Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

quinta-feira, 6 de abril de 2017


Casas de pescadores


Casas de madeira, hoje de praia, começaram por ser abrigos de pescadores a que se dava o nome de palheiros,que se vão desenvolvendo ao longo da Praia da Saúde, cerca dois quilómetros para sul. Algumas destas casas foram aqui "transplantadas", trazidas desde a Cova do Vapor por juntas de bois, por volta dos anos 40/50, e são descendentes das gentes  de Vagos e Aveiro, de onde trouxeram a tradição da pesca a que se dá o nome de "Arte Xávega". 

Em 2014 comecei a desenhar as casas dos pecadores aqui na Costa da Caparica mas não terminei os desenhos, talvez por ainda não saber muito bém o que fazer com eles, se pintava ou deixava só o traço e sei lá que mais, mas hoje voltei ao mesmo tema e vejo que estou a desenhar de uma forma bem diferente do que desenhava há três anos a trás. Aqui deixo então os ditos para que se vejam as diferenças.

Em 2014




































Em 2017





























3 comentários:

Procópio António disse...

É uma bela história com dois desenhos fantásticos. No segundo desenho vê-se mais maturidade no traço. Não queres organizar qualquer coisa sobre estes abrigos para a malta ir desenhar contigo?

abraço.

João Santos disse...

É sempre motivador observar o que se evolui com o passar dos anos. Gosto muito do de 2014, mas o mais recente está um assombro!

Pedro Alves disse...

A evolução é tremenda ;) O último desenho bem como o bloco são espectaculares!