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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blog só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
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sábado, 3 de março de 2018
As histórias dos objectos públicos
O 9º Simpósio Internacional de Urban Sketchers no Porto está cada vez mais próximo. Hoje, os participantes irão escolher os workshops a que irão assistir no verão. Nas histórias dos objectos públicos vamos descobrir o que nos podem contar estes objectos ubíquos, e o que é que podemos aprender com eles.
Ao nos concentrarmos num único objecto, iremos aperceber-nos do que ele nos pode oferecer, e a outros, quão importante, ou quão obsoleto ele é. Ashistórias dos objectos públicos serão sobre submergirmos nas pequenas e discretas coisas que fazem o carácter de uma verdadeira cidade. Vêmo-nos no Porto!
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
Sintra à Noite - Workshop
Os Pedros (o Alves e o Loureiro), no seguimento do sucesso dos seus workshops nocturnos em Torres Vedras e Lisboa, irão levar a mesma experiência à vila de Sintra e irão dar um Workshop de desenho nocturno no centro histórico, no largo do Palácio da Vila, dia 17 de Março (Sábado) das 18:00 às 21:00. Vamos captar a beleza nocturna da mágica Sintra nos nossos diários gráficos, partilhando técnicas, truques e experiências de como desenhar à noite.
Mínimo 8 participantes - Máximo 20 participantes | Inscrições até 15/03 para mail: stillsketch.tvedras@gmail.com e/ou pedro.mac.loureiro@gmail.com
Esperamos por vós, até lá.
Para mais info e/ou preços, mail para stillsketch.tvedras@gmail.com (Pedro Alves) ou pedro.mac.loureiro@gmail.com (Pedro Loureiro)
segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018
Moinhos de Moledo
A região centro do país tem muito para descobrir, e os Oeste Sketchers têm feito um trabalho dos diabos a consegui-lo! Moledo é uma pequena aldeia sobre um monte ventoso, na estrada para a costeira Lourinhã. O clima é severo, mas é precisamente por isso que os belos moinhos de vento estão cá. Um deles ostenta um mural do artista urbano Pantonio, conhecido pelas suas pinturas fibrosas e texturadas.

O município trabalha para dar nova vida à aldeia e colocá-la no mapa, como um destino turístico regional. Durante quatro anos, um grupo de estudantes da Faculdade de Belas-Artes de Lisboa salpicou as ruas e largos com esculturas relacionadas com o mito de Pedro e Inês. A Rota das Esculturas vale bem a visita, se as vistas de uma aldeia sossegada e pitoresca não são suficientes para passear pelos campos do Oeste.

Na parte mais baixa da aldeia, perto do canal, fica a igreja local. Um cruzamento pacato entre um templo sagrado e um pátio profano, que provavelmente servia como ponto de reunião para os aldeões, entre o trabalho no campo e a missa. As margens empedradas do canal marcam a fronteira entre a aldeia e a paisagem produtiva. Algumas pontes de madeira ligam os campos às ruas, sob o zumbir das pás dos moinhos modernos.
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
Buber e dzenhar em Elvas
Danse Libre
A rebeldia de Isadora Duncan contra os códigos rígidos do ballet clássico, levaram-na a explorar novas formas de expressão na dança, mais intuitivas e integradas com a natureza do corpo. François Malkovsky seguiu no seu trilho, e construindo sobre a sua expressão, desenvolveu uma nova forma de dança - Dança Livre ou Danse Libre.

A Rocío é professora de Dança Livre na Casa do Brasil, em Lisboa. A partir deste estúdio no Bairro Alto, ela espalha a harmoniosa forma de dança através de aulas semanais. Está também na fase final da produção de um documentário chamado "Ecoute" sobre a sua mentora de Dança Livre - Annie Garby - que tornou a forma de arte numa forma de vida. Vejam o trailer aqui!

