Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.


Neste blogue só se publicam desenhos feitos de observação e no sítio

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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Chicago

Já a banhos mas ainda com as ruas de Cicago e o trem ruidoso de outro tempo que passa por cima das nossas cabeças.

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

domingo, 13 de agosto de 2017

Chicago

O que vemos dentro fora e através nos reflexos dos vidros espelhados dos edifícios minimalistas de Mies van der Rohe com a enorme escultura construtivista de Calder na Federal Center Plaza finalizada no início dos anos 70 em Chicago foi o tema do meu workshop no 8º Simpósio internacional do Urban Sketchers.

Chicago

Parecem peregrinos atraídos por este mega feijão cromado que parece ter vindo do espaço e aterrado ali no Millennium Park. Vêem de todos os estados e de todos os cantos do mundo, a escultura de Anish Kapoor tornou-se num autêntico "selfie Park", resisti à foto mas fiquei no desenho! Onde estarei eu de pé desenhando a verde no caderninho?

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Chicago

Ainda a River walk em Chicago hoje o lugar mais aprazível da cidade mais cosmopolita mais caro mais fashion mais in, mais... mais...mas não foi sempre assim, o rio agora azul foi esgoto aberto, os edificios próximos degradados e a beira rio o lugar dos sem abrigo. A cidade foi "limpa"recentemente está linda, mas é melhor não sair para os quarteirões fora da bolha.

Frankfurt

Não. Não é tudo imaginação minha!
Cá está o camone tropicalizante (ou seria um russo igualmente tropicalizante) da escala no aeroporto de Frankfurt.

Chicago River Walk

De dia ou de noite Chicago é pautada por ritmos de formas que se repetem reflectem e propagam com todos os sentidos por todas as direcções.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Chicago - dias 2 e 4

O melhor dos Simpósios são as pessoas, não os desenhos. Já o disse pelo menos um par de vezes, e vou voltar a dizer. Também já disse que desenhei (muito) pouco em Chicago, e as razões para essa secura. Mas existem situações que são impossíveis de não desenhar, talvez porque sejam essas que quero eternizar no caderno para me lembrar com quem estava e a felicidade efémera mas marcante que o momento nos trazia.

Este foi o único par de desenhos que fiz, ao jantar ou pelo meio de um copo de vinho no Riverwalk. Mesmo sem muita vontade, obriguei-me a destapar a tampa preta da caneta BIC e a avançar aparentemente destemido. Com desenhos que, uma semana e tal depois, reparo que revelam um misto de ansiedade e nervoso miudinho à responsabilidade de instrutor que de forma tonta e aventureira me sujeitei.

Na terça feira, fomos jantar a restaurante de pizzas com massa tão alta que mais pareciam pequenos vasos. E umas cervejas de meio litro com sabor a laranja e uma rodela argolada no copo. Tudo delicioso, ainda assim incomparável à companhia. A Rita Catita, a super companheira nesta semana na América, ficou de fora deste desenho, sorte a dela, que iria aparecer assim deformada e com ar de ruim. E fico sempre espantado com a habilidade e leveza com que os óculos de costura do Zé Louro se seguram na ponta do nariz, por entre tiradas de mestre e sabedoria.


Este desenho foi feito na quinta feira, enquanto bebia um copo de vinho tinto ao balcão de um bar no Riverwalk, já passava das oito da noite. O João, que vestia vaidoso uma t-shirt preta dos "Xutos e Pontapés on tour", estava a começar um desenho tão estranho, que começou com um borrão de tinta preta. No final da noite mostrou o desenho terminado e ia trincando a língua de espanto. Uff, quase cinco anos depois de ter conhecido o João, ainda fico espantado com aquilo que ele consegue fazer, ao mesmo tempo que se desconcerta a rir de coisas vagas e nos diverte de graça.
A Rita neste dia estava tão gira, tinha uns brincos que pareciam uns reposteiros...


Saímos dali e fomos jantar com a Genine, o Andy, a Fernanda e o Luís Araújo. Comemos uns supostos hambúrgueres famosos,  mas que não eram grande coisa. Uma hora e tal depois apareceram o João e a Rita, que ficaram no Riverwalk até aquilo fechar. Acelerados, esfomeados e rabugentos, para animar o nosso serão. Desenhei apenas o par de cervejas que bebi, num dia longo e difícil, já não conseguia desenhar mais gente alguma no meu caderno. Pedi à Genine para desenhar a toalha de mesa por mim, que me apetecia levar um bocadinho de todos para casa...



(ainda) continua...

