Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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terça-feira, 17 de dezembro de 2019

segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

domingo, 15 de dezembro de 2019

Alvito - Alentejo

Em Alvito com os "Évora Sketchers".

Vista de Alvito da janela da Pousada de Alvito. Torre do edifício da Câmara Municipal.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

Apanha da azeitona


A cultura milenar da oliveira, e todas as práticas culturais a ela associadas, permite-nos momentos como este, que registei no passado fim de semana, em Terena (Alentejo): a apanha da azeitona.
Num solarengo, e frio, dia Outono, junto à Tapada da Zorra, lá andava a Antónia e a M.ª da Conceição. Sempre bem dispostas, executavam as tarefas da apanha da azeitona, com a mestria de quem já a faz à muitos e muitos anos...certamente, desde os seus tempos de criança.
Ao longe, outros grupos, fazendo as mesmas tarefas, se ouviam... É assim a vida no campo!

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Costa Alentejana III


O largo central de Porto Côvo, junto ao Restaurante "Marquês".
A Ilha do Pessegueiro, perto de Porto Côvo.

quarta-feira, 11 de julho de 2018

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Fim-de-semana no Alentejo_parte VI

E Espanha é logo ali ao lado.

Os desenhos em "comitiva" têm de ser mais rápidos. Alguns deles a andar... A vida de um desenhador é difícil...





quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Fim-de-semana no Alentejo_V

Começar bem o ano. Passeio matinal e desenhos. Hoje o silêncio é ainda maior. A noite foi longa e festiva.
Eu continuo a surpreender-me com os recantos de Barrancos.





A caminho do cemitério



terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Alcácer do Sal




Dia de aniversário em
Alcácer do Sal














Sketch em caderno artesanal de Marilisa Mesquita, papel de algodão de 300 gr./ 17x47 cm.




    

sábado, 6 de janeiro de 2018

Fim-de-semana no Alentejo_parte II

Ainda em Monsaraz
Um dos aspecto mais interessantes do casario, é o contraste entre a frieza do branco da cal e os tons quentes da cor do xisto. Um jogo de texturas e cor que definem a identidade desta arquitectura vernacular.


Uma breve pausa no largo frontal à igreja Matriz.


As paredes deformadas tornam esta arquitetura, mais orgânica, complexa, mas ao mesmo tempo harmoniosa. De tudo o que vi, o que mais me atraiu foram as chaminés. Apesar de haver uma matriz identitária, verifica-se  uma variação tipológica, resultante de uma procura constante pela melhor relação entre forma e função.

Foi uma passagem rápida, mas deu para perceber que temos de voltar.


Estremoz

No dia 1 de 2018 Estremoz estava soalheira e muito calma. Só desenhando me apercebi da quantidade de cabos  que  atravessam os quarteirões. Não seria melhor enterrá-los?
Leonor Janeiro

Fim-de-semana no Alentejo_parte I


No passado fim-de-semana estive no Alentejo, mais precisamente em Barrancos. 
A primeira paragem (almoço) foi na Vila de Reguengos de Monsaraz, mas os desenhos só começaram a sair na vila amuralhada de Monsaraz. Há mais de 20 anos que lá não ia. Lembrava-me de pouco, apenas da paisagem de uma beleza esmagadora, que agora está diferente, devido ao lençol de água criado pela Barragem de Alqueva.  
Quando faço estas viagens acompanhado, tenho de adaptar o tipo de registo, recorrendo a desenhos muito rápidos e sintéticos, alguns deles em movimento. Alguns detalhes acabo por dar mais tarde, recorrendo à memória, sem me preocupar muito com a realidade. Material: caneta e caderno quadrado da tiger.
Ao entrar no recinto amuralhado, deparei-me com estes enquadramentos da "Porta da Vila" em arco ogival. No entanto o elemento que mais se destaca é o campanil do relógio.  

Viro as costas e começo a caminhar pela rua Direita, desenhada por um conjunto de casas térreas que se moldam à topografia do Lugar. Pequenas, depuradas e caiadas a branco,  lá vão elas repetindo-se pela rua fora. As chaminés marcam o ritmo, assumindo-se como uma das tipologias mais marcantes da identidade deste lugar. Não resisto olhar para trás, aproveito uma paragem da "restante comitiva" para fazer mais um desenho.


Após alguns passos, deparamo-nos com a Torre de Menagem. O desenho não saiu muito bem, mas isso não interessa. O momento ficou registado.



Ainda vamos a meio do percurso. Em breve partilharei mais desenhos deste agradável passeio desenhado.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

As muralhas de Estremoz

Estas vetustas muralhas têm um ar imponente no meio do campo já a ficar verde porque finalmente tem chovido. Esta foi um dos meus senários favoritos no primeiro dia do novo ano.
Leonor Janeiro