Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

o canon do Zé Louro no Martim Moniz

Qualquer canon existe para que se fuja e porque se foge dele. Fiquei a saber que o Clássico mingou no século XIX, quando resolveram que estava já tão irremediavelmente perdido que nem valia a pena sonhar e mais valia aprender a gostar da prata da casa. Ei-la...


O segundo exercício foi tentar modelar a cara da parceira (aqui a patiente Celeste Vas Ferreira) apenas com tonalidades de aquarela. Mais longe, mais escuro, mais perto mais claro. O pior é conseguir não se deixar enganar pelas sombras...

3 comentários:

Rosário disse...

Bem bonito este rosto!

hfm disse...

Lindo.

Celeste Vaz Ferreira disse...

Adoro estes desenhos! O Adil então, está fenomenal!
Gosto imenso do trabalho que fizeste com a minha cara!
E como gosto muito de ti ainda não postei a tua :)