Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Os vendilhões do templo


Todos os anos faço um pequeno presépio com as figuras que comprava com o meu irmão na Feira de Santa Iria em Tomar, em Outubro bem perto do Natal. Tínhamos direito a comprar um. A minha mãe não nos deixava dizer que os presentes eram oferecidos pelo Pai Natal, mas sim pelo Menino Jesus! Não vinham identificados por ninguém, apenas apareciam nos nossos sapatinhos! Esta era a magia e por vezes até adivinhava o que nós queríamos ou precisávamos! Agora que vou guardar o presépio até ao próximo Natal, estas figuras assim a monte (tal como desenho) faz-me lembrar os "vendilhões do templo" em que Jesus os acusa de tornar o local sagrado numa cova de ladrões através das suas actividades comerciais! O Natal, e não só, tendem a transformar-se assim!

6 comentários:

L.Frasco disse...

Quanto não ganha um desenho, já de si tão bom, com uma história a acompanhar?!
E que história deliciosa!

Alexandra Baptista disse...

Que bela publicação.

Suzana disse...

Que bonita a história :) os desenhos ganham mesmo muito com elas!

hfm disse...

E são bem bonitos.

Miú disse...

A Rosário não costuma alongar-se na escrita (a força dos desenhos é suficiente), mas vê-se aqui que podia fazê-lo mais vezes - e tão bem!

teresa ruivo disse...

Concordo a 100%:)