Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

sexta-feira, 28 de abril de 2017


Há dias no Porto comprei um velho caderno enorme pautado. 
Seria para registar balanços e contabilidades, mas resistiu vazio até à feira de antiguidades que o trouxe até às minhas mãos, por cinco euros. 
De visita à casa de Camilo, em VN Famalicão, mais precisamente numa freguesia que dá pelo nome de São Miguel de Seide, desenhei, inspirado no Lapin, alguns objectos do quotidiano Camiliano.

Um bengaleiro

Uma banheira muito à frente do seu tempo 

A chapeleira ( para transportar os chapéus, que era maior do que a mala de viagem)

A cadeira fatídica

1 comentário:

teresa ruivo disse...

Nada como um caderno novo para dar alento:)) E desenhos a condizer com o papel e tudo!