Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blog só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

Mostrar mensagens com a etiqueta Rodrigo Briote. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rodrigo Briote. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Porto - Simpósio USk

Publico aqui alguns desenhos do simpósio no Porto, e aproveito para agradecer a todos os que tornaram este evento possível.






quarta-feira, 30 de maio de 2018

Museu Nacional dos Coches - Carro de Bombeiros

Grande encontro USK no Museu Nacional dos Coches.
De manhã fiquei no edifício novo e à tarde fui ao Picadeiro Real, onde havia uma exposição de carros de bombeiros antigos. E foi lá que encontrei este carro a vapor da MerryWeather & Sons, da 2ª metade do Séc.XIX.
Parabéns a quem teve a ideia e organizou o encontro.


quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Armazéns Abel Pereira da Fonseca - Lisboa Oriental

O encontro Lisboa Oriental foi uma tarde bem passada, mas como sou um desenhador lento acabei por voltar ontem para terminar o desenho dos Armazéns Abel Pereira da Fonseca.
Coloquei-me mesmo na esquina, com um pé na rua para ganhar distância.


terça-feira, 25 de outubro de 2016

125 anos do Coliseu dos Recreios

Um privilégio poder desenhar no Coliseu dos Recreios,
um espaço carregado de histórias e onde fomos muito bem recebidos.


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Roque Gameiro - Beco do Castelo

Não queria deixar de participar na excelente iniciativa do Pedro Cabral, e assim fiz-me ao caminho para desenhar o Beco do Castelo. Procurei o mesmo ponto de observação usado por Roque Gameiro no desenho dele.




Enquanto desenhava, a interação humana foi constante. No sábado, mal acabo de me sentar e uma moradora vem ter comigo. Explica-me que está em curso uma campanha para restaurar o mural atrás de mim e pergunta se me pode filmar a desenhar. Podem saber mais sobre esta campanha.
Depois chega uma mulher acompanhada do pai e metem conversa. Fico a saber que já estiveram com os USk em Silves, e coincidência: o senhor conhece o Pedro Cabral e até tem um "Bonecos de Bolso" autografado.
No domingo a saga continua: os dinamizadores da campanha montam uma banca mesmo atrás de mim, para vender postais a quem passa. Compro 2 postais e ficamos a conversar. Entretanto, cada turista que passa é interpelado por eles e há mais conversa...
Tudo isso ficou fora do meu desenho, e já percebi que vou ter de contrariar esta coisa das "pessoas transparentes".

sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Lisbon Story

2 exercícios feitos no curso "Lisbon Story", orientado por Mário Linhares na NextArt em agosto.


Foram 4 sessões, em que desenhámos Lisboa a partir do filme "Lisbon Story" de Wim Wenders (1994).
Em cada sessão começámos por ver uma parte do filme, e tirámos apontamentos da história e dos diálogos.
Depois o Mário apresentava o desafio e íamos para a rua desenhar.
Desenhar Lisboa a partir de uma frase ou ideia, ou registar os sons enquanto se desenha, foram alguns dos desafios.


Obs: o Pedro Cabral lembrou, com razão, que o desenho do Beco da Achada
servia para o desafio do Roque Gameiro, e por isso adicionei a etiqueta.


sexta-feira, 29 de julho de 2016

Porto - Mercado do Bom Sucesso e Café Rio

A caminho de Esposende, para o encontro "Nós e os Cadernos", passei um dia no Porto.


Tinha um almoço combinado com um amigo no Mercado do Bom Sucesso, e como cheguei uns minutos mais cedo, fiz um desenho rápido da entrada só a linha (costumo dar a cor no local, mas neste caso dei depois).
O mercado foi renovado e agora é um espaço de restauração, e como estava bom tempo acabamos por almoçar nas mesas vermelhas à entrada.


À tarde dei uma volta pela zona onde cresci e fiz um desenho do Café Rio, onde jogava bilhar e máquinas. Às tantas o dono atravessa a rua para me perguntar "oh amigo, posso saber o que está fazer?"... e acabamos por ficar à conversa.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Museu Nacional de Etnologia

No dia 04 de Junho tivemos uma sessão do Alfabeto Lisboeta no Museu Nacional de Etnologia, em Lisboa.
Fomos lá recolher padrões para aplicar a técnica de Batik (ou «wax print»), e acabei por me concentrar na parte da exposição permanente dedicada a Angola.




quinta-feira, 2 de junho de 2016

Marvão à Vista

 Train Spot Guesthouse
Na manhã do 2º dia do encontro estivemos na Portagem e depois fomos à Beirã. Espalhamo-nos pela zona da estação, e até houve quem se sentasse na linha do comboio. Reparei no edifício da antiga Cantina da estação ferroviária da Beirã, que agora faz parte da Train Spot Guesthouse, e sentei-me a desenhar a entrada.


