Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

sábado, 4 de março de 2017

#15 - Confeitaria Nacional - interior

Quando vi o post inicial do desafio fiquei entusiasmado para participar. A vontade era muita e a disponibilidade era pouca, logo comecei a sentir alguma ânsia de começar. E os fantásticos desenhos dos "Pedros" ainda mais me aguçavam a vontade de participar. Lá arranjámos um timing e eu e a Andreia rumámos ao núcleo concentrado de alvos. Deixei o carro no parque de estacionamento da Praça da Figueira, que se provou um alternativa a não explorar mais. Íamos destinados a outras paragens mas uma chuva momentânea mudou-nos o destino, e entrámos na Confeitaria Nacional para refúgio. Já que ali estávamos então aproveitámos e começámos o desafio por aqui.


A estreia acabou por ser feita no novo caderno panorâmico que aguardava estreia já há algum tempo. E assim foi, sketch ao sabor de um sumo de laranja e uma sandes de galinha :)

5 comentários:

L.Frasco disse...

Um belo começo sem dúvida!!

teresa ruivo disse...

Tão bonito! Gosto de tudo, mas as letras e as pessoas ficaram fantásticas!

nelson paciencia disse...

Que desenho incrível pá!

Pedro Alves disse...

Muito bom! Ás vezes gostava de ter coragem para deixar os desenhos assim, meio inacabados, mas com folhas de aguarela fica sempre a vontade de experimentar mais e mais até que muitas vezes acabo com um desenho que funcionava bem apenas com linha, todo empastelado... Faz parte ;)

Manuel Tavares disse...

Obrigado a todos. Foi a minha estreia com uma canetas de gel folclóricas metalizadas e com glitters que comprámos no LIDL e que tinha alguma relutância em usar. Algumas experiências da Andreia convenceram-me, e tentei uma abordagem "Catariniana". Procurei focar-me no interior mas no final pareceume vazio e faltava a confusão humana do entra e sai que me ia atrasando a evolução. As silhuetas no fim trouxeram a componente humana que senti falta.