Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

 

Estamos na época em que mais gosto de desenhar árvores, assim sofridas, assim gastas.

Contudo, quando a desenhei, tinha acabado de ter um grande choque, melhor, um grande desgosto. Ia ali para desenhar a árvore que todos os anos desenho e sempre a preto e branco. Parecia-me, embora não fosse alta, uma árvore com força, quando lá cheguei já não a encontrei. Fiquei triste. Felizmente tenho dela muitos desenhos.

4 comentários:

Henrique Vogado disse...

Acontece-me com alguns edifícios que já desenhei. Outro dia vi um na Rua de Santa Marta que já só tem a fachada. Ficam nos cadernos.

Alexandra Baptista disse...

Que pena, uma árvore é um elemento vivencial fortissimo e de presença silenciosa. Ela não se queixa, mas somos nós que decidimos... uma pena!

Rosário disse...

Apesar de tudo o feio tem a sua beleza!

Miú disse...

Gosto deste tronco, "sofrido e gasto"! E o PB dá-lhe uma certa dimensão trágica...