Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


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segunda-feira, 13 de março de 2017

Ria de Aveiro

Há muito tempo que não fazia tanto vento em Aveiro, e junto às salinas da Troncalhada, ao longo da Ria o vento fustigava e fazia a água saltar para os caminhos. Bem protegida segui o caminho até ao edifício do Centro de Monotorização e Interpretação Ambiental. Do lado direito vêem-se umas línguas de terra com uma casinha e uns tufos de árvores, tão típicas naquela zona. O centro estava fechado, ainda pensei em desenha-lo pois tem uma configuração bem interessante naquele contexto mas parecia que se ia instalar um ciclone e decidi regressar. Voltei a olhar para aquela casinha perdida ali no meio da ria e apetecia mesmo desenhá-la, não resisti apesar do vento e dos salpicos da água. Sentei-me no chão e lá iniciei o que achava que ia ser uma aguarela bem simples só com umas linhas de caneta mas comecei a entusiasmar-me com o traço e assim ficou. Gostei de ter resistido à aguarela :)

2 comentários:

Marcelo de Deus disse...

Belo desenho Suzana. É mesmo difícil resistir a pintar. Eu raramente consigo. E quando consigo, volto dali a uns tempos e ...estrago.
Parabéns.

Suzana disse...

Obrigada Marcelo, também gosto muito de trabalhar só a linha, embora a cor fosse aqui dar um realce de luz muito bonito!