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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
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domingo, 3 de setembro de 2017
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
Mestres Baleeiros
Foi com grande encantamento que me deixei levar pelas histórias destes dois antigos baleeiros, num café da Calheta de Nesquim, na ilha do Pico: o Sr. Almerindo e o Sr Trindade.
O desenho foi-se construindo entre algumas imperiais, devagar, a passo e passo, a par dum imaginário enriquecido pelas recordações da baleação que foram surgindo, puxadas com muita arte pelo Sr. Furtado, emigrante nos Estados Unidos que nos quis presentear com as histórias dos seus amigos baleeiros que já conhece de cór mas que gosta de exibir, com um brilho nos olhos.
"Naquele tempo havia muita pobreza e a baleação era o único sustento das famílias. Agora é fácil falar- diz referindo-se aqueles que hoje criticam os antigos baleeiros -mas eram tempos muito duros..."
É difícil imaginar a árdua vida de várias gerações que, só tendo o mar e as baleias, precisavam de enfrentar imponentes colossos, dentro dum pequeno bote no meio do oceano.
Orgulhosamente, o senhor Almerindo - que foi afinal um lindo homem, igual ao Gregory Peck! - levou-nos então à sua arrecadação onde, como num museu, guarda toda a herança material do seu passado na faina baleeira: os instrumentos, os barcos, os prémios, e os artigos sobre ele escritos em diversas publicações, desde o jornal regional ("Almerindo Lemos emigrou para os USA mas o seu coração está no Pico") ao National Geographic!
A sua peça preferida é o tripé para a vigia das baleias e é ali sentado que, depois de mimar o movimento corporal outrora tantas vezes feito, fica a contar intermináveis e maravilhosas histórias dos longinquos tempos da sua juventude.
Do desenho, gostou muito e, no dia seguinte, pediu-mo para o ir mostrar aos amigos do café.
O desenho foi-se construindo entre algumas imperiais, devagar, a passo e passo, a par dum imaginário enriquecido pelas recordações da baleação que foram surgindo, puxadas com muita arte pelo Sr. Furtado, emigrante nos Estados Unidos que nos quis presentear com as histórias dos seus amigos baleeiros que já conhece de cór mas que gosta de exibir, com um brilho nos olhos.
"Naquele tempo havia muita pobreza e a baleação era o único sustento das famílias. Agora é fácil falar- diz referindo-se aqueles que hoje criticam os antigos baleeiros -mas eram tempos muito duros..."
É difícil imaginar a árdua vida de várias gerações que, só tendo o mar e as baleias, precisavam de enfrentar imponentes colossos, dentro dum pequeno bote no meio do oceano.
Orgulhosamente, o senhor Almerindo - que foi afinal um lindo homem, igual ao Gregory Peck! - levou-nos então à sua arrecadação onde, como num museu, guarda toda a herança material do seu passado na faina baleeira: os instrumentos, os barcos, os prémios, e os artigos sobre ele escritos em diversas publicações, desde o jornal regional ("Almerindo Lemos emigrou para os USA mas o seu coração está no Pico") ao National Geographic!
A sua peça preferida é o tripé para a vigia das baleias e é ali sentado que, depois de mimar o movimento corporal outrora tantas vezes feito, fica a contar intermináveis e maravilhosas histórias dos longinquos tempos da sua juventude.
Do desenho, gostou muito e, no dia seguinte, pediu-mo para o ir mostrar aos amigos do café.
Se tiverem curiosidade em conhecer os personagens, podem vê-los AQUI
domingo, 6 de agosto de 2017
Sketch Tour Portugal - Açores #19

À saída, e depois de um grande almoço, assistimos aos preparativos da festa da senhora da Boa Viagem. Dentro do império, a senhora estava rodeada de ofertas e no exterior, as pessoas juntavam-se à volta das barraquinhas de comes e bebes enquanto alguns concluiam a montagem do palco...
(Mais desenhos aqui)
Um último desenho, no aeroporto, com a montanha ao fundo e no primeiro plano os muros de pedra basaltica, em labirinto, serviam de proteção para inumeras figueiras.
(cont.)
