Estes foram os desenhos que fiz no encontro deste ano do (A)Riscar o Património, no Castelo de Almourol.
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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
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domingo, 24 de setembro de 2017
(A)Riscar o Património no Castelo de Almourol
(A)Riscar o Património no Castelo de Almourol
A foto do grupo que se juntou no Castelo de Almourol para (A)Riscar o Património, onde os Urban Sketchers se juntaram à Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos, para visitar e desenhar este espantoso castelo.
Com um agradecimento especial ao Município de Vila Nova da Barquinha pelas facilidades concedidas.
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sábado, 2 de setembro de 2017
Câmara Municipal de Benavente
Já devia ter publicado este desenho, em abril, quando participei no evento "Praça com arte" que decorreu na praça do município de Benavente e envolveu vários artesãos e artistas locais. Enfim, nunca é tarde para mostrar um sketch, espero que gostem.
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Da floresta portuguesa e da natureza domesticada
A artificialidade cansa-me (e às vezes desgosta-me até) e por isso refugio-me em locais onde ainda há vestígios da natureza ibérica mais autêntica.
Aqui perto da cidade onde vivo encontro um desses refúgios - a Quinta Nova de Queluz. Tem uma diversidade apreciável de espécies vegetais, incluindo muitos sobreiros e medronheiros, os maiores pilriteiros que já vi, um par de carvalhos-alvarinhos e um castanheiro, que depois de ter secado no tronco e nos grandes ramos, rebentou cheio de força: nas varas que brotaram da terra agora exibe ouriços a amadurecer. Gostava que a "gestão" florestal deste espaço fosse mais eficaz a defender as nossas árvores, mas infelizmente as intervenções de "limpeza" acabaram por favorecer a invasão por acácias e por isso uma das áreas mais bonitas e selvagens da quinta transformou-se radicalmente nos últimos quatro anos.
Depois, na semana passada estive a explorar a Tapada de Mafra durante dois dias e o javali foi o tema a que consegui dar mais atenção. Na parede da sala do pequeno-almoço uma grande cabeça espreitava-nos. Visto de lado podia parecer-nos um animal feroz, mas olhando-o nos olhos postiços, podíamos adivinhar que afinal talvez fosse só um porquinho peludo e brincalhão.
Lá fora, percorremos a ribeira, que se manterá seca enquanto for verão, e no areão do leito encontrámos uma coleção de ossos de gamo e uma mandíbula de javali. Um tesouro cuja primeira peça foi encontrada pelo meu filho de quatro anos. E tudo o que precisámos de fazer foi caminhar ribeira acima em vez de seguir pela estrada.
Às vezes basta mudarmos o nosso ponto de vista para encontrarmos qualquer coisa maravilhosa, que nos escaparia se nos mantivéssemos a olhar o mundo a partir do sítio do costume. :)
Finalmente, esta semana, chegou uma pequena cadelinha a casa dos avós. Exausta com a transição para a sua nova morada, fez a primeira soneca e aproveitei a oportunidade para ajudar a povoar de sangue quente o meu caderno habitualmente repleto de vegetação. Apresento-vos a Irina.
Se acham que, para variar, gostariam de ser sketchers sem urban, por três dias vou estar em retiro de field sketching e tenho vagas para quem queira alinhar, a 4, 5 e 6 de Agosto em Tramagal. Vamos começar no meio de vinhas domesticadas, depois percorrer uma ribeira selvagem e finalmente olhar o Tejo a partir de Tramagal (Abrantes) no lugar onde natureza e civilização se encontram.
Para mais informações podem espreitar:
http://velhadaldeia.blogspot.pt/2017/07/retiro-de-desenho-e-aguarela-2017-45-e.html
https://www.facebook.com/events/2002123253407210/
Ramo de castanheiro com ouriços
Aqui perto da cidade onde vivo encontro um desses refúgios - a Quinta Nova de Queluz. Tem uma diversidade apreciável de espécies vegetais, incluindo muitos sobreiros e medronheiros, os maiores pilriteiros que já vi, um par de carvalhos-alvarinhos e um castanheiro, que depois de ter secado no tronco e nos grandes ramos, rebentou cheio de força: nas varas que brotaram da terra agora exibe ouriços a amadurecer. Gostava que a "gestão" florestal deste espaço fosse mais eficaz a defender as nossas árvores, mas infelizmente as intervenções de "limpeza" acabaram por favorecer a invasão por acácias e por isso uma das áreas mais bonitas e selvagens da quinta transformou-se radicalmente nos últimos quatro anos.
