Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Aeroportos

Aeroportos, gares, comboios e até mesmo hotéis, são para mim espaços mágicos onde se pode experimentar o prazeirento sabor  do anonimato. São sítios de parte nenhuma, lugares de todos e de ninguém,  espaços de fantasia, onde sentimos o peso  das  vidas que ali passam continuamente e a leveza de o fazerem sem deixar rasto.
Com  mais ou com menos tempo, e mais ou menos pormenor, tenho sempre muito gosto em  desenhá-los.






8 comentários:

hfm disse...

Gosto tanto destas pessoas que parecem ter vida e sobre a qual se poderia escrever tanto. Gosto. Muito.

Membro USkP disse...

Não há como os aeroportos para deixar a nossa mão traçar toa diversidade da raça humana...a continuar! Muito bom!

Fefa

Eduardo Salavisa disse...

São os chamados não-lugares

nelson paciencia disse...

Que óptimo Teresa!

Pedro Loureiro disse...

Tantos! E todos muito bons!

Miú disse...

Eu acho isto quase impossível de fazer, com os modelos em movimento e a taparem-se uns aos outros... E ADORO a variedade, a expressividade e o colorido!

Rosário disse...

Mesmo bom!

teresa ruivo disse...

São todos muito simpáticos! Obrigada!