorecer a invasão por acácias e por isso uma das áreas mais bonitas e selvagens da quinta transformou-se radicalmente nos últimos quatro anos.
Bagas de pilriteiro
Depois, na semana passada estive a explorar a Tapada de Mafra durante dois dias e o javali foi o tema a que consegui dar mais atenção. Na parede da sala do pequeno-almoço uma grande cabeça espreitava-nos. Visto de lado podia parecer-nos um animal feroz, mas olhando-o nos olhos postiços, podíamos adivinhar que afinal talvez fosse só um porquinho peludo e brincalhão.
Javali caçado na Tapada de Mafra
Lá fora, percorremos a ribeira, que se manterá seca enquanto for verão, e no areão do leito encontrámos uma coleção de ossos de gamo e uma mandíbula de javali. Um tesouro cuja primeira peça foi encontrada pelo meu filho de quatro anos. E tudo o que precisámos de fazer foi caminhar ribeira acima em vez de seguir pela estrada.
Crâneo de javali encontrado no Pulo do Lobo (Mértola)
Irina recém-chegada
Se acham que, para variar, gostariam de ser sketchers sem urban, por três dias vou estar em retiro de field sketching e tenho vagas para quem queira alinhar, a 4, 5 e 6 de Agosto em Tramagal. Vamos começar no meio de vinhas domesticadas, depois percorrer uma ribeira selvagem e finalmente olhar o Tejo a partir de Tramagal (Abrantes) no lugar onde natureza e civilização se encontram.
Para mais informações podem espreitar:
http://velhadaldeia.blogspot.pt/2017/07/retiro-de-desenho-e-aguarela-2017-45-e.html
https://www.facebook.com/events/2002123253407210/
Chão da Ribeira, Madeira
quinta-feira, 18 de maio de 2017
Espontâneas - Bocas-de-lobo
As bocas-de-lobo (Antirrhinum majus) são as minhas flores preferidas e é sempre uma surpresa encontrá-las a crescer espontaneamente em muros e telhados em Sintra, mas também em Lisboa e em Almada, pelo que já as registei várias vezes nos meus cadernos.
Tento semeá-las todos os anos nos meus vasos da varanda mas as sementes de compra não dão flores tão bonitas como as espontâneas.
Mais desenhos e ilustrações das minhas bocas-de-lobo aqui:
http://velhadaldeia.blogspot.pt/search/label/Antirrhinum
terça-feira, 4 de abril de 2017
sábado, 13 de agosto de 2016
Desenho de campo
Quem me conhece sabe que sou mais rural sketcher ou wild sketcher do que propriamente urban sketcher... :)
Se por acaso partilham o meu interesse pela intrincada complexidade dos objetos naturais, desafio-vos a espreitar o programa do retiro de Desenho de Campo que estou a preparar para o último fim-de-semana de Agosto algures entre Tomar e Abrantes e entre os rios Zêzere e Tejo. ;)
https://www.facebook.com/events/305540873117502/
http://velhadaldeia.blogspot.pt/2016/08/retiro-de-desenho-e-aguarela-na.html
Se por acaso partilham o meu interesse pela intrincada complexidade dos objetos naturais, desafio-vos a espreitar o programa do retiro de Desenho de Campo que estou a preparar para o último fim-de-semana de Agosto algures entre Tomar e Abrantes e entre os rios Zêzere e Tejo. ;)
https://www.facebook.com/events/305540873117502/
http://velhadaldeia.blogspot.pt/2016/08/retiro-de-desenho-e-aguarela-na.html
Cipreste da Casa da Cerca em Almada
Frutos de coníferas da New Forest, Inglaterra
Cogumelo da Arrábida, com o Grupo do Risco
Achados da praia do Forte do Cavalo, Sesimbra, com o Grupo do Risco
Rela e tritão de uma exposição de anfíbios no Jardim Tropical, Lisboa
Cardo de Amendoeira da Serra, Mértola, com o Grupo do Risco
Lagartixa da ilha da Madeira, com o Grupo do Risco
As ovelhas do meu avô, quando eu tinha 15 anos
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