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Bar 222

Um serão em Chicago juntou-se a turma no Bar 222 onde uma banda tocava rock americano de colheitas menos recentes.
Eram tantos os sketchers que a banda se sentiu apreciada, tocou até mais tarde e no final andou com ahs e ohs a passear pelos cadernos. Nessa ocasião, ao vê-los de mais perto, percebi que todos tocavam de chapéu para esconder o que lá faltava por baixo... o rock tinha mesmo alguns anos.

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Chicago

Quando, nos workshops de iniciação aos diários gráficos, dizemos que o mundo todo cabe dentro dos nossos cadernos não estamos a considerar uma viagem a Chicago. Não consegui mesmo acertar com estas escalas e grafismos. Devia era ter-me inscrito num daqueles workshops avançados que falam de deformações e torcidões...


segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Veronica Lawlor

Há muito que sigo, com admiração, o trabalho da Veronica Lawlor , de NYC, Urban Sketcher desde a primeira hora.
Como correspondente em Chicago tive oportunidade de acompanhar um dos workshops que ela orientou no 8º Symposium USk.
Para além do mais fiquei admirando a capacidade de desenhar em pé, virada para os alunos, num caderno A3. Assim mesmo, olhando de cima para baixo... e os desenhos ficam bem! Como se tivessem sido feitos ao estirador.

Chicago - dias 4 e 5

Para além dos workshops, os instrutores foram convidados a dar uma DEMO, sobre um tema à escolha. Decidi fazer uma demonstração de como desenhar pessoas de uma forma distorcida, explicando as minhas técnicas para o fazer:

  • Desenhar muito próximo, a menos de meio metro
  • Desenhar num plano diferente, ou mais baixo ou mais alto, de forma a acentuar a perspectiva
  • Começar a desenhar pelos elementos dominantes, e que quase sempre estão mais próximos, pés ou as mãos
  • Fazer troços de linhas contínuas, muitas vezes sem olhar para o papel, levando a ponta da caneta a "contornar" as linhas do corpo

  • Procurar perspectivas invulgares e...
  • Deixar a cabeça sempre para o fim, com sorte o papel acaba e é preciso espalmar...
A minha DEMO estava marcada para quinta feira às quatro da tarde. Disseram-me que deveria encontrar o grupo (12 inscritos) no jardim da Michigan Avenue, meia hora antes, e segurando uma placa com o meu nome e o número da DEMO. Esperei a tal meia hora, debaixo de um sol abrasador, e até às quatro da tarde apareceram apenas duas participantes...
Por entre algum desânimo, lá fomos para o HUB fazer a DEMO. Com um grupo mais pequeno consegue-se maior proximidade e intimismo, e os resultados foram óptimos!



Quando regressava ao hotel, pouco antes da meia noite, alguém da organização me disse que eu não tinha aparecido na minha DEMO (!). Como assim, não apareci na minha DEMO? Ao que parece, e explicaram-me na manhã seguinte, ouve um conjunto de mal-entendidos sobre o ponto de encontro e a localização, e alguns instrutores perderam-se dos seus grupos. Entrei no quarto apreensivo pela situação, depois de um dia muito exigente.

Acordei cedo, decidido a mudar a localização do meu workshop e com vontade também de repetir a DEMO. Pedi que pudesse voltar a acontecer, e desta vez apareceram todos aqueles que não me tinham encontrado. Depois da primeira demonstração foi tempo de todos experimentarem, e os resultados foram extraordinários, e o momento de absoluta diversão. 


sábado, 5 de agosto de 2017

Chicago - dias 4, 5 e 6

Ser um dos trinta e seis instrutores do simpósio, era algo a que ainda me estava a tentar habituar, mesmo depois de chegar a Chicago. Entendi nesse momento que ia mesmo acontecer, senti então um enorme peso e responsabilidade a carregar os meus ombros para baixo, com muita força. Tantas vezes me questionava como foi possível, de entre quase cem candidatos, a minha proposta de workshop ser escolhida e eu fazer parte daquela extraordinária selecção de instrutores? Mas foi, e tal como os restantes, apesar de principiante e com pouca experiência de formação, pus mãos à obra e tentei preparar um workshop que se revelasse como uma experiência, tentando transportar cada um dos meus formandos para algo que me acompanha sempre que desenho: a vontade de contar estórias, de desenhar emoções e mostrar que estava lá.