(Caneta caligráfica, Lápis de cor, marcador, grafite e aguarela) «in situ»
sábado, 5 de agosto de 2017
Sketch Tour Portugal - Açores #18
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Um dia de eleição, saímos, a pé, da Aldeia da Fonte e fomos em direção ao centro das Lages. Por breves instantes o pico da montanha expôs-se, fizemos uma festa e aproveitámos para desenhar o momento e seguimos viagem até ao museu do Baleeiro (desenhos aqui)
(Cont.)
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sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Sketch Tour Portugal - Açores #17
O Porto da Manhenha é um porto de pesca artesanal e a Manhenha é uma localidade faz parte da área de Paisagem Protegida de Interesse Regional da ilha do Pico e encontra-se fortemente ligada à produção do vinho verdelho. O substrato rochoso e vulcânico permitia a produção de um vinho de qualidade excepcional até ao surgimento do Oídio que levou a uma tremenda quebra da produção e à falência de muitas das famílias ligadas a essa produção.
A Calheta do Nesquim foi o primeiro centro de baleação na ilha do Pico, facto que se deve a Anselmo Silveira da Silva.
Com o desenvolver da atividade nasceu, em 1876, a primeira armação de caça ao cachalote.
Apesar de a caça à baleia ser atualmente proibida ainda é possível visitar as casas dos botes baleeiros usados na altura e a vigia usado para avistar a baleia no mar.
(Cont.)
quinta-feira, 3 de agosto de 2017
Sketch Tour Portugal - Açores #16
Lagoa do Capitão
Lagoa do Caiado
O dia foi muito cansativo, andámos num «só pé» para conseguimos ver e desenhar. O tempo nem sempre ajudou, e não conseguiamos ver o pico da montanha de maneira alguma.
(Cont.)
Take a walk on the wild side...
No Pico, como em quase todas as ilhas dos Açores podem fazer-se percursos maravilhosos que proporcionam momentos de contacto com a natureza de rara proximidade e intensidade. Este passeio da "Lagoa do Capitão" é um deles. Outro, mais clássico e radical, é a subida ao Pico mas, para esse, cometi um imenso sacrilégio: resisti com todas as minhas forças a levar um caderno e uma caneta, já que o seu peso poderia ser fatal na minha provecta idade ;-)
Ainda assim, sabem onde se pode trocar de pernas?
(Mais passeio AQUI, no meu blog)
quarta-feira, 2 de agosto de 2017
Sketch Tour Portugal - Açores #15
segunda-feira, 31 de julho de 2017
Sketch Tour Portugal - Açores #14
O museu do vinho, no Pico, rodeia-se de dragoeiros, alguns deles centenários. Criam um ambiente muito bonito, de cores relacionadas com a vinha e artefactos que lhe estão associados.
(Cont.)
sexta-feira, 28 de julho de 2017
Sketch Tour Portugal - Açores #13
Estar no grupo central do arquipélago dos Açores permite sentir a presença constante das outras ilhas. No Pico, São Jorge e o Faial fazem-se notar.
(Cont.)
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Açores, Pico
Tinha de voltar ao Pico para confirmar se a ilha seria mesmo aquilo que eu tinha visto da primeira vez. Acho que a quantidade de sketches demonstra que é aquilo e ainda mais. Aqui fica uma amostra (havia mais... e mesmo assim tenho a impressão que vou bloquear o blog com tanto desenho) do que foram 3 dias no meio do Atlântico.
terça-feira, 20 de outubro de 2015
Açores, Ilha do Pico
Em Julho etive um só dia na Ilha do Pico e foi suficiente para perceber que esta é a Ilha mais bonita q temos (afirmação vinda de um madeirense... por isso vale o dobro!). As rochas, os vinhedos, o azul do mar e do céu e, claro, o Pico sempre presente. Tive que voltar uma segunda vez, dois meses mais tarde para confirmar tudo isto e muito mais. Por agora ficam alguns sketches dessa primeira visita.


domingo, 21 de setembro de 2014
domingo, 3 de novembro de 2013
Museu da Industria Baleeira, São Roque, Pico Açores
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