Fui recebido calorosamente na aula da Rocío para desenhar, e perguntou-me se eu gostaria de tentar a dança. Respondi-lhe, instintivamente, que danço melhor com um pincel sobre um chão de papel. Enquanto observava os movimentos dos alunos, percebia que a prática da Dança Livre tem muito a ver com urban sketching. São duas formas de expressão acessível, livre dos constrangimentos de uma obra acabada, e em que o que verdadeiramente importa é o processo e a experiência de a praticar.
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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Nuvens sobre Elvas
Algumas nuvens pesadas insistiam em participar no 26º encontro dos Urban Sketchers da Raia em Elvas. Impunham-se experiências com aguarela-sobre-chuva.
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quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Luz e sombra em Elvas
O pequeno Museu de Arte Sagrada de Elvas é uma sequência sinuosa de escadas, salas e corredores – enroladas em torno das paredes da sé – que desembocam num par de pinturas do artista espanhol Luis de Morales, do século XVI. Os Urban Sketchers da Raia fizeram do museu o sítio do seu 26º. encontro de desenho, em busca de abrigo do frio gélido e da chuva teimosa. Passei a maior parte da manhã a estudar como Morales criou o sentido de reverência iluminando o fundo da Nossa Senhora da Assunção e sombreando as figuras do primeiro plano.

O Kuski, um dos meus companheiros desenhadores, levou o estudo da pintura a outro nível, trabalhando por repetição, abordando-o com diferentes técnicas e de diferentes ângulos, encontrando sempre algo de novo a cada desenho. É um bom exercício fazer isto com arte que nos cativa. Devia tentar o mesmo com mais frequência, mas a minha paciência cede ao atrito da repetição.

À tarde, dediquei algum tempo à própria sé, permanecendo no tema da luz e da sombra. Restringi o vasto espectro de luz a quatro valores apenas.
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quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
O desenhador de jardins
A visita do Peter Richards na semana passada recordou-me de um outro desenhador-viajante do continente no outro lado do Planeta, que tivemos a honra de receber, durante o verão. O Richard Aitken - que tem a profissão invulgar de historiador de jardins - passou algumas semanas a viajar por Portugal. O seu campo de investigação leva-o a visitar jardins públicos e privados, em cidades, palácios e palacetes, em busca de alguma espécie particular, ou de uma combinação pouco comum de flora que os nossos antepassados decidiram justapor, a bem da beleza.
Durante a nossa hora do almoço, o Pedro Alves e eu, inadvertidamente, levámos o especialista em jardis a uma das partes menos ajardinadas de Lisboa - a densa colina do Castelo - para um desenho do alto.
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Durante a nossa hora do almoço, o Pedro Alves e eu, inadvertidamente, levámos o especialista em jardis a uma das partes menos ajardinadas de Lisboa - a densa colina do Castelo - para um desenho do alto.
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terça-feira, 30 de janeiro de 2018
Lyon, Brisbane e Lisboa
Foi uma daquelas semanas em que Lisboa se torna um pólo para desenhadores de todo o mundo.

Primeiro, o Emmanuel Prost pernoitou no nosso sofá na viagem entre Lyon e o Brasil, e pudemos espreitar os seus incríveis desenhos publicados num par de livros - um sobre a Caritas em Paris, outro, um livro de receitas de mulheres de todo o mundo, residentes em Lyon, para a Associação VRAC.

No dia seguinte, o Pedro Alves e eu desenhámos juntos com o Peter Richards de Brisbane, que passava a semana em Lisboa. Aproveitámos a maior parte da hora do almoço a conhecer este arquitecto veterano que, recentemente, deu nova vida à sua actividade de desenhador.
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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Noivos, noivas e pais das noivas
Podem conhecer o resto da história e dos desenhos AQUI.
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
Workshop Lisboa à noite
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| Desenho de Pedro Loureiro feito previamente |
| Desenho de Pedro Alves no local para demonstração do uso de cor |
No final, participantes e formadores estavam muito contentes com o resultado e com a sensação de dever cumprido. Recebemos inúmeros pedidos para continuar e se possível que seja este workshop. Muito em breve daremos notícias... Muito obrigado a todos os participantes e até breve.
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
Lisboa Makeup School
No último fim-de-semana, as alunas da Lisboa Makeup School tiveram o exame final de curso. Nove raparigas talentosas guiadas pelo excelente maquilhador Miguel Molena, passaram todo o Domingo a trabalhar para a sua entrada no mundo da maquilhagem, numa cava de um edifício na Avenida da Liberdade.

A Blu Models forneceu os modelos femininos, uma para cada aluna. Todas passaram grande parte da manhã a conceber e executar um look natural. No final, o Miguel avaliava e sugeria pequenas correcções a cada uma.

Quando todas estavam prontas, as modelos eram vestidas pelas estilistas e o penteado era feito pelo Miguel. No exterior, na Avenida, as fotógrafas Patrícia e Pietá guiaram as modelas numa sessão fotográfica de ambiente urbano casual, para testar a qualidade pictorial do trabalho das alunas.

