Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Princípio da Rua do Capelão


À medida que enfrentamos este desafio, tornamo-nos mais atentos, tal como Roque Gameiro, às mudanças que a paisagem urbana do nosso próprio virar-do-século enfrenta. A razão, como antes, é maioritariamente económica. Em vez de caminhos de ferro e bairros industriais, as mudanças que a Lisboa velha enfrenta têm a ver com um sector diferente - o turismo. As áreas fronteiras entre a Lisboa velha e as expansões modernas são presa para o neo-pitoresco agradável ao olho que as massas de turistas esperam encontrar nesta capital da Europa do sul. Algumas áreas, como a Mouraria, resistem mais à mudança que outras, e tornam-se marginais, mas não menos interessantes.

(continua)

Princípio da Rua do Capelão por Roque Gameiro

8 comentários:

Fernanda Lamelas disse...

está lindo!

Henrique Vogado disse...

Os "Roquemons" não param de aparecer. Vocês estão "on fire" nos desenhos.

teresa ruivo disse...

Phone home...;)

Celeste Vaz Ferreira disse...

Pronto, lá me vou repetir: adoro estes desenhos!

Suzana disse...

Tão bom!!!

Pedro disse...

Boa! Agora também é desenhada a já cantada Rua do Capelão.

L.Frasco disse...

Pedro, estão deliciosos este teus posts dos Roquemons!
És mesmo um storyteller!! E dos muta bons!

Pedro Loureiro disse...

Muchas gracias a todos!