Bagas de pilriteiro
Depois, na semana passada estive a explorar a Tapada de Mafra durante dois dias e o javali foi o tema a que consegui dar mais atenção. Na parede da sala do pequeno-almoço uma grande cabeça espreitava-nos. Visto de lado podia parecer-nos um animal feroz, mas olhando-o nos olhos postiços, podíamos adivinhar que afinal talvez fosse só um porquinho peludo e brincalhão.
Javali caçado na Tapada de Mafra
Lá fora, percorremos a ribeira, que se manterá seca enquanto for verão, e no areão do leito encontrámos uma coleção de ossos de gamo e uma mandíbula de javali. Um tesouro cuja primeira peça foi encontrada pelo meu filho de quatro anos. E tudo o que precisámos de fazer foi caminhar ribeira acima em vez de seguir pela estrada.
Crâneo de javali encontrado no Pulo do Lobo (Mértola)
Irina recém-chegada
Se acham que, para variar, gostariam de ser sketchers sem urban, por três dias vou estar em retiro de field sketching e tenho vagas para quem queira alinhar, a 4, 5 e 6 de Agosto em Tramagal. Vamos começar no meio de vinhas domesticadas, depois percorrer uma ribeira selvagem e finalmente olhar o Tejo a partir de Tramagal (Abrantes) no lugar onde natureza e civilização se encontram.
Para mais informações podem espreitar:
http://velhadaldeia.blogspot.pt/2017/07/retiro-de-desenho-e-aguarela-2017-45-e.html
https://www.facebook.com/events/2002123253407210/
Chão da Ribeira, Madeira
domingo, 16 de julho de 2017
quinta-feira, 29 de junho de 2017
quarta-feira, 28 de junho de 2017
Desenhar em Santarém
O inicio dos desenhos neste dia 25 de Junho começou bem cedo ainda a caminho do local do encontro, dentro do carro da Sofia que nos conduziu até lá. Ela ia falando com o Bruno, e o seu filho Duarte ainda meio ensonado e em modo pequeno-almoço ia seguindo o caminho e o desenho com atenção. Num instante chegámos a Santarém e depois de uma introdução para uma plateia bem composta, chegou o momento de desenhar a cidade.
E para a prova futura que estivemos mesmo lá, o Augusto, eu e o Bruno, fomos tirar a foto junto do carro de exteriores da RTP de 1957 que mesmo assim não conseguiu roubar o protagonismo aos mais de 60 sketchers que tomaram Santarém de assalto neste Domingo bem passado. Obrigado aos meus colegas de viagem e à Sofia por nos ter levado até lá ;) Um grande obrigado aos Ribatejo Sketchers, à Ana Barbosa e o João André que tornaram isto possível. Foi um mega encontro, foi fantástico e quem não foi, não sabe o que perdeu.
Desenhar à Chuva em Santarém
Confesso a minha pouca vontade para desenhar, mas quando me sentei num banco de jardim, abrigada dos chuviscos debaixo de algumas árvores, não resisti a esta cena no Miradouro de São Bento, em Santarém. Elas estavam mesmo muito empenhadas e entusiasmadas a desenhar a paisagem da ponte, do rio e de várias igrejas que se viam lá de cima, mesmo debaixo de chuva!
terça-feira, 27 de junho de 2017
domingo, 25 de junho de 2017
Santarém
Santarém estava cheia de gente, de sketchers, de vontade, de coisas para ver e pessoas para conhecer.
Os Oeste Sketchers marcaram presença e subiram ao "palco" para divulgar as próximas actividades pela voz de Pedro Alves, eu limitei-me a participar com desenhos e partilhas, fascinado, porque afinal, conhecia muito pouco de Santarém.
Depois de alguma caminhada explorando ruas e jardins, eu e o Pedro Alves paramos no jardim e miradouro das Portas do Sol, a vista era de tirar o fôlego. Ficamos ali a rabiscar e a pintar, falando de aguarela e paisagem, do Ribatejo e da vida.
De tarde, a sesta aliciava, mas havia tanta coisa para ver e tentar desenhar.
A chuva ainda me atrapalhou as linhas e o tempo passou a correr, aqui ficou Pedro Alvares Cabral, descobridor do Brasil, com descanso eterno na Igreja da Graça, cheia de detalhes e uma daquelas rosáceas hipnotizantes.
Agradecimentos aos Ribatejo Sketchers pelo convite, à Ana Barbosa, ao João André e à Câmara Municipal de Santarém pelo apoio, almoço, visita guiada e disponibilidade de nos receber.
sábado, 6 de maio de 2017
De volta a Tomar, ou melhor de volta a casa
Tomar, dia IV. 17.03.2017
Dia de regresso a casa, fugimos da Autoestrada
1ª paragem - Almourol, concelho de Vila Nova da Barquinha.