Para o meu workshop "Follow your Senses", Segue os teus Sentidos, preparei um handout, uma espécie de caderninho explicativo do workshop,  tinha copiado a ideia de outros instrutores e outros simpósios. Fui fazer o reconhecimento do local no dia seguinte a chegar a Chicago, e saí convencido que tudo iria correr bem. O local escolhido era a lindíssima Holy Name Cathedral, onde iríamos fazer três exercícios:

1 - Observar com muita atenção a fachada, e durante quinze minutos tirar notas como se depois precisássemos descrever o edifício a uma pessoa cega. Após esses quinze minutos, todos deveriam voltar costas e desenhar a fachada de memória, em trinta minutos e apenas com o auxílio das notas.
2 - Já dentro da catedral, e ao som do magnífico órgão, desenhar durante quarenta e cinco minutos , numa altura em que ainda ninguém se encontrava no seu interior. Objectivo: entender um lugar sem a presença de pessoas e passar isso para o desenho.
3 - Ao meio dia e quinze começava a missa, com várias dezenas de pessoas nos bancos da frente. O objectivo: desenhar o lugar e as pessoas, captando a essência do momento, escutando, observando pessoas e comportamentos, escrevendo e colocando tudo isso no desenho.

Ainda no trajecto até à catedral, fui conhecendo o meu primeiro grupo, fizemos apresentações e quase imediatamente percebi, salvo duas excepções (e que excepções!), que os restantes eram iniciados no urban sketching, alguns há apenas dois/ três meses, e sem hábitos regulares de desenho, e para os quais percebi que um workshop mais conceptual talvez não funcionasse. Depois, e isso foi algo que aceitei sem reservas, senti que alguns deles não se sentiram bem a desenhar dentro de uma igreja. A diferença cultural tem por vezes impacto nos resultados, e aqui isso aconteceu. Fui tentando ajustar as coisas ao longo das três horas do workshop, achei que o resultado foi, apesar de tudo, positivo, mas regressei a pensar também que precisava de imediatamente rever o meu local do workshop e possivelmente ajustar  os exercícios para um grupo heterogéneo como o do primeiro dia.


No segundo dia decidi escolher a Chicago Public Library, onde ao meio dia, e para o último exercício tivemos a felicidade de assistir a um concerto de piano. Para quem tinha vindo algo desanimado da experiência do dia anterior, o grupo da sexta feira revelou ser estupendo. Enorme comprometimento, vontade de experimentar e ser posto à prova, talento e, claro, óptimos resultados!



Saí de coração cheio desta manhã de sexta feira, pelos resultados e pelo feedback muito positivo dos participantes, senti que este edifício funcionava perfeitamente para o workshop a que me propus. Infelizmente no dia seguinte, Sábado, a biblioteca estaria encerrada, e voltei a ter que escolher uma nova localização...

O último workshop, no Sábado de manhã, foi no Chicago Cultural Center, um magnífico edifício bem junto à Michigan Avenue, e onde, uma vez mais, fomos presenteados com um espectáculo de dança contemporânea, que funcionou na perfeição para o terceiro exercício. Uma vez mais, os resultados do grupo foram óptimos e o retorno dos participantes muito reconfortante.


Passava agora pouco da uma da tarde, a minha primeira participação enquanto instrutor de um simpósio estava a chegar ao fim. Sentia-me aliviado. Enquanto caminhava pela Michigan Avenue, em direcção ao HUB (o quartel general do simpósio), fui fazendo o balanço daqueles dias e daquela experiência. Cheguei à conclusão que foi extraordinariamente duro e que o grau de exigência é de facto muito grande. Sofri mais do que desfrutei, e que a experiência para situações destas só se consegue alcançar com tentativas e erros, como aqueles que me aconteceram, e que tentei, espero que com algum sucesso, corrigir no momento. Mas que valeu a pena! E apesar de tudo, que foi indescritível a sensação de ter feito parte deste extraordinário simpósio em Chicago, o privilégio de ter sido instrutor, ensinando mas principalmente aprender tanto, com todos os que se cruzaram comigo. Obrigado!

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

John Hancock Center

Isto há que fazer escolhas que o tempo e a vida são caros e os US$ não chegam para tudo.
Não entrei na Willis Tower mas fui ao John Hancock Center que é um arranha-céus feito pelos mesmos arquitectos, um pouco mais baixo e um pouco mais antigo mas muito mais bonito.
No 95º piso tem um famoso (e caríssimo) restaurante com uma mezzanine/ bar, o SIGNATURE ROOM onde, pelo preço da bebida mais barata (um sumo de pacote por 10,00 US$) estive 15 minutos numa mesa mesmo defronte da janela virada a poente. De vez em quando passava uma nuvem e ficava virado para lado nenhum. Tudo branco e as luzes interiores aumentando de intensidade.
Nestas planícies do Mid West o horizonte é mesmo horizontal e o casario a perder de vista mas cada vez mais ralo e entremeado com verdes.

Majid Modir

O Majid é um aguarelista/ sketcher que vive em Itália mas trabalhou muitos anos na Suécia, tendo cidadania sueca.
Fez uma proposta de workshop que foi selecionada para o Symposium de Chicago mas... porém... há um catch... como nasceu no Irão foi-lhe negada a entrada nos USA.
A organização do Symp não olhou a estes preconceitos e editou um postal com uma aguarela do Majid Modir.

