Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Ser Sketcher é ter ESPERANÇA

Fazer parte dos USK, faz-me expôr fragilidades e assumir o que «escrevo» no caderno com mais ou menos «erros» e com gradual ausência de hesitação. Nesta terra onde Tarquínio é de Quental e eu estou fielmente ancorada, encontrei-me com os Crispins (como os identifico) a Ana e o Mário, juntos desenhámos com aquela certeza de termos um ADN comum, isto é: sermos da mesma família. Deixo aqui as minhas tentativas de fixar instantes muito calorosos no âmago... no meu caderno e nele instigo-me a fazer melhor.                                                                               .

(Caneta caligráfica, lápis de cor, grafite e carimbo)                                                                     «in situ»

7 comentários:

Arca de No É disse...

Lindos estes desenhos! Bem observados os espaços. Muito boa organização de página! Adoro esta viagem!!

hfm disse...

Um dos pontos importantes dos Urban Sketcher é esta partilha, é conhecer pessoas em diferentes sítios, é a vivência e o desenho. Belos registos.

Rosário disse...

Que bons encontros e desenhos!

Alexandra Baptista disse...

(°J°)

teresa ruivo disse...

Ser USk é isto mesmo:)

Ana Crispim disse...

Alexandra, obrigada pela companhia. Foi um excelente mini encontro :)Adorei.

Teresa disse...

Estive ontem com os "Crispins" num piquenique de fotógrafos e sketchers FS 2", e vi maravilhosos desenhos do Mário ( a Ana não tinha levado o caderno dos Açores) , e ouvi as histórias dos dias bem passados, e do vosso encontro também! Gostei de ver também aqui o teu registo!