O último dia no Gerês e o último das férias a Norte.
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Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.
John Ruskin, intelectual inglês do século XIX
Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.
Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio
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terça-feira, 15 de janeiro de 2019
sábado, 5 de janeiro de 2019
sexta-feira, 28 de dezembro de 2018
Férias a Norte - Parte VII
29.08.2018 dia de regressar a Portugal, mas sem antes de uma despedida de Pontevedra. Um passeio pelo Centro Histórico
Os desenhos à esquerda ainda forma feitos no centro histórico de Pontevedra, antes do regresso a Portugal. À direita, a primeira paragem - Ponte de Lima, mais uma pérola portuguesa.
Num passeio pelo centro histórico, conhecemos o centro de interpretação da história militar de Ponte de Lima e o Posto de Turismo, um bom exemplo que comprova que a arquitectura contemporânea bem desenhada, também tem luar num centro histórico tão antigo como o de Ponte de Lima.
Mais uns Km, rumo ao Gerês. Depois de um dia cansativo, ainda houve tempo para um ultimo desenho, na esplanada da marina.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2018
Férias a Norte - Parte VI
28.08.2018 Fomos até Santiago de Compostela
Deixámos o carro no início da Av. de Rodriguez de Viguri, a 2km da Praza do Obradoiro. Aproveitámos para caminhar com os peregrinos até ao santuário.
Já na Praza, sentámo-nos a observar a chegada dos verdadeiros peregrinos. A emoção, a alegria, a tristeza, mas sobretudo a fé no olhar comovido de quem chegava.
Para além das habituais fotografias e selfies, encontrei alguns colegas do risco, vindos da Polónia.
A Praza do Obradoiro (esq.) torna-se pequena para tantos peregrinos. A imensidão de pessoas é impressionante. À direita (em cima) temos o Mercado de Abastos, com aquela vida que só os mercados espanhóis conseguem ter - muitas gente, muitas cores, muita comida, mas sobretudo muita alegria. De regresso ao carro, visitámos o Centro Galego de Arte Contemporânea, um projeto do arq. português Álvaro Siza Vieira (canto inferior direito). Na verdade, mais uma obra-prima do mestre.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2018
Férias a Norte V
Retomando os desenhos das férias de verão.
No dia 27 de agosto fomos visitar a Ilha de Ciés.
Apanhámos o Barco em Vigo - o 1º desenho
O 2º desenho já foi feito na ilha, numa caminhada, antes de chegar ao Farol.
No dia 27 de agosto fomos visitar a Ilha de Ciés.
Apanhámos o Barco em Vigo - o 1º desenho
O 2º desenho já foi feito na ilha, numa caminhada, antes de chegar ao Farol.
Durante o almoço
Antes de regressar a Vigo
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
Férias a Norte - Parte IV
Pontevedra, uma agradável surpresa.
Cidade plana, amiga dos peões, apresenta um centro histórico razoavelmente bem conservado. Espaços públicos de excelência, que fomentam vivências intergeracionais.
Também é conhecida por ser uma das cidades onde passam os peregrinos que se dirigem até Santiago de Compostela.
domingo, 16 de setembro de 2018
Férias a Norte - Parte III
26 de agosto, último dia em Guimarães
A primeira paragem foi o Largo do Toural, para desenhar um "lugar comum" - a famosa torre "Medieval", que relembra a todos "Aqui nasceu Portugal". Não sei se foi aqui que nasceu a nação, mas creio que foi aqui que nasceu um conceito de reabilitação urbana integrada que me agrada. è perfeito? longe disso, mas está bem à frente da média nacional.
Passámos pelo centro, sem paragens, para recomeçarmos onde tínhamos acabado no dia anterior - junto ao Castelo. Entre o edifício Militar e o Paço dos Duques, encontramos a Igreja de S. Miguel do Castelo, séc. XII/XIII, de estilo românico. No topo da fachada principal encontramos a cruz templária, ou não tivesse sido aqui baptizado o Rei D. Afonso Henriques, que segundo a tradição também terá sido templário.
Depois da visita ao castelo, uma paragem para descanso.
Os últimos desenhos foram dedicados ao grande Mestre Fernando Távora. A primeira obra escolhida foi a Casa da Rua Nova, que afinal fica na Rua Egas Moniz (o texto abaixo explica a importância desta casa)
Fora do Centro Histórico existe outra obra-prima do Mestre, a Pousada Mosteiro de Guimarães. Trata-se da reabilitação e ampliação do antigo Mosteiro Agostiniano do século XII.
O caderno abriu-nos as portas - tivemos o privilégio de visitar todos os recantos, tudo obra de autor.
Só tive coragem de desenhar este recanto, que para mim representa a verdadeira essência do projeto - a simbiose entre o antigo e o novo e a forma sublime como foi conseguida.
Se o caderno abriu as portas, os desenhos garantiram o convite para um regresso mais prolongado.
Assim nos despedimos de Guimarães, com aquela sensação de que ficou tudo por ver.
Próxima paragem: Pontevedra.
quinta-feira, 13 de setembro de 2018
quarta-feira, 12 de setembro de 2018
Férias a Norte - Parte I
No dia 25 rumámos a Norte. Guimarães foi a primeira paragem.
O almoço foi na Cervejaria Martins, no Largo do Toural, um dos principais largos de Guimarães.
Apesar de hoje ser considerado o coração da cidade, por fazer a ligação entre o centro histórico e a "cidade nova", importa referir que no séc. XVII, este largo era um espaço extramuros, junto a uma das portas da muralha da Vila medieval. Por se tratar de uma das entradas principais da urbe, era utlizado para venda de gado. No final do séc. XVIII, início do séc. XIX, começa a urbanização de toda esta zona, que prevê a expansão da cidade. Hoje é difícil imaginar, mas este espaço já foi Jardim Público, com o habitual coreto. Desse tempo resta-nos apenas uma parte do gradeamento que demarcava o Jardim.
Ainda na esplanada do Restaurante, saboreando a vista, registei a Basílica de S. Pedro, cuja construção durou cerca de 150 anos (1737 - 1884).
Chega de esplanada, pois o Centro Histórico chama por nós, e não é um centro histórico qualquer, pois este é Património da UNESCO desde 2001 e Berço da Nação desde o séc. XII. Passando pela antiga porta de entrada da Vila, pela rua Dr. Avelino Germano, encontramos o Largo Condessa do Juncal com a Igreja da Misericórdia como pano de fundo.
Voltamos a caminhar, agora pela Rua D. Maria II que nos leva até ao famoso Largo da Oliveira onde encontramos o Padrão do Salado e a Igreja de Nossa Senhora da Oliveira
Neste Largo, para além do Padrão, de esplanadas e turistas, ainda temos o Museu de Arte Primitiva Moderna, caracterizado pelos arcos góticos do piso térreo, que no fundo é um espaço permeável que permite a ligação entre o Largo da Oliveira e a Praça de São Tiago (2º desenho), cujo desenho actual é da autoria do Arq. Fernando Távora.
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