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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blog só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
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sexta-feira, 17 de julho de 2015
Em Huesca a comida "dibujada" não faltou. Os Scketchers vieram dos "4 cantos" do reino de Espanha e Portugueses: eramos 6 . A Ibéria uniu-se e os ventos estiveram sempre a favor e o casamento com a comida e o desenho foi perfeito e duradoiro . Aconteceu no primeiro fim de semana de Julho. Prova que a Ibéria em matéria de scketch traduz o lema: todos juntos, somos muitos...
Aqui ficam alguns "dibujos " com gosto :
Aqui ficam alguns "dibujos " com gosto :
quarta-feira, 20 de maio de 2015
Desafio 54 - Reportagem
Desafio - 54 Reportagem
Foi no dia 12 de Maio que no Agrupamento das Escolas Pedro Jacques de Magalhães em Alverca do Ribatejo que , mais uma vez , numa iniciativa à qual adiro e apoio com muito entusiasmo , junto da Biblioteca da Escola do Ensino Básico da Igreja dos Pastorinhos esteve presente a "Bruxa Mimi" personagem dos livros que os meus netos gostam ao ponto de lerem, relerem e tornarem a ler as aventuras da dita , em livros bem escritos e com desenhos e pormenores de muita qualidade . Apesar de não serem de autores portugueses, quer o escritor, quer o ilustrador, recomendo mesmo uma "Vista de Olhos" (com letra grande) pela coleção. Autoria :Valerie Thomas e ilustrados por Korky Paul.
Fica assim também a Reportagem da passagem da bruxa MIMI pelo meu caderno . Dificil rabiscar com o publico infantil que sempre em movimento me propoe desafios cada vez mais dificeis.
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
No dia 01 de Nov. no Zoo de Lisboa , o Eduardo Salavisa deu mais um dos workshops a que nos vem habituando, de nome "Traço a traço".
Bela manhã de sábado , o grupo era muito simpático e claro está a bicheza estava a postos para pousar para nós.
Como de pequeno é que se começa, levei comigo o meu neto Xandi de 7 anos de idade e estudante do 2º ano. Ele e eu adorámos. A vontade de desenhar era tanta que depois de um belo pic nic , agora já com a restante família , não conseguiamos parar e continuámos a desenhar .
Ficámos todos viciados e felizes: os bichos e nós claro.
Em Janeiro, se Deus quizer, e se o tempo o permitir , voltamos. Venham!
Bela manhã de sábado , o grupo era muito simpático e claro está a bicheza estava a postos para pousar para nós.
Como de pequeno é que se começa, levei comigo o meu neto Xandi de 7 anos de idade e estudante do 2º ano. Ele e eu adorámos. A vontade de desenhar era tanta que depois de um belo pic nic , agora já com a restante família , não conseguiamos parar e continuámos a desenhar .
Ficámos todos viciados e felizes: os bichos e nós claro.
Em Janeiro, se Deus quizer, e se o tempo o permitir , voltamos. Venham!
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
Alguns desenhos do meu caderno , no reino do Butão. País maravilhoso, carregado de simbolismos, de valores existenciais e de respeito pelo semelhante, pelos animais, pela natureza, e pela paz de espírito.
Convida à meditação, à consciencialização da vida interior e do poder da mente.
Se tiverem oportunidade visitem. Não é assim tão distante.
A agricultura é totalmente biológica, e por isso o tamanho não importa. O importante é o sabor.
A base da alimentação são vegetais, já que os animais têm direito à vida.
Trabalho colectivo que me deu imenso prazer fazer, depois de vencidas as barreiras : da timidez, e da lingua. Mas ao desenho ninguém resiste.
Este é um dos seus grandes poderes , (o da comunicação).
sexta-feira, 22 de agosto de 2014
domingo, 27 de julho de 2014
Viagem a Lisboa
Há já a algum tempo que não publicava os meus registos. Então agora com algum tempo , escolhi estes dois de um excelente workshop dirigido pelo Mário Linhares sobre o tema "Viagem a Lisboa" tendo por base um filme de Win Wenders sobre Lisboa, que agora não me recordo o nome. Fim de tardes em Alfama , os sons das vozes dos seus moradores e os pombos fizeram-me companhia. Tenho de lá voltar para os registar.
terça-feira, 29 de abril de 2014
"Ponto 6 - O grande Canal
Navegar em Veneza - ter da água para terra a sensação de percorrer uma rua, uma avenida é a diferença de sentir o baloiçar do barco quando os outros no transito passam.~
Semáforos aquaticos
Transito de barcos
Parar atracando.
Sentarmo-nos à beira do grande canal, ouvir os motores nas manobras e as ondas da água, que sinto escura e suja é confrontarmo-nos num fim de tarde de sol com o mundanismo desta cidade .
19.04.2014 - sábado de aleluia." -
(sensações de Joao Frade - desenho de Rosarinho Frade)
Retiro Veneza Abril 2014
4º Ponto -
Sentir a liberdade de estar longe da pressão do quotidiano, do meio que percorremos e frequentamos, estarmos sentados nos degraus do Palácio para concertos a observar uma praça de turistas, também como turistas, é não sentir pressão, é estar por nos apetece.
(fim do 4º Ponto)
5º Ponto
Da ponte de Rialto à Basilica de S Marcos - A torre de Babel.
(sensações de Joao Frade, desenho de Rosarinho Frade)
Retiro Veneza - Abril 2014
" 2º Ponto -Explanada
Sentada na mesa ao lado da explanada, da mesa do café, do fundo da sua voz rouca de mais de 70 anos, a senhora Veneziana pergunta: Posso ver? E assim se iniciou a conversa com as perguntas tradicionais, as respostas de conveniencia e com o fim do desenho o reconhecer simpatico e prestável.
- Praça de São Marcos para onde é?
-Para ali. Vire à esquerda na casa vermelha.
Partimos de novo
(fim do 2º ponto)
3º Ponto - Ponte de le oche
Fugimos da confusão das pessoas e mergulhámos numa rua estreita com uma nesga de céu por cima e onde os prédios altos nascem da água e parecem afunilar-se sobre as nossas cabeças; percorremo-la sobre a ponte no cruzamento da agua e do chão. Parámos no silencio e na calma de outra Veneza.
A lancha,
A Gondola,
Passam por baixo de nós enquanto atrás e à esquerda pela janela aberta de um andar superior sai a voz cantante, feminina e autoritária de uma dona de casa .
Deste lado da ponte abre-se uma porta, 2 crianças saem a correr, voltam atrás e tornam a entrar.
De novo a quietude, os falares distantes dos Venezianos dentro das suas casas.
Vamos voltar à Veneza do mundo!
(fim do 3º ponto)
( sensações do João Frade com desenhos da Rosarinho Frade)
quinta-feira, 3 de abril de 2014
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