Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

A Riscar o Património em Torres Vedras

No passado sábado fui até Torres Vedras para participar em mais um "A Riscar o Património". Já é uma tradição pois desde o primeiro ano que eu e a família participamos nesta actividade. Como não podia deixar de ser foi um dia memorável com várias actividades e muitos momentos para desenhar. De manhã estivemos na Fabrica das Historias. Vimos uma exposição fantástica, falamos com as ilustradoras e ouvimos historias de vida do projecto que a Fabrica da Histórias tem sobre a preservação da memória individual e colectiva.




quarta-feira, 25 de outubro de 2017

TORRES VEDRAS




Alguns dos desenhos que fiz em Torres Vedras durante o 3º Encontro Internacional de desenho de rua. Um agradecimento especial ao André pela organização deste belíssimo evento e à Patrizia Torres com quem tive o previlégio de compartir uma Oficina.

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

o jardim da Ana

O arte ao Centro 2017 trouxe uma novidade - Desenhador/a residente.
No fundo trata-se de uma residência artística que tem como principal objectivo levar-nos a conhecer um centro histórico menos conhecido, aos olhos de um artista convidado. Para a 1ª edição, convidei a minha amiga Dulce Nunes, que nos trouxe um projecto extra - o Jardim da Ana. Em breve conhecerão melhor o projecto, por agora ficam a saber que os locais escolhidos pela Dulce foram os pátios, jardins e terraços. Como durante o encontro internacional torci o pé, não pude acompanhar a Dulce muitas vezes. Aqui ficam os poucos registos que tive oportunidade de fazer.
Os dois primeiros foram feitos no pátio da D. Alice.




O último foi feito no exterior, com vista para a casa da D. Alice.


Obrigado Dulce. Em breve daremos a conhecer os resultados do teu/nosso maravilhoso projecto. Até breve.

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

3º Encontro Internacional de desenho de rua

No dia 13 rumei até Torres Vedras para mais um encontro de desenho. As expectativas eram altas. Como se veio a revelar tínhamos razão para estar animados. Num ambiente fantástico e com um apoio que só o André e sua equipa sabem fazer estava tudo pronto para os formadores partilharem as suas visões.Os primeiros forma  Augusto Pinheiro que de forma bem relaxada e calma nos mostrou que com meia dúzia de manchas se pode registar um ambiente. Depois numa mistura improvável, Nathália Sá Cavalcante propões que se desenhe com linha em cima da mancha outros ambientes.


Augusto Pinheiro a fazer a demonstração enquanto Nathália comenta e fala do exercício.

Neste desenho pintei o exterior com mancha e depois acrescentei o interior. Fora e dentro numa só página.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

3º Encontro Internacional de Desenho de Rua, Torres Vedras

Três dias de intensa actividade, desenhando de manhã à noite em lugares magníficos de uma terra nova para mim, mas onde me senti como em casa; Um ambiente fantástico pleno de pessoas extraordinárias e talentosas, algumas que já conhecia e outras que adorei conhecer; O desafio de orientar duas oficinas com parcerias “de respeito”, o Simon Taylor e a Isabel Alegria, onde ensinei muito pouco em comparação com o que aprendi em todas as outras; Novas abordagens, novas técnicas, e em alguns casos a “chave” para coisas que já andava com vontade de fazer... E tudo isto com um acolhimento e tratamento cinco estrelas por parte do André e toda a sua equipa, para quem nunca é demais um enorme Obrigado!
Não é fácil escrever sobre algo que ainda está a ser “metabolizado”, pelo que aqui fica meia dúzia de apontamentos dispersos, entre convívio e actividades. E que venha de lá o próximo!

 
 
 
 
 
  
  

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

3º Encontro Internacional de Desenho de Rua

Chegou ao fim, para o ano há mais


De pé, sentados ou de joelhos, faça chuva, faça sol, em asfalto ou terra batida, o segredo é não desistir.
E assim, lado a lado, solidários e confiantes, chegaram todos à meta de mais uma maratona de desenho. Não houve vencidos, só vencedores. Estão todos de parabéns.
Obrigado a todos os participantes, aos formadores, aos anfitriões, às escolas, aos parceiros e a todos os elementos da organização.
OBRIGADO

Foto de um dos grupos do dia 13.

O único exercício que consegui concluir, lançado pela Patrízia e Vicente.

Aproveito para agradecer aos 10 formadores, pela entrega e generosidade. O vosso contributo foi determinante para o sucesso do evento: Obrigado Patrízia, Isabel, Monia, Nathalia, Vicente, Pedros (Alves e Loureiro), Augusto, Paulo e Simon.

Nota: As fotos, dedico a todos os participantes, formadores e parceiros. Mas o desenho é dedicado, a uma grande amiga, a pessoa que mais me tem ensinado no mundo dos cadernos - mais do que um melhor desenhador, ela tem-me ensinado a ser uma melhor pessoa. Este desenho é para ti Ana Luísa Frazão. Em 2014, quando te pedi ajuda para organizar o 1º arte ao centro, sem me conheceres de lado nenhum, disseste  logo "conta comigo, sempre que precisares". Assim foi/é. Obrigado por tudo.