Quinta do Marvão
Quando vou para a zona do Marvão, tenho a sorte de ficar alojado neste turismo rural de pessoas de família, em Vale de Rodão. Costumo retribuir com uma ajuda na horta, na cozinha, ou deixando desenhos que depois fazem o favor de pendurar nos quartos... Desta vez desenhei a "casa de palha", uma casa de férias com paredes de fardos de palha.



Castelo de Marvão
O 1º dia do encontro foi passado dentro da vila de Marvão: de manhã "atacamos" o castelo, à tarde as ruas da vila, e acabamos o dia na esplanada do Centro Cultural de Marvão para a partilha e foto de grupo.


Obrigado aos organizadores Marvão à Vista (Eduardo Salvador), aos Évora Sketchers e aos USk de Portugal por este excelente fim-de-semana a desenhar em boa companhia.

sexta-feira, 29 de abril de 2016

"Dia das Abelhas" na Gulbenkian

Workshop "Dia das Abelhas", na Fundação Gulbenkian
Formador Mário Linhares - 19.Março.2016

Um dos exercícios deste workshop replicava a relação bipolar que temos com as abelhas.
Para este exercício, a Fundação Gulbenkian forneceu lupas e vários espécimes de abelhas.

1º Usar uma lupa para desenhar a abelha, só a caneta, com todos os pormenores
(representando a nossa proximidade e dependência das abelhas, mel, polinização, ...).


2º Adicionar cor com um pincel colado na ponta de uma cana
(representando a distância que gostamos de manter das abelhas).


Num desenho à parte, experimentei desenhar a abelha só com o pincel na ponta da cana.


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Korá de Cabo Verde



Há 2 anos desenhei um instrumento comprado em Cabo Verde, que me disseram ser um berimbau.
Nunca acreditei que era um berimbau, porque costumam ter só uma corda e são tocados com um arco.
Vim agora a descobrir que afinal este instrumento é um "Kora" ou "Korá", uma espécie de harpa comum em países da África ocidental como a Guiné, de onde terá chegado a Cabo Verde.
É feito a partir de materiais naturais como uma cabaça, pele de cabra, madeira e umas contas que parecem de marfim.
Tem um cheiro forte também, mas o som não é nada de especial porque é uma versão para turistas, mais pequeno e só com 6 cordas em vez de 21.
De qualquer forma é um instrumento bonito, e nas mãos certas dá este som:
https://www.youtube.com/watch?v=UEL5Y7vFZmw

terça-feira, 5 de maio de 2015

77º Encontro USkP em Abrantes

Riscar a Arquitectura em Abrantes

Um dia em cheio, que começou com a exposição de 91 (!) diários gráficos do Eduardo Salavisa, almoço num restaurante com vista panorâmica para o Tejo, uma tarde quente a desenhar na rua, e depois o encontro final e a inevitável ida aos cafés de Abrantes.

Comecei por desenhar o Tribunal de Abrantes, e depois fui até aos limites da cidade
desenhar uma pizzaria que funciona num elétrico.


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Lisboa entre séculos - Armazéns Abel Pereira da Fonseca


Armazéns Abel Pereira da Fonseca
1917 - Arquiteto Norte Junior
Praça David Leandro da Silva, em Lisboa
Armazéns próximos do Porto de Lisboa, conhecidos como a "catedral do vinho".
O edifício combina arquitetura industrial com influências arte nova/deco.
Tem vários motivos relacionados com vinho, como cachos de uvas e folhagens, e há quem diga que as enormes janelas circulares na fachada são alusões a pipas de vinho.
A fachada foi restaurada no âmbito da iniciativa "Caminho do Oriente", durante a Expo 98.
Neste momento o edifício precisa de manutenção mas parece estar a ter uma segunda vida, com todo o tipo de lojas e negócios.