Os mais curiosos podem espreitar o resto da história e dos desenhos aqui!
segunda-feira, 27 de novembro de 2017
Batalha do Vimeiro
Em 1808, o Grande Armeé de Napoleão, sob o comando de Junot, apontava as miras à vila do Vimeiro, para estabelecer uma rota de abastecimento marítima através de Porto Novo. As probabilidades estavam contra os Franceses, as brigadas Anglo-Lusas sob Wellesley eram superiores aos invasores. Os ataques descoordenados dos Franceses encontraram uma rápida derrota, terminando a primeira invasão Francesa de Portugal.
209 anos mais tarde, os Oeste Sketchers alinhavam os cadernos nas ruas do Vimeiro, enquanto os canhões ribombavam e as fileiras de mosquetes Franceses, Britânicos e Portugueses espalhavam fogo e fumo. O grupo de recreação histórica Associação para a Memória da Batalha do Vimeiro transportou toda a gente no tempo, trazendo infantaria ligeira e pesada, atiradores de precisão e artilharia à pequena vila do Oeste para recrear a notória Batalha do Vimeiro. A carnificina durou até à rendição dos Franceses nos degraus do adro da igreja.
À tarde, na feira oitocentista no topo da colina, desenhadores e soldados bebiam cerveja e confraternizavam à vista do acampamento e do campo de batalha histórico. Os soldados nunca saíram dos seus papeis e levaram toda a recriação muito a sério, enquanto relaxavam vestidos nos seus uniformes de polícia, o uniforme usado quando não em combate. Estavam presentes o 19º de Infantaria de Cascais, o 6º de Caçadores do Porto e o 32º de Infantaria Francês.
Em tempos de paz, artesãos e músicos prosperam – os Manuk e os ZaraGaitaS tocaram umas canções celtas e eu arranjei este caderno Libreto muito alto de uma talentosa artesã cigana.
Lisboa à Noite - Workshop
Os Pedros (o Alves e o Loureiro), no seguimento do sucesso do seu workshop nocturno em Torres Vedras, irão trazer a mesma experiência à capital e irão dar um Workshop de desenho nocturno no centro histórico de Lisboa, no miradouro das Portas do Sol dia 9 de Dezembro (Sábado) pelas 17:00. Vamos captar a beleza nocturna da bela Lisboa nos nossos diários gráficos, partilhando técnicas, truques e experiências de como desenhar à noite.
Mínimo 5 participantes - Máximo 20 participantes | Inscrições até 7/12 para mail: stillsketch.tvedras@gmail.com e/ou pedro.mac.loureiro@gmail.com
Esperamos por vós, até lá.
Para mais info e/ou preços, mail para stillsketch.tvedras@gmail.com (Pedro Alves) ou pedro.mac.loureiro@gmail.com (Pedro Loureiro)
Para mais info e/ou preços, mail para stillsketch.tvedras@gmail.com (Pedro Alves) ou pedro.mac.loureiro@gmail.com (Pedro Loureiro)
domingo, 19 de novembro de 2017
10º aniversário dos USk no Bombarral e no mundo
Os Oeste Sketchers fizeram do Bombarral o seu local para a celebração global. Não podia ter sido mais bem escolhida! Os desenhadores andaram entre os belos azulejos da estação de comboios e pela peculiar casa Abel Pereira da Fonseca durante a manhã.

A coisa deu para o oficial por um instante, quando os desenhadores foram recebidos pelo Presidente da Câmara no salão nobre da Câmara Municipal. A informalidade regressou depressa, quando começou o churrasco nos serenos jardins da Câmara. Seguiu-se fartura de febras, medronho caseiro e encontros invulgares.
Uma quadra de Americanos descalços veio ter aos jardins, trazida pelo próprio Presidente. Estavam de passagem durante um passeio pelo país depois de um festival Steemit na capital. A Sara, a Shellie, o Quinn e o Lucca vêm da comunidade Garden of Eden no Texas e são gurus Steemit, vivendo de forma simples, sustentável e em comunidade, enquanto fervilham no mundo das cripto-moedas.
terça-feira, 14 de novembro de 2017
Traço 17 - Festival de Desenho do Alentejo

Pelo segundo ano consecutivo, a Associação AIAR, ADC e os Urban Sketchers da Raia, hospedaram o Traço 17 – Festival de Desenho do Alentejo, no imponente Forte da Graça, com Elvas à vista.