3º Encontro Internacional de Desenho de Rua

De 13 a 15 de Outubro decorreu o 3º Encontro Internacional de Desenho de Rua integrado no Arte ao Centro Torres Vedras. Só fui no dia 14. O especial destes encontros - e a minha experiência restringe-se aos OesteSketchers -, é o ambiente eminentemente inclusivo e encorajador do rabisco que os permeia. Funcionam como um cadinho onde se resgatam vontades de desenhar que ficaram esquecidas pela vida, onde os mais tímidos e/ou menos experientes no traço e/ou na cor são calorosamente acolhidos e encorajados, e onde as dicas preciosas, a generosidade e a modéstia dos craques do risco têm sido regra, no auxílio e orientação aos "novatos". Em especial, o ANDRÉ DUARTE BAPTISTA enquanto mentor desta iniciativa, está de PARABÉNS!

O 1º workshop do dia na Adega Mãe com a Patrízia Torres e o Vicente Sardinha
"Histórias da Adega, as suas gentes e os seus vinhos"

O 1º workshop do dia na Adega Mãe com a Patrízia Torres e o Vicente Sardinha
"Histórias da Adega, as suas gentes e os seus vinhos"
Foi-nos oferecido um bloquinho (A6, acho...) onde fui roubando à pressa os 2 registos abaixo enquanto a visita guiada à adega decorria antes do workshop.




Segundo workshop do dia, da parte da tarde, na Adega Cooperativa de São Mamede da Ventosa, com a Monia Abreu e o Simon Taylor
"Contexto, Enquadramento e Distorção"

Segundo workshop do dia da parte da tarde na Adega Cooperativa de São Mamede da Ventosa, com a Monia Abreu e o Simon Taylor
"Contexto, Enquadramento e Distorção"


Uma tentativa de Vicente Sardinha apanhado a rabiscar

O Simon e a Monia a introduzir o workshop. Curiosamente, a dupla tem as mesmas iniciais que o local visitado!

3º Encontro Internacional de Desenho de Rua (Torres Vedras)


O workshop de Simon Taylor e Paulo J Mendes no Instituto da Vinha e do Vinho

3º Encontro Internacional de Desenho de Rua

Este fim de semana decorreu o 3º Encontro Internacional de Desenho de Rua onde tive o prazer de estar como participante no workshop do Simon Taylor e da Mónia. À noite enquanto o prato não chega, num restaurante "pró-fino" como toalhas de pano, alguns outros formadores tiveram de saltar para o caderno.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Exposição Torres Vedras

Torres Vedras este fim de semana vai estar a desenhar por todos lados com o 3º Encontro Internacional de Desenho de Rua, a Exposição do Colectivo Brasil e também uma exposição minha sobre desenhos feitos sempre com o Mar à Porta. Serão expostos cadernos originais e impressões em grande formato sobre papel. Vão até lá!

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

(a)Riscar o Património 2017 - T.Vedras


Nesta edição, um pouco à semelhança do que aconteceu em 2015, a CM T. Vedras e a CCC bem como as freguesias envolvidas, levaram-nos para longe da cidade para registarmos o património Natural na sua verdadeira essência. Começamos pela Quinta da Folgorosa em Dois Portos, onde fomos recebidos muito bem pelo Eng. Melícias, mestre na arte de fazer bom vinho. Fiz uma aguarela das vinhas mais baixas da encosta em registo muito rápido com o único objectivo de "desenhar" a bela luz que estava no momento. 


E de seguida para contrastar com a luz total do exterior, fui até a adega para registar o local onde o vinho é produzido. O cheiro era um misto de excitação (adoro vinho!) e incomodo, porque era muito forte e sem beber nada, facilmente sairíamos dali embriagados... 


...mas a adega era fantástica e eu arrisquei o segundo numa abordagem ligeiramente diferente, antes da prova de vinhos que se seguiu.
Não consegui ficar mais tempo para o resto do dia, que foi glorioso. Entre paisagens deslumbrantes, oferta de almoço, provas de vinhos e de doces regionais, ficaram desenhos fantásticos de todos os participantes.

Até 2018

Ermida de Nº Senhora dos Milagres- eólicas

(A) Riscar o Património, dia 23 de Setembro. O segundo desenho feito na elevação da Ermida de Nª Senhora dos Milagres, não podia deixar de registar uma das novas formas de produção de energia, as eólicas, num local onde ainda existem vestígios de antigos moinhos de vento.

Ermida de Nª Senhora dos Milagres






(A) Riscar o Património, 23 Setembro. O encontro terminou na Ermida de Nª Senhora dos Milagres, Maceira, Dois Portos- Torres Vedras.
"Conta-se que no ano de 1578 andava ali uma pastorinha a chorar com sede e que lhe apareceu Nossa Senhora a escavar uma pequena cova de onde começou a aparecer água para matar a sede. O povo reconhecido por este milagre construiu ali perto, no cume do monte, uma ermida a Nossa Senhora dos Milagres, que também foi conhecida por Nossa Senhora da Fonte Santa os da Água Santa."
Tive dificuldade em instalar-me para desenhar, pois o sol estava muito "forte" e as sombras eram poucas. Acabei por encontrar uma sombra numa descida íngreme que dá acesso ao fontanário dos milagres e desenhei os edifícios contíguos à ermida, que penso servirem de apoio em alturas de romarias.