Chicago (ainda o) dia 6

"- Quando fores a meio da passadeira olha para trás, para vermos se já levas os olhos vermelhos!"
Regressávamos do Riverwalk, e esta foi a última coisa que disse à Rita Catita, depois da despedida no cruzamento da State com a Monroe, passava meia hora depois das onze da manhã. Numa cena totalmente cinematográfica, abrandou a meio da passadeira e olhou para trás, de olhos a brilhar, carregados de saudades dos dias que passámos juntos em Chicago. A Rita foi uma fantástica companheira estes dias, disse-lhe que tinha a certeza que esta viagem e experiência a ia marcar para sempre e aposto que acertei.


Depois do almoço fomos ao The Art Instute of Chicago, anunciado à entrada como um dos melhores museus do mundo. Para além de uma exposição de Gauguin "Artist as alquimist", vimos também a exposição de fotografia da portuguesa Helena Almeida, os desenhos do Saul Steinberg, de quem não resisti a comprar o livro, Andy Warhol e o tal quadro do Eduard Hopper - Nighthawks, uma coisa extraordinária pendurada naquela parede branca. Ufff...


Chicago dia 6

Dia 6

Este foi o último desenho que fiz em Chicago.
O Chicago Theatre fica na State Avenue, a caminho para o Riverwalk, onde fomos tantas vezes beber um copo de vinho e ver o entardecer. O glamour daquele lugar e a gente bem vestida era o que queria registar na memória e no caderno antes de ir, em vez dos arranha-céus que me desconcertavam e faziam perder o equilíbro sempre que os olhava de baixo.
Fiquei com tanta pena de não ter desenhado os arranha céus de Chicago.

Neste final de tarde de Domingo já me sentia a descomprimir de uma semana desgastante e tantas vezes difícil, mas ao mesmo tempo tão cheia, que duvido que tenha espaço dentro da alma para guardar tudo.

Nessa última noite, enquanto preparava a mala para o regresso a Lisboa, o João publicava desenhos medíocres no instagram, e por entre gargalhadas e muito boa disposição (o João foi talvez a pessoa mais popular das seiscentas que estiveram em Chicago), veio-me à cabeça que isto dos simpósios não tem nada que ver com desenhos, mas sim com pessoas. Com as pessoas que conhecemos e queríamos trazer connosco, com o enamoramento com que lhes ficamos, e com a nostalgia de os só voltarmos a ver daqui por um ano. 

Decidi começar a contar as estórias de Chicago de trás para a frente, como uma novela em flashback, com desenhos e outras coisas na minha cabeça, ainda teimosas por assentar.


Continua…



quinta-feira, 3 de agosto de 2017

EL Train

EL refere o Elevated Train que cruza Chicago em vários sentidos.
Há também o METRA (assim mesmo, no feminino) e ainda outras linhas do CTA (alguém se lembra da banda Chicago Transit Authority?)
Acaba por ser uma excelente rede de transportes públicos.
Não consegui foi fazer um desenho desta futurista estrutura (com 100 anos) ferrugenta, que abana, pinga fluídos, larga poeiras e faz uma barulheira cada vez que passa um comboio.
Parece que só lhe estou a pôr defeitos, mas nada. Fui atraído por ela desde o primeiro encontro e só tenho pena de não lhe ter podido dedicar mais tempo e mais papel.

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

I have been on the BEAN

Acompanhei o workshop da Suhita Shirodkar, que foi no "Bean". O fantástico, magnético, surpreendente BEAN (na verdade chama-se CLOUD GATE e é obra do Anish Kapoor).
É absolutamente incrível a quantidade de pessoas que, a toda a hora e todo o momento andam à volta daquele espelho fazendo caretas e figuras esquisitas mas, sempre e sobretudo, tirando fotografias. Até há quem peça "... é pá tira-me aí uma selfie".
Todos querem registar que estiveram no BEAN.
Foi dos poucos desenhos que fiz fora das obrigações de correspondente, de forma que foi este o desenho que entreguei para o leilão no final do Symposium (destinado a financiar a organização).
... e foi comprado! Fiquei com esta fotografia.


terça-feira, 1 de agosto de 2017

Está na hora de partir.

Byby Chicago. Olá Porto.

Acaba assim o meu "trabalho de correspondente USkP ao 8º Symposium USk, em Chicago".
Obrigado a todos que votaram em mim e me deram esta oportunidade. Espero ter conseguido transmitir um pouco do ambiente fervilhante desta semana de encontros e desenhos.
Para o ano, TODOS AO PORTO!