Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


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terça-feira, 2 de maio de 2017

De sketcher e antropólogo, todos temos um pouco ... ou a limpeza das palavras...

Com o balanço da Igreja, não resisti aos cadernos da Laloran e vai de estrear ... mas ... ai ... o drama da primeira página. o que desenhar? O pelourinho estava mesmo ali a espreitar.
Depois ... aconteceram pessoas à minha frente ( lado direito) e  só depois e muito às três pancadas, o lado esquerdo ... a casita de baixo ... bem que podia ter ficado sem janela. Tenho de pedir a trincha mágica à Paula Cabral eheheh
 Durante a tarde um sketcher desenhava, tranquilamente, enquanto os seus pequenotes lhe vinham dar notícias dos livros que vendiam por Óbidos. Achei aquela família encantadora. Em boa hora fiquei para a conferência final e conheci este brilhante Antropólogo que, com palavras, me fez perceber porque gosto cada vez mais de desenhar. Irónico, terem sido as palavras a consegui-lo. 
Com efeito, o desenho é o meu Yoga Sufi.  Quase viro dervixe!
Revi-me em tantas ideias que ouvi naquele fim de tarde  e fiquei a pensar "que pena não  ter seguido Antropologia". Diria mesmo que de poeta , de sketcher, de antropólogo e de louco, todos temos um pouco ;-)

2 comentários:

nelson paciencia disse...

Foi de facto uma estupenda conferência, a do Manuel João Ramos. A fechar em chave de ouro o festival.

Rosário disse...

..e com grandes histórias!