O programa esteve repleto de palestras, apresentações, oficinas e exposições de autores vindos de áreas desde a arquitectura ao design, da animação à banda desenhada. O urban sketching teve um papel fundamental no Festival, com encontros de desenho a acontecer ao longo do fim-de-semana. O sábado, 14 de Outubro, foi o dia mais concorrido, com desenhadores convidados oriundos da Bélgica, de França, da Espanha e de Portugal, claro.

Para fechar o dia em grande, o comité organizador preparou um churrasco à beira da piscina, no pátio do hostel onde os convidados estavam alojados. É, provavelmente a melhor parte deste festival, o seu potencial para juntar tantas pessoas de diferentes experiências, todas ligadas pelas linhas do desenho.
segunda-feira, 9 de outubro de 2017
Lisboa saloia
A zona agrícola a norte de Lisboa é conhecida como região saloia, um termo que, hoje em dia é usado geralmente para designar pessoas de áreas rurais, mas que tem uma origem particular - çalayo era a palavra mourisca para o tributo pago em pão que era imposto às populações Árabes da região da capital, para que lhes fosse permitido continuar a arar as suas terras.
Um velho amigo organizou um churrasco para celebrar a sua nova casa nas colinas da Arruda dos Vinhos, na região saloia profunda, uma zona rica em vinho e outros produtos agrícolas. Juntaram-se à sua mesa pessoas de cinco países diferentes, todos a falar diferentes tons e sotaques de Português. O cheiro das brasas, a frescura da brisa e os sons da miudagem a brincar no exterior levou a tarde sossegada até um por-do-sol glorioso atrás do vale campestre. Foi nessa altura que o verde e ocre passaram a indigo e terra-de-siena anunciando o fim do dia.
terça-feira, 12 de setembro de 2017
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
Sketch fast or dry trying
Nas praias de Lagos, os modelos semi-nus gratuitos e as paisagens naturais desenháveis abundam. Mas o sol escaldante seca aguarelas e queima costas à bruta. Portanto, ou se leva uma atitude rápida e descontraida para os desenhos, ou se leva um guarda-sol.
sexta-feira, 7 de julho de 2017
10×10 Lisboa: mercado local = grandes profissões

Na minha terceira experiência como instrutor do curso 10 Years x 10 Classes dos Urban Sketchers em Lisboa, fomos ao mercado de Campo de Ourique, um edifício pequeno e aconchegado que foi algo de uma renovação, há alguns anos, e é agora um destino elegante para beber e comer na cidade.

O trânsito estava anormalmente caótico e acabei por chegar tarde ao local. Assim, o primeiro exercício passou a trabalho de casa. Na primeira parte do desafio, deveriamos desenhar, de pé, uma multidão em 15 minutos, pendurando pessoas pela cabeça de uma corda imaginária que chamariamos de horizonte. Esta técnica garante que a cena resulta coerente e que todas as pessoas desenhadas encaixam naturalmente. Na segunda parte do exercício, deveriamos proceder da mesma forma, mas sentados ou de cócoras. Desta forma, as pessoas estariam penduradas da corda pela cintura, para garantir os mesmos resultados do desafio anterior.

Com a falta de tempo, saltámos directamente para o segundo exercício, que pôs todos em contacto com uma única profissão. Os participantes tiveram de escolher uma das muitas profissões no local – um comerciante, um segurança, um carregador – e, numa dupla página, desenhar separadamente a cabeça do profissional, a sua cabeça, as suas mãos, o produto/serviço, as mãos da/o receptor/cliente e a sua cabeça. Este formato faria com que toda a energia dos desenhadores ficasse focada nos elementos principais de uma transacção. A cabeça-expressão, as mãos-acção e o produto/serviço prestado como o elemento que junta as pessoas.

Para além das tradicionais peixarias e frutarias que, normalmente se encontram num mercado local, uma das grandes atracções é a área de comida e bebida. Foi o palco do terceiro exercício – os participantes tiveram de seguir uma refeição desde a sua origem até à arrumaçaõ da louça, com enfoque nas pessoas que a cozinham, a temperam, a servem, a compram, a comem e, claro, as que vêm arrumar tudo no final. A colocação na dupla página não era importante, desde que se conseguisse seguir o caminho da comida através dos seus intervenientes. Deste desafio resultaram algumas composições muito interessantes, já que, partir uma história em vários actos ou momentos permite a simplificação da técnica de representação e provoca inovação na composição.
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