Nunca encontrei ninguém completamente incapaz de aprender a desenhar.

John Ruskin, intelectual inglês do século XIX


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domingo, 25 de setembro de 2016

(A)Riscar o Património no Entroncamento

Aqui fica o grupo que se juntou no Entroncamento para responder ao desafio de (A)Riscar o Património no Entroncamento, onde os Urban Sketchers se juntaram à Delegação do Centro da Ordem dos Arquitectos, para visitar e desenhar o Museu Nacional Ferroviário e os bairros ferroviários do Bonito, da Vila Verde, Camões, incluindo a Escola Camões neste último, e ainda o bairro da Estação.
Não todos... alguns foram embora mais cedo!
Com um agradecimento especial ao Município do Entroncamento e ao Museu Nacional Ferroviário, e em particular à Arq.ª Ana Fontes, pelo apoio e entusiasmo com que nos receberam.

(da esquerda para a direita) Ana Fontes, Rosário Félix, Helena Monteiro, Ricardo Cabrita, Pedro Costa e José Marques

4 comentários:

hfm disse...

Vou "caçar" as fotos. Obrigada.

Rosário disse...

Estou tão contente com a fotografia ao pé dos comboios!

José Marques disse...

Antes de mais quero agradecer à Delegação do Centro da Ordem dos Arquitetos a oportunidade de fazer a minha estreia nestas andanças do "sketch" bem como o apoio dos Urban Sketchers presentes. São atividades como estas que permitem conhecer um pouco melhor o nosso património e neste caso o da cidade onde vivo. E nada melhor para o conhecer do que observa-lo como uns olhos diferentes da máquina fotográfica que simplesmente registam o momento (belo ou não), mas que passados alguns momentos já está esquecido em megabites e à espera de melhor oportunidade para ser revisto. Aquilo que pude experimentar com agrado é que ao mesmo tempo que estamos a desenhar estamos a interiorizar e a registar esse momento na memória (da cabeça entenda-se)e esta foi para mim a surpresa: as casas, as pessoas, os pormenores e tudo o que desenhados- mesmo que seja rapidamente irão ficar cimentados na minha memória.
Outros factos que poderão servir para os novatos nestas andanças e que pude experimentar:
- embora tivesse um caderno próprio para aceitar aguarela da winsor e Newton, como não era cosido, ao fim do dia as folhas já estavam todas a saltar.
- A necessidade de transportar um banquinho pois o desenhar e pintar de pé encostado a uma parede ... durante de um dia inteiro... as costas vão-se queixar... e depois as canetas caiem ao chão as tampas também, bem como as tintas .
- A necessidade de um chapéu para o sol...
- O vento também pode ser impiedoso para o caderno por isso umas molas para prender as folhas pode ser útil.
- Uma caneta que risque " facilmente" será útil, pois o papel ás vezes pode prender...
Estas foram algumas das dificuldades que tive... certamente haverá outras que com o tempo irei ainda sentir.
Mais uma vez gostei da experiência que será de repetir.

Mário Linhares disse...

Ui, ui, esses comboios devem ter sido fantásticos de desenhar!