Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


Pensamos que o Diário Gráfico melhora a nossa observação, faz-nos desenhar mais e o compromisso de colaborar num blogue ainda mais acentua esse facto. A única condição para colaborar neste blogue é usar como suporte um caderno, bloco ou objecto semelhante: o Diário Gráfico.

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

O Rossio


Na língua Portuguesa há muitas palavras para um alargamento urbano entre edifícios, cada um com o seu significado específico, ou talvez nem por isso - praça, largo, terreiro, adro... Acontece que "rossio" é apenas mais uma, já que existem vários rossios pelo país fora. Mas há um que as pessoas chamam simplesmente de "Rossio". Tem outro nome, um nome oficial, mas ninguém o usa. É uma das principais praças de Lisboa, já teve os seus altos e baixos durante a sua história. De lá, conseguem-se ver alguns dos pontos fortes da cidade, incluindo as ruínas do convento do Carmo, onde Roque Gameiro se decidiu focar na sua gravura.
(continua)

O Rossio por Roque Gameiro

6 comentários:

Eduardo Salavisa disse...

Este desenho supera o do Roque Gameiro. Reparem na técnica do repuxo da água!!! O RG nem ousou ir por aí (se calhar não estava a funcionar). Mas, a escala do Pedro Alves a desenhar, já deixa a desejar :)

nelson paciencia disse...

Não existem adjectivos para caracterizar um desenho destes. E concordo com o Eduardo, este desenho em particular, tomaria o grande Roque Gameiro...
Que coisa do arco da velha, este e os outros desenhos desta parelha de Pedros.

Fernanda Lamelas disse...

SEM PALAVRAS!!!

André Duarte Baptista disse...

realmente, não há muito mais a dizer, apenas agradecer a partilha dos desenhos. que grandes momento vocês têm-nos proporcionado. Parabéns

Pedro Alves disse...

Eu ali ao canto!! eh eh A água man, a água... top!

Pedro Loureiro disse...

Obrigado a todos :)