Lá estava ele, um dos castelos mais cenográficos do país, construído no séc. XII, após a Reconquista, por ordem de Gualdim Paes. Pertencia à Ordem de Cristo.
Dessa época, resta pouco. A quantidade de pedras novas nas muralhas não enganam. Mas isso não interessa nada. Pitoresco, romântico? claro que sim. A beleza do lugar supera tudo.
A 2ª paragem foi Tancos, onde nos deparámos com esta antiga Igreja da Misericórdia, debruçada sob o cais/rio. A fachada renascentista mantém-se, mas no seu interior, o culto hoje é outro: Centro Cultural e Municipal.
4 dias "sem rede": brincar com a aguarela; desenhar com a mão esquerda
quinta-feira, 9 de março de 2017
Almourol VI
Para acabar a reportagem do castelo (os leitores devem estar fartos, ao fim de tantas publicações), deixo uma vista sobre o Tejo, para nascente. Do castelo vêm-se as muralhas dos dois recintos. Muito parecida é a vista das janelas do comboio que ali passa ao lado, vindo do Entroncamento e rumo à Beira Baixa. É uma viagem cénica e relativamente desconhecida pela generalidade dos turistas, pelo que recomendo vivamente!
quarta-feira, 8 de março de 2017
Almourol V
Primeira vista do alto da torre de menagem. Entretanto, passei pelas salas escuras da dita torre, com informação bastante útil. As gravuras românticas, feitas por viajantes ingleses, mostram o castelo antes das obras salazarentas. Ao contrário de muitos outros, apurados no traçado, este castelo mantém-se praticamente intocado desde a idade média, porque o isolamento da ilha fê-lo chegar até nós incrivelmente preservado.
Esta é mais uma das razões que me leva a sugerir este lugar para mais um encontro de sketchers!
terça-feira, 7 de março de 2017
Almourol IV
Já no primeiro recinto de muralhas, prestei atenção às lápides. São duas: uma está junto da primeira porta (à esquerda, no desenho) e parece ter sido aproveitada de um monumento romano. A segunda lápide está sobre a segunda porta (à direita, no desenho), e comemora a fundação do castelo, por Gualdim Pais, mestre da Ordem dos Templários. Parece incrível como um rio, agora tão sossegado, já foi uma fronteira violenta entre o Califado Almoada e os reinos cristãos.
domingo, 5 de março de 2017
sábado, 4 de março de 2017
Almourol II
A canoa fez-se à água no cais da aldeia de Arripiado. Aquelas casas brancas, dignas de um presépio, parecem desafiar a aldeia vizinha de Tancos, no outro lado do rio. Foram rivais durante séculos e conservam património único, das igrejas, às casas senhoriais. O muro do cais de Tancos é feito de grandes blocos de pedra e data do rei D. Manuel. É tão sólido que sobreviveu até aos nossos dias, depois de muitos anos de cheias do poderoso rio Tejo.
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
Barrete Verde
Antes de viajar para longe nestas férias, consegui dar um pulo a Alcochete para visitar velhos amigos e para experimentar (uma vez mais) esta bela festa do Barrete Verde. Eu não gosto de Touros, ou melhor, não gosto o que certos Humanos lhes fazem, mas não deixa de ser impressionante ver a paixão que esta malta tem pela dita "Festa Brava" a que eu assisti com algum desdém... O que me move é mesmo a paixão pelos meus amigos e pelas conversas que temos, sempre acompanhadas pelas belas Imperiais. Desta vez, a festa já contou com mais duas crianças, filhos dos meus amigos (entre nós já são 5 ;) o que é um belo indicio que a festa do Barrete Verde tem futuro garantido. Abaixo deixo um video com excertos da festa de 2013 com a musica oficial da festa que passa em loop durante todo o evento. Ao fim de meia hora já a sabemos de cor e salteado...
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Convento de São Francisco e Jardins, Santarém
Foi um belíssimo encontro muito a condizer com Santarém. Muito obrigada pela visita guiada ao centro histórico! Muitos parabéns aos Ribatejo Sketchers pela organização!
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Casa Velha
A Casa Velha fica em Ourém. Nela vive a jovem “velha da casa” que abriu as portas para nos acolher. Foi um fim-de-semana privilegiado, onde olhámos de frente os hipopótamos, compreendemos as pedras e desenhamo-nos cegamente.
Os participantes:
Filipe Almeida, Luís Mah e Teresa Filipe
Nuno Branco, Mário Linhares e Catarina Galhardo
Margarida Ramos e Vera Guedes
Pedro Ribeiro Ferreira e Ana Jácome
Margarida Alvim, Estela Cameirão e Filipe Pinto
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